Continuando o caminho e apreciando a paisagem, chegamos à Lagoa de Náiades. A ninfa estava a nos ajudar até então e mesmo apetecendo nos refrescarmos na sua água corrente, decidimos não fazê-lo. Sabíamos que seria um erro terrível!
Depois a ninfa Náiades alertou-nos para o sábio mágico Kitsune. Suas artimanhas costumam enganar os homens e assim teríamos que continuar o caminho com muito cuidado. O caminho tornou-se um pouco confuso pois tinham árvores caídas e nem sabíamos direito por onde passar. A ninfa voltou a nos alertar, eram jogos do mágico. Nós não o víamos mas ele estava lá, pronto para "brincar" connosco e nos confundir. Náiades, como estava do nosso lado e não estava a achar piada à "brincadeira" dele, mostrou-nos por onde tínhamos que seguir e logo saímos de seu domínio!

Iríamos entrar noutro terreno, Floresta Negra! Todos temiam o Leshy. Por proteger a natureza e animais poderia nos levar a mal e pensar que tivéssemos a invadir o local por mal. Seguimos em frente e nem demos com ele. Talvez estivesse lá, como uma árvore a nos observar ou como relva mesmo debaixo dos nosso pés. Mais uma etapa passada!
Fomos aproveitando o passeio, mesmo meios receosos, pois estávamos rodeados de seres encantados e não sabíamos se as coisas podiam correr dali para frente ainda. Lá seguimos e entre conversas e gargalhadas, deparei-me com uma área muito seca! Lembrei-me do ser que gosta muito de charadas, a fada Púca! Senti um arrepio ao me lembrar que todos aqueles arbustos secos poderiam ser pessoas que tivessem tocado nos cogumelos enfeitiçados e, agora, ali permaneciam encurralados para toda a eternidade. Tínhamos que seguir em frente, sem nos distrairmos com nada! Púca não deu ar de sua graça.

Acabando a planície da Púca, entramos no território do temível Centauro. Mal posemos o pé na sua área já ouvíamos os seus os seus urros e relinches. Com a ajuda da ninfa Oreádes, apressa-mo-nos a chegar até à carqueja, pois era a única maneira do Centauro não apanhar nenhum elemento do grupo. A salvo! Conseguimos! Mas não conseguimos evitar ser picados
mas mais valia isso que ser devorado pelo Centauro.
Recuperamos o fôlego mas que logo se foi embora quando vimos que tínhamos que subir até à Torre do Grifo. Já que até aqui chegamos vamos continuar, não vamos desistir! E lá começamos a nossa subida. Foi cansativa e o vento não ajudava em nada mas lá sempre conseguimos chegar. A criatura não se encontrava no ninho. Talvez tinha saído para se alimentar e pensamos que tínhamos que rápidos a encontrar o tesouro antes que a criatura voltasse. Com persistência lá o tesouro apareceu. Vitória! Mas assim que o abrimos, como por magia, já nos encontrávamos perto do carro livre de todo aquele mundo encantado! Foi estranho. Não sabíamos se realmente tínhamos vivido toda aquela aventura ou se tinha sido apenas imaginação.

Histórias encantadas à parte, parabéns por esta magnifica cache e pela história em seu torno. Simplesmente espetacular!! Valeu a caminhada, trilho completamente desconhecido por mim. Adorei a experiência e a vista que temos do GZ. Belo trabalho!
TB: Out


TaniAndrade

