19de abril,2026

27 January 2013 Written by  Ricardo Ribeiro

A Merda do “Stashnote”

Ah! Apanhei-vos! Já estão para ai a pensar que não era necessário ser ordinário. Que raio de título é esse… “A Merda…” !? Perdoem-me, mas no contexto julgo e mantenho ser essencial. Senão vejamos, esta pequena história foi contada no decorrer do CITO que teve recentemente lugar em Olhão, e como quem ouviu pareceu achar piada, fica agora por escrito, não vá alguém aqui cair por acaso e divertir-se também com o episódio.

A coisa aconteceu durante uma viagem pelo norte do país. Fiquei baseado em Amarante, em casa de um amigo – diga-se de passagem, um amigo que foi aspirante a Geocaching para rapidamente se desiludir com as políticas de reserva de locais para caches e se afastar – e foi com a sua sábia orientação que parti para um dia de Geocaching.

A Merda do “Stashnote”

São Romão do Corgo

Ah! Apanhei-vos! Já estão para ai a pensar que não era necessário ser ordinário. Que raio de título é esse… “A Merda…” !? Perdoem-me, mas no contexto julgo e mantenho ser essencial. Senão vejamos, esta pequena história foi contada no decorrer do CITO que teve recentemente lugar em Olhão, e como quem ouviu pareceu achar piada, fica agora por escrito, não vá alguém aqui cair por acaso e divertir-se também com o episódio.

A coisa aconteceu durante uma viagem pelo norte do país. Fiquei baseado em Amarante, em casa de um amigo – diga-se de passagem, um amigo que foi aspirante a Geocaching para rapidamente se desiludir com as políticas de reserva de locais para caches e se afastar – e foi com a sua sábia orientação que parti para um dia de Geocaching.

Muitas caixinhas foram encontradas mas o que importa ocorreu em Frei Bernardo de Vasconcelos – CBT. Era uma homenagem a esta figura religiosa, nascida ali mesmo, na casa fronteira à igreja de São Romão do Corgo. O dia estava cinzento, ameaçando chuva, e na aldeia não se via vivalma. Sem muggles a rondar, com coordenadas apuradas e uma boa dica, a cache apareceu rapidamente. A surpresa encontrava-se no interior: o logbook estava lá, inteiro e de boa saúde; já a “stashnote”, aquela notinha explicando o jogo para o que der e vier, não se achava em lado nenhum. Até ai nada de mais. Há owners que não se preocupam com esse detalhe. Mas após a fracção de segundo necessária para compreender o que os nossos olhos estavam a ver a gargalhada foi geral! Um caracol tinha comido a dita “stashnote”, digerido-a ali mesmo no local do crime e, não satisfeito com a ofensa, defecado-a em honra do próxima geocacher. Já tinha encontrado uma cache com fezes humanas como recheio, mas um agravo destes vindo de um caracol…. é a primeira vez!
Fica a imagem:

A sanita do caracol

A sanita do caracol

Fonte: Papacaches



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