
Do último que lá foi um log em português da Galiza.
Operación "A #500" ![]()
Antes de baixar a BTT do coche fixen algunhas das caches de Arcos, para que deran as contas
, logo montar na BTT e 15 km de carretera ata "Cabreiro", logo subir por pista ata a "Milestone". Dende aqui o camiño empeorou bastante, e non mellorou ata chegar a Travanca, onde collin a carretera ata AV. De camiño varias caches que quedaran para o recordo nun gran día. Por causa do calor e a falta de auga ó final
, decidin deixar o Gião para outro día.
-Ganda Pedrada [Peneda]:
Decidin faer o "ataque" a cache dende ponente, pois o camiño era un pouco mais cortiño que dende o Poulo da Seida
. Seguin o camiño marcado dende o Poulo da Seida,(o cal esta en moi mal estado) ata o inicio da camiñada. Tras deixar a BTT no medio do monte
, toca andar monte arriba uns 5-6 km ida e volta +/- (Incluindo a visita a cache "RoTTarcos 12 - Serra do Soajo").
As fotos non fan xustiza ó lugar, as vistas dende arriba son fantasticas: Arga, Corno do Bico, O Geres, e alguns montes de España
incluso,todo a pesar de faer algo de nevoa.
Obrigado pola cache.
TFTC
E desde o 25/4 só teve mais esta visita...
#2169
Dia dedicado à ascensão ao cume da serra do Soajo e a esta cache.
Chegados ao wp recomendado de estacionamento, deixámos o cachemobil e iniciámos os preparativos do demais equipamento: botas, comida, água, chapéu, etc. O dia amanheceu algo nublado e na tarde anterior quase parecia um verdadeiro dia de inverno com a chuva e nevoeiro a descerem a cotas bastante baixas. Contudo no dia de hoje, S. Pedro brindou-nos com uma manhã magnífica para fazer geocaching e passear: ao pouco nevoeiro ainda existente, sobretudo nos pontos mais altos da serra, deu lugar um radioso sol sem nuvens com horizontes a perder de vista.
Assim, pelas 10h iniciámos a caminhada. Á medida que íamos progredindo no terreno, fomos brindados com excelentes vistas para as montanhas e vales lá mais abaixo! E que vistas soberbas! Sem dúvida que é nestes dias de boa visibilidade que estas caminhadas devem ser feitas. Também as vacas lá iam dando um ar da sua graça, pontilhando aqui e ali desde a base da montanha até ao cume, como mais tarde pudemos constatar. Á nossa frente erguia-se um imponente cume de pedra parcialmente tapado por nevoeiro, o que obviamente foi motivo de grande alegria estar a visionar o nosso objectivo. Contudo, mal sabíamos nós que aquele cume escondia um outro ainda mais elevado, esse sim o nosso verdadeiro objectivo.
Pouco a poucos íamos subindo a montanha, apreciando sempre o majestoso cenário a nossos pés, e parando de vez em quando para um gole de água e saborear uma pequena merenda. Não há duvida que estes prados de montanha, estes cumes de pedra, este silêncio e paz absolutos são algo de simbólico deste alto Gerês. Após chegarmos ao final da estrada de terra, a pouco menos de 1200m de altitude, iniciámos então a progressão no trilho de pedras, bastante mais exigente fisicamente, que nos levou ao dito cume de pedra que há muito vislumbrávamos lá em baixo. Fizemos duas paragens neste trilho, pois o cansaço acumulado, aliado à avançada hora do dia em que as nuvens já se tinham dissipado e dando como tal lugar a algum calor, já era algum. Foi então que desconfiámos que aquele não seria o nosso destino, pois estando tão perto do cume, o gps ainda nos mandava para uns 900m mais à frente. Continuando a avançar, e apreciando as magníficas paisagens que superaram sempre as nossas expectativas, fomos subindo cada vez mais – agora sem trilhos definidos – até atingir uma mariola gigante e da qual pudemos finalmente vislumbrar o objectivo final: o cume da Pedrada culminando mais à frente, após um vale, a 1416m de altitude! Ganhámos um novo ânimo para a estirada final, começando por escolher o melhor caminho para descer o vale que ainda se estendia à nossa frente. Como a vegetação a esta altitude já é rasteira, a coisa foi feita sem qualquer problema. Chegando ao fundo do vale ainda pudemos apreciar a nascente de um dos muitos rios que nascem nestas paragens e que vão alimentar animais e populações lá mais abaixo. Estávamos então a postos para a etapa final, a subida para a Pedrada. Esta foi feita naturalmente com grande ansiedade e expectativa e eis que em num ápice já estávamos no gz, a escassos metros do cume a apreciar toda aquela envolvente inesquecível! No topo do maciço Penada-Soajo tínhamos o mundo a nossos pés. Vales e montanhas a perder de vista, com franjas de nevoeiro a encobrirem as terras mais baixas, no meio de um silêncio absoluto. Acima de nós somente o voo de uma rapina de grandes dimensões (águia-real?) dando-nos conta que estamos a uma altitude bem elevada. Após facilmente encontrarmos a cache e apreciar a vista do cume, ficámos por ali a almoçar, a saborear uma merecida refeição e com a grande satisfação de termos cumprido a nossa missão. De facto, poucos são os que vêm até aqui, como se pôde constatar no livro de visitas: fomos somente e segunda visita neste 2011 que já vai avançado.
