20de abril,2026

11 April 2012 Written by 

Tributo ao Rui (Kelux) Almeida - I

 Uma das formas de prestar tributo, foi a comparência no evento que a dakidali em boa hora decidiu publicar

Event Cache Tributo ao Kelux


faço minhas as palavras do clcortez

"O Rui foi e tem sido uma referência em muitos aspectos no Geocaching, onde destaco a sua postura e a sua rectidão. Para mim uma das pessoas mais sérias que pude encontrar ao longo desde 9 anos."

O meu tributo além da presença no evento passará por nos próximos dias aqui fazer uma passagem por alguns dos números a ele associados, assim como por um conjunto das suas melhores caches.

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Melhor Caching Karma destacado, dentro os 91 geocachers com mais de 2.000 founds

Um geocacher de Lisboa (100% dos hides em Portugal e 60% dos founds), mais especificamente destes cinco+um concelhos

que correspondem por si a mais de 45% dos founds

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A atingir quase 30.000 founds nas suas caches, está no pódio em cinco concelhos.

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Se o quadro anterior (reforçado pelo Karma), confirma que é um owner "generoso", este mostra claramente que é um geocacher "generoso".

Sendo um grande founder (> 3000 founds) está apesar de tudo numa posição modesta.

Isso não o preocupa, mas tem com certeza prazer em estar no pódio nos indicadores que indicam preocupação de retribuir aos owners e restantes geocachers o que gostaria que acontecesse nas caches dele.

Logs generosos e bem ilustrados, que "paguem" ao owner o trabalho que ele teve a colocar e manter a cache e aos restantes geocachers dêem a possibilidade de fazerem um geocaching "de sofá" de qualidade e que os estimule a visitarem as caches.

 

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Organizou até agora oito eventos. Quatro em Portugal e quatro fora de Portugal.

EVENTOS SOLIDÁRIOS

Nos três últimos anos numa realização conjunta Lisboa-Porto organizou um evento de Natal solidário com as crianças que mais precisam da solidariedade de todos.

Que se mantenha a iniciativa em 2012 e próximos anos é um bom tributo que lhe podemos fazer.

SOL (NIF 503075922), Ajuda de Berço (NIF 504296442) e Acreditar (NIF 503571920)

Porque todos os dias podem ser Natal e nesta altura em que temos de fazer o IRS não se esqueçam que podem consignar 0,5 do que pagam de IRS a uma das instituições acima ou a qualquer outra desta lista.

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Event Cache Passeio pelo Aqueduto da Serra de Carnaxide by Kelux


e levou umas dezenas de geocachers e um cão a passearem por debaixo do chão.

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E além de três eventos em viagem na Alemanha, França e Holanda, organizou o 1º de muitos futuros eventos em Manaus.

Event Cache Uma Barbaridade de Natal... Meet the barbarians by Kelux


uma geo-lançarada na companhia de um casal de americanos e um trio de finlandeses 

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Tenacidade

Em 134 caches colocadas, tem neste momento apenas 8 disabled o que tendo em conta o perfil urbano da maioria das suas caches revela uma preocupação de manutenção forte, facilitada é certo pela concentração geográfica das caches.

Mas o que para mim é mais relevante é o facto de ter apenas cinco caches arquivadas e nenhuma "porque sim."

Duas (Misunderstood Stone e Chafariz de Leião) tiveram substituídas anunciadas quando do arquivamento.

Duas (TOP Geocachers :) e Quinta do Torneiro) por razões mais ou menos discutíveis sobre a localização.

Apenas uma foi arquivada por na sequência do arquivamento e numa altura em que já ia em mais de 3000 founds ter decidido que a cache tinha perdido o sentido.

Traditional Cache Happy 1000 by Kelux

Veremos o que acontecerá no futuro a estas caches, entre as quais algumas adoptadas.

Entre as adoptadas está a cache com data de publicação mais antiga que fez sete anos recentemente.

Traditional Cache Stone Verses by Kelux (adotada de GlorfindelPT & Elektra)

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Um republicano que vai trocar o 5 de Outubro pelo 15 de Novembro

20 caches dedicadas ao centenário da República e aos 19 presidentes que tivemos nestes 100 anos.

