Em 2008 os Geocachers da luta surpreenderam a comunidade com um video hilariante, onde se insurgiam contra os FTF's em dias de semana e o tráfego de geocoins para logro das colecções pessoais!
Hoje a luta continua, mas as bandeiras são as mesmas, ou as reinvidicações adaptaram-se à realidade do geocaching de 2011?
Falâncio: Nada mudou, pá. Nem o governo, pá. É tudo a mesma coisa, pá. Mas a luta continua!
Manager: É a luta pela camaradagem e pelo geocaching com alegria, pá. Tratem lá da entrevista que eu vou ali fazer uns challenges e volto já.
Neto: A Luta só quer que o Geocaching seja o melhor possível, pá! E com muita alegria! Dá-lhe, Falâncio!
Falâncio: Kirikirikiriririri.
A geoChurrascada era já um evento mediático, não só pela sua periodicidade mas também pelo facto de ter sido uma grande candidata ao primeiro Mega Evento da Península Ibérica. Existe alguma ligação entre este evento e a habitual geoChurrascada?
Falâncio: Mega? Mas tem que haver ligação, pá? A malta da Luta quer é alegria. A ligação é a alegria e o convívio anual de todos os geocachers, pá.
Neto: Isso dos números é como a adesão dos trabalhadores às greves, cada um diz o número que lhe vem à cabeça, pá! Aliás, 85% dos números que se dizem em entrevistas são inventados, pá. Tipo este, pá: Cinquenta e três. Kirikirikiriririri. Vinte e nove!
Sendo a data e local os mesmos das anteriores edições da geoChurrascada, podemos concluir que a organização é a mesma, ou por outro lado, foi uma forma que os Homens da Luta encontraram para manter viva a "tradição" mesmo que, em versão low-cost?
Neto: Os homens da luta receberam um anexo ao memorando da Troika, pá.
Coisa bonita, encadernada e encaixotada, com versão em DVD e tudo, pá.
E sabem o que é que o anexo do memorando da Troika dizia, camaradas?
Se alguém souber, que diga, pá. Os Homens da Luta perceberam desde logo que a falta da habitual GeoChurrascada era marosca dos gajos do FMI e tivemos que passar à acção, pá. Kirikirikiriririri. Tivemos que provar que não é só da canção de intervenção que vive o povo, pá. Que a malta quer encontrar-se descontraidamente para comer uma bifana ou duas e beber uma jola, pá. Que essas modernices e complicações de fast-food e catering são um vício capitalista, pá. Tínhamos que fazer algo para preencher esse vazio.
O que muda em termos funcionais, de organização e logística desta para as anteriores edições?
Falâncio: Qual logística, pá?
Neto: Setenta e quatro! Os Homens da Luta estão contra esse tipo de processo burocrata, pá. Cada um leva a sua comida, pá. Deixa de haver essa modernice do checkin e essa besta capitalista que é o pagamento e controlo de acessos, pá. Kirikirikiriririri. Estamos em crise, o evento é grátis, pá. É um evento descontraído, pá. À moda antiga! Com fogareiros com carvão para cada um fazer a sua own febra, pá. Com baldes com gelo para cada um deixar a sua jola, pá.
O que é necessário levar para participar nesta churrascada?
Neto: Alegria, comida e bebida para si e para a família, pá. Uma jola para o homem da grelha. E histórias para contar, pá. E a guitarra, pá. E o GPS, pá!
Falâncio: Kirikirikiriririri.
Que surpresas podemos esperar para o dia 18 de Setembro dos Homens da Luta?
Neto: Talvez haja uma surpresa sim para todos os que forem ao evento, pá.
Os Homens da Luta do Geocaching estão prestes a apresentar algo à comunidade!
Falâncio: Um granda evento, pá. Mas isso não é surpresa nenhuma! Kirikirikiriririri.
Alguma mensagem que os Homens da Luta queiram deixar à Comunidade Geocacher?
Falâncio: Apareçam e façam do Geocaching algo que todos nos orgulhemos, pá!
Neto: A mensagem, pá, é a luta! Dá-lhe Falâncio!
Falâncio: Kirikirikiriririri.