Finda a refeição, foi altura de nos prepararmos para o regresso. Mochilas às costas e toca a descer calmamente, e apreciando novamente a paisagem agora sob outra perspectiva. E findas 5h.30 desce a nossa partida, eis-nos chegados ao cachemobil, cansados e moídos, mas com uma grande dose de satisfação que jamais vamos esquecer. E para acabar o dia em beleza, fomos até à vila do Soajo, onde mais abaixo nos pudemos deliciar com um dos melhores banhos de sempre, no Poço dos Negros!
Esta é sem dúvida das melhores caches de sempre que tivemos o privilégio de procurar! Quem gosta de grandes caminhadas solitárias na Peneda-Gerês com paisagens de cortar a respiração, esta é uma cache que prontamente recomendamos.
Um muito obrigado por este dia e experiência inesquecível!
Pode ter poucos founds, mas nada de logs de sofá!
Acta de arquivamento de registo ... ![]()
Aos 13 dias do mês de Outubro do ano de 2010, após visita à cache e consequente verificação do respectivo livro de registos, com o poder e a obrigação que me são devidos, apaguei o registo de "found" de 30 de Dezembro de 2009, do"user" ProJet, que não constava e que dizia o seguinte:
quote:
Em digressão.
Obrigado pela cache.
Obrigado ao owner.
Tirei nada, deixei nada.
On tour
TFTC
TFTO
TNLN
Que aqui fique registado também que já anteriormente havia contactado via email, em tom cortês, o referido user, para uma explicação a respeito, nunca tendo recebido qualquer resposta ...
A todos os restantes geocachers que "de facto" por ali passaram e ao cuidado que com ela tiveram, o meu Obrigado, pois fui encontra-la num estado impecável.
Fim da acta !!!
No Dia Internacional da Mulher, três corajosas conquistaram a Pedrada

No dia 8 de Março de 1857 operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas. É por este facto desumano que o Dia Internacional da Mulher é assinalado a 8 de Março. Querem melhor data para realizar uma expedição no feminino à Pedrada???
Pois é, este foi o dia em que aqui a Je, no seu ritmo lento e pardacento, mas não menos válido (ou não fosse eu educadora de adultos!!!), conquistou o topo da Pedrada, acompanhada por duas excelentes companheiras de luta: C.Parente e Shalmai! ![]()
O plano de ataque havia sido traçado... ora se uma viatura 4x4 nos permite andar menos, é isso mesmo que temos de arranjar!!! ![]()
Cravado o cachemobile, lá vamos nós serra acima todas contentinhas
... bom, a Shalmai, não dizia palavra... com um bocadinho de medo, acabou por confessar
!
Chegadas ao estacionamento aconselhado houve que largar o conforto da viatura e dar corda aos calcantes... mas um pouquinho à frente tive de pedir uma paragem, na minha cabeça apenas conseguia ouvir a assistente de bordo do velhinho Laguna do meu pai: "carburant niveau réserve; autonomie limité"
... a modos que estava na horinha de comer, afinal também era quase meio-dia!
