Carimbar a data
Atualmente uma fotografia digital possui muito mais informação que aquela que é apresentada na composição com dados que vão desde a data e hora em que foi realizada a fotografia como também informações sobre a técnica utilizada, dimensões, resolução e até mesmo coordenadas GPS – Estes são os metadados EXIF.
“Imprimir” a data na composição fica feio, cria elementos distrativos e é extremamente difícil de se remover posteriormente.
Certifica-te que esta funcionalidade está desabilitada no equipamento.

Zoom digital
“A minha máquina é grande bomba com um zoom óptico só 2x mas o digital vai quase até aos 800x, quase que consigo fotografar as células da epiderme da cebola…”
Esquece, a máquina não faz milagres e o zoom digital não é nada mais nada menos que o mesmo processamento que aplicas numa imagem e fazes zoom na aplicação de edição de imagem. Há inevitavelmente perca de qualidade e a máquina tem mesmo de inventar pixeis de imagem para reconstruir a nova imagem!

Auto-retrato
Se há coisa que fica mesmo muito foleiro é ver o teu reflexo (não sejas feio, repara) no vidro do Land Rover que queres fotografar naquela posição manhosa e de verdadeiro piloto. Verifica com cuidado a composição para que a mesma não apresente elementos distrativos de fraco interesse como uma imagem esbatida de alguém com uma máquina à frente dos olhos. De igual forma é fundamental observar se a tua sombra é projetada sobre o assunto algo que acontece com alguma frequência principalmente na fotografia ao final do dia quando a luz solar está mais baixa e faz projeções de sombras longas.

Decapitar o assunto
Estuda a composição com algum cuidado antes de pressionar o obturador. Um dos erros comuns da composição é a decapitação do assunto com as linhas do horizonte. Um horizonte que atravessa o pescoço da tua namorada pode ser resolvido alterando a perspetiva de onde estás fotografar, descer ou subir um pouco a máquina poderá solucionar o problema e já não ficarás mal na fotografia. É mesmo uma questão de perspetiva e angulo de visão.
Entornar o oceano
Novamente estuda a composição. Achas mesmo que a linha do horizonte correspondente ao oceano está inclinada para um dos lados em jeito de entornar aquela água toda?
Não, claro que não e o mesmo principio é aplicado às linhas verticais, não queres tirar o prestigio à Torre de Piza.
Uma boa forma de ultrapassar esta questão é configurar a máquina para apresentar as guias de orientação existindo inclusivamente alguns equipamentos, como a Nikon D700, que disponibilizam um horizonte virtual.
Orienta a imagem por estas linhas e, já agora, tenta que a linha do horizonte fique no primeiro ou último terço da imagem. Evita mesmo que fique no meio, mas isto será assunto para uma próximo artigo “Quero ganhar o GeoFoto”