Distribuídas por cinco concelhos (falta a Amadora) e incluído as duas caches de Loures.

Traditional Cache Vem aí a República!! by Kelux

Os dias anteriores à Proclamação da República, pelo olhar de um dos seus maiores opositores, Paiva Couceiro.

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Traditional CacheLutando pela República by Kelux

Memória do dia anterior à Proclamação da República.

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Traditional Cache 100 Anos de República by Kelux

Portugal acorda para a modernidade e liberta-se da monarquia.

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1ª República (1910-1926)

República Velha (1910-1917)

República Nova (1917-1918)

Nova República Velha (1918-1926)

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2ª República (1926-1974)

Ditadura Militar (1926-1933)

Estado Novo (1933-1974)

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3ª República (1974-)

PREC (1974-1976)

Regime actual (1976-)

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Agora cem anos, três repúblicas e dezanove presidentes depois, estamos na mão na troika...

Acho que o Kelux quer arquivar esta série só por causa de uma ter sido dedicada ao Cavaco...

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(K)elu(x) - (Q)elu(z)

Tetralogia de Queluz

Traditional Cache Pássaro de Chuva by Kelux

Parque Felício Loureiro em Queluz

Multi-cachePercurso da Água by Kelux

Esta cache é dedicada à Ribeira do Jamor e ao seu percurso pelo Parque Felício Loureiro.

E aqui se realizou em 2012/03/15 um justo tributo ao Rui.

Traditional CacheJardins do Palácio Real by Kelux

Traditional CacheMemories of Blue by Kelux & Lopesco

Venham conhecer o Jardim de Queluz!!

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A cache mais intimista

Esta seria supostamente uma das nossas primeiras caches, mas por uma ou outra razões, relacionadas com o tipo de cache e esconderijo, só agora verá a luz do dia... esperemos que tenha vida longa, tão longa quanto a memória de todos nós.

Este jardim encerra em si mesmo e nas referências que contêm, uma parte importante da memória dos Kelux... desde a infância, a adolescência e pela vida adiante.

No topo nascente deste jardim existe um parque infantil, hoje completamente ao abandono, que terá sido muito provavelmente o primeiro da cidade, onde os Kelux seniores brincavam em criança (foi lá que levei com o primeiro baloiço no cocuruto, hi, hi, hi!!)... não deixem de apreciar o mural pintado que ainda hoje resiste ao passar do tempo, com a sua imagem ingénua.

Há dois anos, uma das árvores do jardim foi convertida numa obra de arte pública, e o escultor batizou-a de "Reconstrução da Memória"... esta peça deu o mote para a cache.

Sou fã ferrenho da obra de Vangelis e da sua aplicação à sétima arte, no exemplo maior do filme de Ridley Scott de 1982, baseado numa novela de Philip K. Dick "Blade Runner". O tema musical do personagem principal, protagonizado por Harrison Ford, era Memories of Green. Fica aqui a minha humilde homenagem numa cor diferente, mas que nos reporta para estados de espírito quiçá mais profundos...

No jardim pode apreciar outras peças de arte pública.

Com esta cache concluimos a tetralogia de Queluz, após a Pássaro de Chuva; Percurso da Água e Jardins do Palácio Real esperando que as desfrutem.

***

E em Queluz temos ainda as

Traditional CacheJhoanilf, o Arqueiro by Kelux

O legado de Jhoanilf continua entre nós... mas apenas para quem o saiba merecer.

A memória de Jhoanilf já quase desapareceu, mas entre nós há quem continue a querer alcançar sempre mais longe, mais alto, mais veloz.

Traditional CacheLX em Queluz by Kelux

Esta cache é dedicada ao movimento escutista e ao Agrupamento 60 do Corpo Nacional de Escutas, em Queluz.

***

Amo-te Lisboa!