Forças retemperadas, ála que se faz tarde! E aí começou a nossa odisseia... ora circundamos por aqui, depois subimos por acolá, apanhamos a espinha da serra ali (esta foi sem dúvida a minha aprendizagem significativa do dia... as serras também têm espinha!)
... pelo meio os primeiros vestigios de neve, chuva de neve, a máquina fotográfica quase foi para o estaleiro com a brincadeira (assim deu para tirar fotos com efeitos especiais!)... segundo cume vencido... olhar para os GPS... que estavam meio loucos... é para ali... e lá fomos... sobe pedra, desce pedra... é ali, está mesmo a ver-se, naquele monte de pedras, aquele que há bocado nos parecia duas pessoas... estamos mesmo a chegar... chegamos???... Ohou, afinal é naquele cume
... Acham? Mas aqui diz que faltam 650m e aquilo é tão longe? Pois, se calhar a direito é... toca a descer, que depois é a subir!!!
Nos entretantos mais umas fotos para a posterioridade, mais umas brincadeiras ao faz de conta e o vento que decidiu juntar-se-nos!
A Shalmai foi a primeira a conquistar a Pedrada, moi même the last, but certainly not the least!!!
Mais fotos, uma visitinha ao marco, a descoberta de um presépio ali tão no alto, umas vistas fantabulásticas!!!!
A descida, bem mais a direito... não fomos ver as montras ali ao cume do lado
... foi feita sob a supervisão do senhor Vento, bastante incomodativo, fez os olhos chorar perante tanta beleza!! ![]()
Obrigada pela cache, o motivo mais que perfeito para fazer esta caminhada, para me desafiar a mim mesma e para quebrar o ritmo alucinante do dia a dia de trabalho!!
In: mexilhão
Out: porta-chaves

Um FTF na #100 cache foi mesmo uma boa prenda de anos adicional à fantástica caminhada que esta cache propiciona.

FTF ![]()
Com esta cache fantástica, neste lugar fabuloso, celebro a minha centésima cache (#100) no meu dia de aniversário. O dia para cá vir começou cedo. Pouco passava das 6 horas da manhã, eu e o Vítor (cunhado), pusemo-nos a caminho para caçar esta cache.
Viemos até à Branda de Grovelas, e pedrada acima (fazendo jus ao seu nome) atacámos a cache. Foi duro, muito duro... pelo caminho vimos o fojo do lobo, com a sua muralha virada para este e o respectivo fosso.
Como no ano anterior houve incêndio por esta bandas tivemos direito a sujar a roupa toda nos sarrafos, pelos quais passámos.
Ao chegar ao ponto mais alto da Serra da Peneda, aproximaram-se de nós 4 caçadores (um deles já trazia o almoço à cinta) que nos contaram que o lobo tinha atacado uma vaca, ali perto. No regresso avisámos os habitantes onde esta se encontrava. Digo-vos, esta gente merece o nosso respeito, quer pelo trabalho que ainda fazem, quer pelo coragem e humildade com que se relacionam com esta serra. Bem hajam!!!
Pelo caminho percebi a razão da escolha deste local pelo nosso amigo PxLobo, isto porquê? Porque é aqui, numa corga, que o lobo se reproduz. É aqui que ele impera! É aqui que ele se alimenta!!! E mais, até é aqui que tem o Fojo do Lobo, onde antigamente era capturado!!!!
Parabéns PxLobo... Aqui dominas!!!!
Inicío da caminhada: 7h20
Chegada à Pedrada: 8h20
Na descida seguimos pela cache do Poulo da Seida(GCJ57Q), aqui tão perto, logo depois do muro do fojo! Do Poulo ao local de estacionamento fomos em passo de corrida, serra abaixo, quais cabritas! Lá aguardava-nos o lanche matinal. Este foi volante, à medida que caminhávamos para a Peneda, para mais uma cache lendária que não era visitada há nove meses! Difícil mas igualmente espectacular (GC640F) e mais, é das primeirinhas do Geocaching em Portugal!
In: TB United for diabetes + Máquina de calcular
Out: Bússola + Tabuada Ratinho




