20de abril,2026

22 Jul Written by 

Faz Hoje… anos a The Odeceixe Beach

 

Traditional Cache

 

The Odeceixe Beach by zoom_bee , margem direita da ribeira de Seixe, distrito de Beja.

Embora Odexeice fique no concelho de Alzejur, distrito de Faro, esta cache está na margem direita da ribeira de Seixe,

estando assim no concelho de Odemira, distrito de Beja.

O IAAN está certo, o Geocaching.com está mal...

Found it March 27, 2007 by prodrive

16H30M
#354

Esta foi provavelmente a melhor cache do dia. Odeceixe é lindíssimo. Tivémos a felicidade de nos termos enganado no acesso e fomos parar à margem esquerda do rio. As vistas de lá são fantásticas . Só agora reparei que lá também havia uma cache, e ainda por cima novinha em folha . Teria sido um belo FTF, mas fica para a próxima .
O passeio a pé até à cache, foi espectacular, falésia acima, a disfrutar a tranquilidade do local e as vistas fantásticas ao logo do percurso. Aquele local é quase idílico. TFTC. TNLN.

Team Prodrive

Found it October 5, 2005 by 2 Cotas (520 found)

Lá tive que me deixar de me'das e ligar o GPS.
Rásparta a resmenga da cache, podia ter colaborado e deixar de se armar em difícil. Assim que liguei o aparelhometro, apareceu logo ali a rir-se. Safardana! Nunca mais lá volto, prontos…


(Tásmadever um carga de pilhas!)

 

Didn't find it October 5, 2005 by 2 Cotas

Esta foi a do fim do dia e não podia ter acabado “melhor”. Mas olha, foi o que se arranjou!

Chegados á povoação a setinha do GPS indicava mudança de direcção, para a direita, logo a seguir á ponte! Esquecia-se de dizer que havia duas ruas á direita logo a seguir á ponte. Imaginam vocês, e imaginam bem, que enfiei logo pela que não era. Passados 200 metros começa a apitar. Já o conheço o suficiente para ficar “árrasca”. Lá me enganei outra vez…Bem, dou a volta e acerto desta vez. Mal sabia eu. Com o aproximar da praia começo a desconfiar da paisagem. A Nela, toda contente, fala em subir, arvores, paisagem da praia e eu a ver a minha sorte a descer. Chego ao fim da rua com a setinha a mandar-me alegremente dar corda aos sapatos e aviar 300mts de areal, 30 metros de ribeira e 100 metros de uma arriba a pique.

Pergunto ao tipo do bar como é que se ia para o outro lado. Responde o sacripanta com ar de gozo: é a estrada depois da ponte. A estrada depois da ponte já eu tinha despachado. Aliás essa e mais 200mts da outra. Só podia ter obtido uma resposta daquelas, na praia e perguntar como é que se ia pró campo dava asneira. Coisa gira, o tipo cobrava 50 cts por cada pires de tremoços, daqueles em agua laranjóesverdeada. Devia estar a oferecer as bjecas…

Volto para trás e lá me meto a palmilhar a outra estrada, a que estava antes de depois, (ou era depois de antes?) da ponte. Depressa chego ao fim. Lugar para estacionar, ainda arranjo, caminho para subir é mentira…Ainda miro uma subida pelo meio do mato, que aquela máxima do owner não ser masoquista pode não se aplicar aqui. Mas o outro a contar as peripécias sobre as vacas deu-me a impressão que havia caminho melhor.

Uma estradeca subia, na direcção errada, mas nunca se sabe. A Virita é que não foi na conversa e obrigou-me a ir a pé, senão pelo menos até ao primeiro buraco onde coubesse o Mondeo ainda iria. Agora é que era a hora da verdade. Já um bocado tardote, mas lá teve que ser. Estrada acima, pró lado contrario, que isto quando começa mal tassemêmaver. De repente um vestígio de caminho para a esquerda, enfiam todos á desfilada por ali mesmo direito a um canavial. Voltamos para trás e damos de caras com uma cerca toda pimpona. Ainda tentamos dar baldar-nos, mas nada feito. A porcaria da cerca estava lá mesmo á nossa espera. Ainda por cima esticadinha que nem um violão. Afastar o arame farpado para as piquenas passarem tirou-me as esperanças em me safar com os tintins inteiros.

Esse arame deixou-me cá a pensar em duas coisas. A primeira foi porque é que se põe arame farpado daquela maneira e depois, 10 metros mais á frente, se coloca uma cancela aberta ai com 30 metros de largura? A segunda foi não perceber que não tínhamos aprendido da primeira vez. Á volta fomos saltar do outro lado perto da outra cancela também aberta. Em abono da verdade, agora só as uns 5 metros. Provavelmente a haver terceira estaria fechada… Continuámos.

Avistamos os tais animalejos tamanho família, as arvoresitas que por ai havia e chegamos ao local. As piquenas desatam a tirar fotografias para aqui e para ali, aos “ai tão lindo” e aos “ui tão bonito”, mas cache népia. Procurei nos sítios óbvios. Nada. Nos sitio nada óbvios, nada. Nos sitio improváveis, nada, pouco prováveis, nada, prováveis, nada. Onde eu esconderia, nada. Á vista. Nada. Escondida. Nada. Em cima, em baixo, de lado, por detrás, pela frente. Nada. E a marias todas contentes a melgar o por do sol. Fonix, não há sol que me aqueça.


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