Diz o Rui e eu acredito. Em Lisboa, já passámos pelas seguintes caches

100 Anos de República

1500 Lisboa

António José de Almeida PRP6

Bernardino Machado PRP3 e 8

Canto e Castro PRP5

Cavaco Silva PRP19

Costa Gomes PRP15

Craveiro Lopes PRP12

Happy 1000

Jorge Sampaio PRP18

Lutando pela República

Manuel de Arriaga PRP1

Mário Soares PRP17

Ramalho Eanes PRP16

Sidónio Pais PRP4

Teixeira Gomes PRP7

Teófilo Braga PRP2

Vamos às restantes
Esta cache é uma declaração de amor... por Lisboa.
Sugerimos que escrevam os vossos logs em forma de declaração de amor por Lisboa, ou pela cidade que mais vos tocar o coração, a vossa cidade-natal, aquela onde os sentimentos atingiram o auge...
In addition, please teach us how you write "Amo-te Lisboa!" in your mother language
 
Não está num miradouro conhecido, mas tem uma bela vista sobre o rio.
Quanto ao solicitado no listing que poucos lêem, apesar de tudo alguns cumprem a sugestão...
 
"Lisboa, meu amor
que bonita, que fascinante
cheia de graça e esplendor
és a nossa melhor amante"
*
"Magnifica vista sobre a cidade que também amamos. À falta de inspiração aqui fica parte da letra do velho "Fado de Lisboa":
Lisboa, casta princesa/Que o manto da realeza/Abres com pejo/Num casto beijo;/ Lisboa tão linda és,/Que tens de rastos aos pés/A majestade do Tejo./Lisboa das descobertas/De tantas terras desertas,/Que deram brado/No teu passado,/De beleza tens a coroa./Velha Lisboa/Da Madragoa/Quantos heróis tens criado!"
*
"Lisboa... desculpa a rima
mas sou pouco versado
mas mais vale pequenina
do que desastrado"
*
"Ó Lisboa minha musa
À beira Rio plantada
És a cidade mais Lusa
Desta Pátria minha amada.
Tu és verso e és poema
Cidade que nos ufana
Há oito séculos suprema
Como gesta Lusitana...
Ispiração de poetas
És tema de mil canções
Tuas ninfas predilectas
Já inspiraram Camões.
Ostentas reino lendário
Onde a saudade é reinado
No teu trono relicário
Vive um Rei chamado Fado...
E o que mais alto ressoa
No País das cinco quinas
É ver que a nossa Lisboa
Também tem sete colinas ...
Ó Lisboa da saudade
Nestes versos exaltada
Pelos teus dotes...CIDADE
És no mundo....A MAIS CANTADA !...
by Euclides Cavaco"
*
"Lisboa é a minha Cidade!
de Rogério Martins Simões
Minha terra é a mais bela
É bela e não tem idade
Vigio-a da minha janela
Lisboa é a minha cidade
Coração apaixonado
Morro de paixão e amor
Apraz-me ver-te em flor
No Castelo enfeitiçado
Perdido, vivo em pecado…
Viajo na canoa à vela
Vejo Alfama aguarela
Rio acima com ternura
Subo o Tejo na ventura
Minha terra é a mais bela!
Mouraria vem navegar
À desgarrada partir
O meu amor não quer ir
É tarde! Vamos marchar,
Se partir hei-de voltar.
No chão flores de jade
Madragoa é qual saudade
Doce encanto, sacro mel,
Nunca me soubeste a fel.
É bela e não tem idade.
