O caminho era a subir e bastou-me lembrar no nome da cache, e onde ficava o ponto zero nas curvas de nível, para ver que a cache estaria noutra cota. Moinhos no topo do monte só de vento e não estes, segundo a página da cache, são de rio. Logo a parte que justifica as quatro estrelas de terreno ainda faltava.
Demos a volta à parte do terreno murado e lá vimos o vale rasgado pelo rio. Procurámos alguns indícios dos carreiros dos animais e fomos por ali abaixo. Com as rochas molhadas todo o cuidado é pouco. Os moinhos estavam ali para baixo.
No local, sem rede telefónica, pensámos: onde esconderias a cache? E foi nesse local, lógico, que a cache apareceu de boa saúde.

Quando abrimos o livrinho reparámos que só havia, escritas, as palavras de boas vindas do patafurdio. Não tinha reparado que o outro registo, na página da cache, era uma nota.
Uma boa surpresa natalícia e agora faltava a parte melhor. A subida de regresso ao caminho e ao carro. Aqui resolvemos não voltar para trás e seguimos o muro no sentido inverso por onde chegámos.
Um belo local e com o caudal que o rio leva mostra bem a força da natureza e o porquê da existência dos moinhos aqui. Carregar os taleigos monte acima não seria tarefa fácil certamente.
E foi um saboroso FTF.
Encontrada na agradável companhia dos gogaguiga.
Sem trocas
Obrigado pela cache


joom

