Retiradas as amarras, ligado o motor e eis-nos a navegar num rio que estava como que adormecido, a viagem é tão rápida que quase nem tivemos tempo para saboreá-la.
Chegados ao cais de desembarque, o barqueiro informou-nos que irá voltar às onze para nos vir buscar.

Uma vez na ilha, foi só seguir a seta e envolver-nos naquele ambiente das figueiras que nos engolem com o seu tamanho. Com as coordenadas certas foi só esticar o braço não fosse algum figo de pita querer agarrar-nos pois já tínhamos o tesouro capturado.
Depois seguimos à conquista da torre de menagem, apreciar as altas muralhas e contemplar as torres circulares.

A rasgar o céu sobrevoava não grifos, nem gaviões e muito menos aguias, mas sim um pássaro gigante que tinha como missão largar cogumelos gigantes, e deu para ver ao longe os paraquedistas a voar como pássaros.
A hora passou num instante e quando demos por nós já vínhamos a caminho a molhar as mãos, a fazer ondas ou provocar pequenas correntes no espelho de agua do rio.
O nosso amigo Paulo P. que sobrevoou o castelo tirou algumas fotos tendo-nos cedidos algumas para mostrar outra perspetiva deste lugar.

Obrigado pela partilha deste magnifico local. corvos
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