Coração foi bem levado
No trinar duma guitarra
Está frio, veste a samarra!
Bairro Alto, meu pecado
Boémias e noites de fado
Cravos rubros na lapela
Não passes por mim sem ela…
Voltei e já fui à Graça
Por São Vicente se passa,
Vigio-a da minha janela
Subi à Bica e vou a pé
A pé desci ao Rossio
Carícia do Paço ao rio
E ao Santo António da Sé.
Entrei e rezei com fé!
Sete morros de amizade
Vivendo em liberdade
Resguardam estes tesouros:
Latinos, Godos e Mouros,
Lisboa é a minha cidade!"
*
"Lisboa Menina e Moça
Carlos do Carmo
Composição: Ary dos Santos e Paulo de Carvalho
"No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada, na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida""
*
"P.S. Sobre Lisboa não vou falar...
A inspiração há-de chegar...
Só tenho de esperar...
E pode ser...
Que alguma coisa consiga escrever...
Sobre o Murtal
Que não é a minha cidade natal
Mas um local
Onde é bom viver.
Uma cache aqui hei-de colocar...
Para a aldeia das murtas ficarem a conhecer ."
*
"Diz a lenda que "… Ulisses se tomou por amores por Ofíussa e quando o herói homérico regressou à sua pátria troiana no navio "Argos", Ofiússa vendo-se abandonada e só, se tomou de cólera e fez estremecer o planalto do Tejo cujos estertores telúricos fizeram nascer assim as sete colinas de Olíssipo, hoje Lisboa …".
Nós os corvos, tomámo-nos de amores pelas colinas da nossa cidade branca e por muitas e boas caches, nela espalhadas. Ruas, Becos, Largos, Escadinhas, Pátios, Travessas, Calçadas e Avenidas, atravessadas pelos pregões dos que vendem, dos ardinas que anunciavam as noticias, hoje restam alguns cauteleiros que apregoam a sorte grande, os cheiros dos manjericos, a chegada das andorinhas na primavera, das flores dos jardins, da sardinha assada no verão e as castanhas no tempo delas, da roupa lavada e colorida nos estendais.
A sua luminosidade faz ciúmes à calçada portuguesa, e melhor que ninguém são as canções sobre Ela que uns escrevem e outros cantam, que nos desperta esta paixão.
Os amarelos da carris só tem paralelo com o azul do Tejo.
O Tejo que separa as duas margens, já foi tantas vezes elogiado, foi testemunha histórica da partida das caravelas que conheceram novos mundos, novas gentes. Viu chegar ouro, especiarias e tanta riqueza até então desconhecida.
É este conjunto de predicados que faz com que os alfacinhas, de gema e clara, amem a sua cidade, para nós será sempre a cidade mais linda do Mundo, com uma longa história para contar.
No reinado de D. Manuel I já circulava a frase “Quem nunca viu Lisboa, não viu coisa boa”
Obrigado por mais esta, pois agora vamos para mais um ex-libris da cidade, ou seja voar em direcção a meia dúzia de pastéis de Belém. Corvos"
E mesmo um alemão acedeu ao pedido
"ich liebe lissabon"
O checo deveria ter dito
"Miluji Lisabon"

