
@14:53
Primeira abordagem e fomos dar logo com um caminho interrompido, mas um simpático senhor que por ali também ia passar de bicicleta prontamente nos leu os pensamentos e nos indicou o caminho exacto até ao ponto inicial, parecia que sabia exactamente ao que íamos, vai daí ainda era o fantasma do lavrador algarvio
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Do ponto inicial ao final não havia que enganar, ainda por cima com aqueles waypoints melhor era impossível... Curioso o facto de ali no meio do nada estar um cão preso a uma árvore...
E aquela casa era um antigo apeadeiro ou quê? Também curiosa a sua localização...
Interessante conhecer o local da encruzilhada do ramal de Sines com a linha do Algarve.
O container estava cheio de água, mesmo metendo algum tempo ao sol ainda ficou bastante húmido por dentro...
TFTC
Durante muito tempo vamo-nos deparar com logs do jeremiasgato. Que sirva para o relembrar.
Deixando esta cache para última devido às suas características lá fomos nós já com o sol posto e a começar a ficar escuro demais para o nosso gosto, em busca desta cache. Ligámos umas lanternas e nada, foi então que recorremos a uma lanterna tipo farol marítimo, de fazer inveja aos combóis que por ali passam, e logo o caminho a seguir apareceu. Depois foi só contornar eucaliptos cortados, lama, água, lebres e mais umas tantas coisas até ao GZ. Quando lá chegámos parecia que estava lá um X a dizer "é aqui" e rapidamente fizemos o log para regressarmos a casa.
Fica para uma próxima vez ver passar o combóio das 21:30.
Sob pena de estragar a surpresa aos futuros visitantes, não poderei alongar-me muito acerca desta cache mas existe sem qualquer dúvida algo que posso dizer:
Foi muuuuuuito divertida e até tivemos a sorte de ver passar o amaldiçoado foguete.
Eu diverti-me muito mas houve quem se divertisse ainda mais com as figurinhas tristes que eu fazia. No final, e antes de partimos todos, o homer, sicapelo, alieri, golfinha e eu para uma bela jantarada, ainda deu para espicaçar os canitos da zona e deixa-los todos em alvoroço. ![]()

Cerca das 21:30 lá estávamos, e de facto houve luzes por cima da locomotiva. Não vimos felizmente o olhar tresloucado do maquinista porque era noite cerrada, mas tirámos foto do acontecimento. Tememos que qualquer força sobrenatural tenha impedido melhor qualidade.
Provavelmente essa mesma força sobrenatural também impediu que as nossas lanternas de LEDs dessem com as pistas da cache (não levem este tipo de luzes) pelo que um telefonema ao Filipe resolveu a questão pois trouxe luz mais forte que terá assustado ou vencido as trevas.
Na habitual boa companhia do Fiipe terminámos a aventura, seguros e sem sobressaltos, mas acabámops por achar que acabou depressa (como tudo o que é bom).... ![]()
TFTC



