
O owner diz que é preciso molhar o pé, o que as fotografia acima indiciam...
O acesso ao local não é fácil – tal como esta agora é necessário ir pelo próprio rio, e isso só se consegue quando o mesmo tem pouca água e podemos saltar de pedra em pedra . Mas para aqueles com espírito de aventura, garanto que vai valer a pena.
Mas o último a lá ir conseguiu ir a seco...
January 24 by enaoeNE
Finalmente fiz esta cache!!! Andava mortinho para a fazer pois falavam muito bem dela e agora sei o porque!!! Local lindissimo...para que viajar para fora de Portugal quanto temos locais lindos!
A tarefa de chegar ao GZ foi dura...na tentativa de ficar com os pes secos, foram voltas e mais voltas...mas consegui!!!!
TFTC
Um DNF com poema
February 17, 2010 by play mobil
Poema do Vale Mourão
Eu quero aqui descrever
um poema a valer
desse Vale dos Mourões
Quero aqui contar a vida
que foi pelos séculos seguida
de diferentes gerações.
Lá no Vale dos Mourões
chamavam-se então Mouros
o povo que ali habitou
mas o nosso primeiro Rei
para alargar Portugal
dali os desalojou.
O Rei assim quis agir e
do Vale os fez partir
sem quaiquer contemplação
mas o vale ficou sempre
pela origem dessa gente
a chamar-se dos Mouróes.
Desde que a Mourama acabou
esse vale passou
desde então a ser cristão
mas o nome não mudou
e para sempre ficou
como relíquia e tradição.
Os séculos foram passando
lentamente se escoando
através da nossa história
e então muito mais tarde
um povo ali fez alarde
sua influência é notória.
Começou então nessa era
de mil oitocentos e tal
ali grandes construções
azenhas no fundo do Vale
caminhos que serpenteiam
em todas as direcções
Tudo foi começado
nesse tempo recuado
em que moagens não havia
para dar de comer ao p0vo
trabalhavam o inverno todo
as azenhas noite e dia.
Ainda lá está esculpida
numa pedra legível
a data da fundação
dessa azenha hoje em ruínas
mas que foi muito importante
nesses tempos de então
Mil oitocentos e quarenta e dois
é a data certa pois
que ela foi construída
e viu trabalhar então
ai muita geração
ao longo da sua vida
O Pego é ali ao pé
nele nada mudou
conserva as pedras agrestes
mantidas em equilíbrio
e as flores silvestres
desse tempo que passou.
O Pego é da minha aldeia
sua relíquia afinal
mas já é bom de prever
com o progresso a crescer
ainda virá a ser
monumento nacional
O progresso galopando
o mundo vai estragando
vai matando a natureza
mas nada ali tem mudado
o Vale tem conservado
ainda a sua beleza.
Agora para terminar
apenas uma coisa peço
nunca levem até aoVale
essa máquina infernal
que tem por nome progresso.
Amilcar Pinga
poeta popular
(Falecido em 2002)
E umas belas fotos. A seguir as da listing, mas vale a pena ver a galeria...