Traditional CacheLusitani: Grande Lisboa by Kelux & GeoDuplaP&F

Esta cache está localizada no Anfiteatro Keil do Amaral, vocacionado para concertos e outros espectáculos para um grande número de pessoas.

Aqui poderá disfrutar de uma magnifica vista sobre o Tejo e a Margem Sul.

Estou certo que não acontecerá em Lisboa o que aconteceu no Porto...

Traditional CacheDesconhecido / Unknown by Kelux

Centro Champalimaud para o Desconhecido / Champalimaud Centre for the Unknown

Traditional CacheParque Bensaúde by Kelux

O Parque Bensaúde pertencia à Quinta de Santo António das Frechas.

A família Bensaúde adquiriu a Quinta e, em 1980, vendeu ao estado 9 hectares.

***

Traditional CacheAntónio Arroio by Kelux

Esta é a MINHA escola, como nenhuma outra foi.

Seria impossível não gostar deste log:

April 6 by play mobil (1217 found)

200904061515 "A simplicidade. Só o que é útil é bonito. O fútil é desagradável." Vítor da Silva, meu Professor de Artes Gráficas. Há coisa de trinta anos, um aluno qualquer armado em artista, subiu a um escadote e pintou espontaneamente sobre a porta principal da escola um AMO-TE com um "A" de anarca, e o graffiti ali se deixou ficar até hoje, resistindo a obras remodelações e reconfigurações. Acham isto normal? É claro que não. A António Arroio não é uma escola normal! Conheci várias escolas, umas melhores do que as outras, mas nenhuma como aquela. É complicado para qualquer "Arroiano" explicar o que tem aquela escola de diferente das outras em concreto, mas o mais notável de tudo era uma estranha cumplicidade criativa entre alunos, docentes e até o pessoal auxiliar, mesmo à revelia das normas, um direito à diferença tão enraizado e natural que não se dava pela "diferença", e essa maneira de estar na escola, de viver a escola como um espaço de criação, será provavelmente o factor que mais marca a António Arroio. A envolvência era tal que a escola acabava por sermos nós mesmos, e isso fazia com que nos sentíssemos parte integrante dela. Um todo. Ninguém ficava de fora. Era impossível. Também lá aprendi que "Loukura é Formosura". Quando lá cheguei em 1980 o @MO-TE era o original e estava pintado na parte da platibanda hoje ocupada pelo painel de azulejos do professor Querubim Lapa e aquilo era uma espécie de Staatliches Bauhaus à Portuguesa. Nunca mais me consegui desligar dela. O meu maior e mais antigo amigo é professor naquela escola e uma boa fatia das minhas relações têm algum tipo de ligação com ela. Voltar lá de surpresa quase trinta anos depois e ser acolhido pelo velho Matias com tanto calor e simpatia, foi no mínimo uma prova inequívoca de que eu não "inventei" a António Arroio. Ela é mesmo assim. Caminhar por aqueles corredores desertos numa tarde de férias da Páscoa a deixar exorcizar uma infinidade de detalhes que guardo como se fossem um grande tesouro, foi algo verdadeiramente íntimo e deslumbrante. O Vítor da Silva e resmungar que "os apara-lápis eram uma invenção da industria para vender mais lápis", o baldar-me a aulas minhas para ir assistir às aulas de História d'Arte da Natalina noutras turmas (as aulas dela esgotavam plateias), o Manel que em vez de dar aulas de filosofia levava com elas (ele próprio o cultivou em nós e estamos gratos por isso), as tardes a pintar paredes na "Alameda das Ganzas", as bicas prolongadas e eloquentes no Louvre, os matraquilhos no "Jardim da Celeste", tudo isso e muito mais da António Arroio, fizeram de mim uma pessoa muito melhor, e é por isso que lhe estou eternamente reconhecido e a trago no coração, e faço minhas as palavras do owner quando diz "Esta é a MINHA escola, como nenhuma outra foi". É a pura verdade. Ocorre-me citar aqui este pequeno texto de uma professora para uma aluna da escola. Poderá porventura parecer algo naïf, mas traduz muito bem o espírito "Arroiano": "Aquele Amo-te que está pintado à porta da nossa escola é uma mensagem que só quem vive ou viveu na António Arroio consegue compreender. Naqueles corredores há uma melodia que só nós conseguimos ouvir. Naquelas salas há uma luz que só nós conseguimos ver. Naquelas oficinas há texturas que só nós conseguimos sentir. Naqueles canteiros há flores e árvores que na Primavera enchem o ar com cheiros que são só nossos. Porque aquela escola é um lugar diferente. Talvez por isso é que ninguém quer sair de lá...mesmo os antigos alunos voltam sempre para uma visita." in "uccello", de Ana Martins, ucelo.blogspot.com, docente de História de Arte, 2008. Eu também voltei, ou talvez não... Talvez uma boa parte de mim nunca tenha de lá saído. Muito obrigado por me fazeres lá voltar. Foi absolutamente único!

Uma escola "perigosa" onde queriam bater no Cavaco...

Traditional Cache Aqui nasceu o Geocaching... em Portugal! by Kelux

This cache is an homage to 10 years of Geocaching in the world and the first portuguese cache Abandoned Alfa Romeo! at the same time.

Unknown CacheDruida by Kelux

Enquanto o druida andava pela floresta com a sua foice de ouro em busca das plantas para as suas poções, era frequente ouvi-lo cantar a sua canção preferida: trioxtu petortri oinosuekosoino nau oinooino petorpetorpetor.

Traditional CacheRadiomodelismo by Kelux

Desta vez, a nossa proposta é para virem conhecer a Pista de Radiomodelismo do Monsanto, onde em 2008 se disputou o Campeonato do Mundo.

