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05 December 2011 Written by 

Castelos de Portugal - Castelo de Lanhoso

Traditional CacheO Refúgio de D. Teresa [Póvoa de Lanhoso] by gc_man, localiza-se na freguesia de Póvoa de Lanhoso, Braga.

Colocada : 05/24/2003 (24 Maio 2003)

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O Castelo de Lanhoso, também referido como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na freguesia de Póvoa de Lanhoso, concelho de mesmo nome, distrito de Braga, em Portugal.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico do país -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, a condessa Teresa de Leão, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).

Antecedentes

A primitiva ocupação humana do sopé do monte onde o castelo se ergue remonta à pré-história, durante o período calcolítico, conforme atestado pela recente pesquisa arqueológica.

Após a invasão romana da Península Ibérica, vizinho da estrada que ligava Bracara Augusta (atual Braga), Aquae Flaviae (hoje Chaves) e Astorga pelo sul do rio Cávado, aqui foi erguida uma torre militar.

O castelo medieval

Entre o século X e o século XI, a antiga fortificação romana encontrava-se reduzida aos seus alicerces. O arcebispo D. Pedro (I) de Braga (1071-1091), visando a defesa avançada da sede episcopal de Braga, determinou a construção do castelo, conforme placa epigráfica no silhar,[1] acompanhando os alicerces e o perímetro da primitiva fortificação.

Nesta defesa se refugiou Teresa de Leão, viúva do conde D. Henrique (1093-1112) e mãe de D. Afonso Henriques, quando foi atacada pelas forças de sua meia-irmã, D. Urraca, rainha de Leão. Aqui cercada pelas tropas de D. Urraca (1121), D. Teresa conseguiu negociar um acordo - o Tratado de Lanhoso – graças ao qual salvou a chefia do seu condado. Mais tarde, D. Teresa para lá retornou, segundo a tradição, detida por seu próprio filho após a Batalha de São Mamede (1128), o que é contestado pela moderna historiografia, que aponta ter esta senhora verdadeiramente falecido na Galiza (1130).

De qualquer modo, datará do final do século XII e o início do século XIII a reforma do castelo, com a construção da torre de menagem. O castelo era então o que se chamava de cabeça de terra, o que traduz a sua importância regional.

Nesse contexto, no século XIII, o castelo foi palco de um terrível crime passional: o seu alcaide, D. Rui Gonçalves de Pereira, tetravô do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, que se encontrava fora do castelo, ao se inteirar da infidelidade conjugal de sua esposa, Inês Sanches, enamorada de um frade do mosteiro de Bouro, retornou e, fechando-lhe as portas, ordenou que se incendiasse a alcáçova, provocando com isso a morte da infiel e seu amante, bem como dos serviçais, que implicou como cúmplices por não terem denunciado o fato. Os antigos relatos referem que ninguém escapou com vida do incêndio, sequer os animais domésticos.

Posteriormente, em 1264, o alcaide D. Godinho Fafez, bisneto de Fafez Luz, senhor dos domínios de Lanhoso à época de D. Afonso Henriques, nomeou como seu sucessor Mem Curvo. Ao final do século, já sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), este soberano concedeu foral à vila de Póvoa de Lanhoso (25 de Setembro de 1292), renovado sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521) (Foral Novo, 4 de Janeiro de 1514).

O santuário de Nossa Senhora do Pilar


Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio.

Do século XX aos nossos dias

O castelo foi classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no DG nº 136 de 23 de Junho de 1910.[2]

A intervenção do poder público iniciou-se a partir de 1938, quando a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) deu início a obras de consolidação e restauro, entre as quais trabalhos de prospecção arqueológica, limpeza, reconstituição dos dois cubelos ladeando o portão de entrada, do arco desse portão, da torre de menagem, de troços das muralhas, e ainda de uma estrada de acesso ao castelo e de beneficiações diversas no Santuário de Nossa Senhora do Pilar. Novas campanhas se sucederam, pelo mesmo órgão, em 1958-1959, em 1973 e em 1975-1976. Mais recentemente, a Câmara Municipal, com o apoio do Associação Adere-Lanhoso, procederam a trabalhos de limpeza e consolidação de estruturas, bem como a remodelação dos pisos interiores da torre, quando o castelo foi reaberto ao público (1996).

Atualmente, além do castelo medieval, que oferece uma pequena exposição com testemunhos do castro vizinho, o visitante pode conhecer ainda o Santuário de Nossa Senhora do Pilar e o Castro de Lanhoso.

in: Wikipédia


Found it Found it zoom_bee
06/15/2003 (15 Junho 2003)
http://coord.info/GL242W2

Esta foi a primeira de três caches que queríamos encontrar num dia.
Encontramos o local muito facilmente, mas a cache foi bem mais difícil, pois talvez devido ao local tinhamos variações de leitura de 10 metros, após mais de meia hora de exploração, decidimo-nos a recorrer à batota e aí ficou mais fácil...
Infelizmente ao trocar de carro as prendas ficaram para trás pelo que deixamos uns óculos de sol que descobrimos perto da cache de Ermelo, e levamos o carrinho.
Parabéns, pela cache, pelo local e pelos excelentes momentos de diversão que ela nos proporcionou...
Pedro Jardim (zoom_bee) e Anabela

This was the first of three caches that we planned to find in one day...
We found the place quite easily, but the cache was well hidden, and the GPS was getting weird with reading variations all the time, so after 30 frustrating minutes we went cheating... and after that it was easy.
Unfortunately after changing cars, we left the gifts one the other, so we left a quite old sunglasses that we found near Ermelo’s cache, and took the tiny car.
Congratulations for the cache, for the beautiful place and for the excelent momments of fun we had looking for it.
Pedro Jardim (zoom_bee) & Anabela


Found it Found it IrmandadeDaAmizade
03/28/2010(28 Março 2010)
http://coord.info/GL3HHZ9Z
Olá!

Embora a história desta cache não tenha exactamente a ver com o sentimento que levou ao nosso nick, não quisemos deixar de assinalar uma das mais antigas e históricas caches da zona. Um marco do geocaching, até pela sua longevidade!

Gostámos muito de ver o castelo acomodado em cima de um único rochedo - XXL size! ;-) - e apreciámos as ameias do mesmo.

Um belo começo para nós e uma bela maneira de comungarmos da nossa amizade. Um sentimento tão frágil mas que bem cuidado por ambos, é das coisas mais belas do Mundo. :-)

Obrigado pela cache.

A Irmandade da Amizade

 



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