Traditional Cache2001911 by Kelux

Um memorial ao 11 de Setembro em Lisboa

Traditional CacheSaciar a sede em Belém?! by Kelux

Vendo bem, Belém é já ali...

Entre 11 de Setembro de 1852 e 18 de Junho de 1885, Pedralvas onde moro pertenceu ao concelho de Belém...

Traditional CacheAureus by Kelux

Aureus, como em áurea... Rua Áurea.

Uma boa cache para passar para o Hulkman, que é o rei da Baixa.

***

Ex Mero Motu

É conhecida a ligação do Rui à Força Aérea Portuguesa, assim como é conhecida a importância do concelho da Amadora na história da aviação em Portugal. Vamos assim rever as caches que tem a ver com essa temática.

 

Unknown CacheEMFA byKelux

Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa

 

Esta cache é dedicada à Força Aérea Portuguesa, e colocada perto do edifício do Estado-Maior da Força Aérea onde o Kelux mais velho prestou serviço na Esquadra de Polícia Aérea na década de 1980.

É também dedicada a todos os geocachers que estão ou passaram pela Força Aérea Portuguesa, especialmente no Esquadrão de Polícia Aérea.

Honoramus Principia

Junta o mote da força ao norte e as penas ao oeste

Traditional Cache Fantasia! byKelux

Um avião humano seria irreal?... Não, é apenas pura fantasia!

A História da aviação em Portugal começou na Amadora, de modo peculiar.

A 7 de Julho de 1912 realizou-se o “Concurso de Papagaios”, que iria marcar o início da aventura aeronáutica. Organizado nos terrenos do Casal do Borel, a prova contou com a participação do jet-set de então, sendo Aprígio Gomes talvez o participante mais conhecido.

No júri tinham assento dois membros do Aero-Clube de Portugal, que avaliaram provas de altitude, estabilidade, levantamento de pesos, ângulo e tracção. E em 26 de Janeiro de 1913 e avistou-se o primeiro avião nos céus da Amadora. O francês Alexandre Théophile Sallés partiu do hipódromo de Belém e aterrou nos terrenos do Casal do Borel, partindo parte considerável do aeroplano, e a hélice, na aterragem, perante uma multidão deslumbrada. Com o apoio da fábrica de espartilhos Santos Mattos, após oito dias o aeroplano estava de novo em condições de voar.

Em 1917, realiza-se na Amadora o 1.º Festival Aéreo e em 1919, o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República (GEAR) instala-se na Amadora, nos terrenos onde funciona actualmente a Academia Militar. Durante cerca de um quarto de século, é da Freguesia da Amadora que partem algumas das mais importantes viagens da aviação nacional.

Após anos de entusiasmo pelo pioneirismo da aviação, e de avanços tecnológicos importantes ao nível dos aparelhos, termina finalmente em 1938 a ligação da Amadora à aviação nacional.

No entanto ainda hoje podemos observar verdadeiros prodígios da aviação, como é o caso do avião humano que poderão conhecer ao conquistarem esta cache.

Traditional Cache Nas Asas de um Sonho by Kelux

 

Foi em 26 de Janeiro de 1913 que se avistou o primeiro avião a cruzar os céus da Amadora. Numa iniciativa da Liga de Melhoramentos da Amadora, o francês Alexandre Théophile Sallés parte do hipódromo de Belém e aterra nos terrenos do Casal do Borel, partindo parte considerável do aeroplano, bem como o hélice, na aterragem, perante uma considerável multidão. Nada que fizesse desmobilizar o entusiasmo da população. Com o apoio da fábrica de espartilhos Santos Mattos, ao fim de oito dias o aeroplano estava pronto a levantar voo.

Em 1917, realiza-se na Amadora o 1.º Festival Aéreo e em 1919, o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República (GEAR) instala-se na Amadora, nos terrenos onde funciona actualmente a Academia Militar. Durante cerca de um quarto de século, é da Freguesia da Amadora que partem algumas das mais importantes viagens da aviação nacional. Destas, há a destacar a tentativa de ligação à Ilha da Madeira, por Sarmento Beires e Brito Pais, em 1920; a viagem do Pátria a Macau, com Brito Pais, Sarmento Beires e Manuel Gouveia, em 1924; o voo a Goa, com Moreira Cardoso e Sarmento Pimentel, em 1930; o voo de Carlos Bleck e Humberto da Cruz à Guiné e Angola, em 1931 e a viagem de ida e volta do Dilly, a Timor, com Humberto da Cruz e António Lobato, em 1934.

Fonte: Homens e Aviões na História da Amadora, M. Lemos Peixoto, Ed. CMA

***

Saindo da Amadora vamos visitar o aeródromo de Cascais, em Tires.

Traditional Cache Black Box byKelux

Esta cache situa-se no exterior do Aeródromo Municipal de Cascais em Tires.

 

Traditional CacheBB Deluxe byKelux

Esta cache situa-se à entrada do Aeródromo Municipal de Cascais em Tires.

***

Tributo ao Rui (Kelux) Almeida - II



9 comments

  • Comment Link RKelux
de Almeida 18 April 2012 rkelux

    Agradecemos a disponibilidade demonstrada.
    Gradualmente, à medida que seja necessário, aceitaremos.

  • Comment Link jose pedroso 17 April 2012 zepedroso

    Caso haja necessidade poderei fazer manutenção da cache "Rosa dos Ventos" (ou adoptar) em Sto Amaro de Oeiras, pois fica entre duas caches minhas...
    zepe_ly

  • Comment Link prodrive
13 April 2012 prodrive

    Sim, posso ir tratando da saúde à 1500 :)

  • Comment Link Joaquim Safara 13 April 2012 jasafara

    [quote name="rkelux"]...
    Consoante as caches necessitem de manutenções de fundo, estarão disponíveis para adoção, caso não haja interessados, serão naturalmente arquivadas.[/quote]
    Dentro das actuais indisponíveis acho que seria de manter pelo menos a

    [url=http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?wp=GC220CH][img]http://i47.tinypic.com/2dwh9l.jpg[/img][/url]

    já que faz parceria com uma cache do teu país de adopção.
    E aposto que tens um [url=http://coord.info/GCKH20] "voluntário"[/url] para te fazer a manutenção :lol:

  • Comment Link RKelux
de Almeida 13 April 2012 rkelux

    A mais que evidente futura necessidade de dar para adoção uma grande parte das caches, já permitiu que alguns colegas se oferecessem para recebê-las e outros para mantê-las, mesmo que continuem em nosso nome.
    Por exemplo, o mais natural será que os Faróis regressem ao seu dono original, agora que ele regressou à atividade, etc.
    Imagino que a série presidencial possa ser gradualmente arquivada, pois inseriu-se na comemoração do centenário da República, tal como as restantes 3 (ou 4) a ele dedicadas.

    Consoante as caches necessitem de manutenções de fundo, estarão disponíveis para adoção, caso não haja interessados, serão naturalmente arquivadas.

  • Comment Link RKelux
de Almeida 13 April 2012 rkelux

    Houve também um A Todos um Bom Natal 2008, mas não foi um evento oficial. Inclusivamente levei a questão ao fórum da Groundspeak e apenas faltou lincharem-me... a partir daí, aprendi a lição.

  • Comment Link Joaquim Safara 12 April 2012 jasafara

    [quote name="rkelux"]...
    De facto Portugal não tem 100% dos nossos Hides, pois convêm não esquecer a dezena de plantações amazónicas... estão lá longe, mas são-me muito queridas. ;-)[/quote]
    Lá iremos na parte final da análise :-)

  • Comment Link prodrive
12 April 2012 prodrive

    Um tributo mais do que merecido, ao qual terei todo o gosto em me juntar :)

  • Comment Link RKelux
de Almeida 12 April 2012 rkelux

    Pronto... já lá vem pinguinha, pela certa :oops:
    Obrigado pela trabalheira.

    De facto Portugal não tem 100% dos nossos Hides, pois convêm não esquecer a dezena de plantações amazónicas... estão lá longe, mas são-me muito queridas. ;-)

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