
Vista lá de cima!
É complicado lá chegar
Para chegarem á localização da cache devem seguir em direcção a Braga, aí seguem a direcção de Vila Verde. Passam a avenida principal do centro de Vila Verde em direcção a Portela de Vade. Entre Vila Verde e Portela de Vade têm um caminho sempre a subir cheio de curva-contra-curva. Passam a Portela de Vade e têm um corte á direita com umas placas a dizerem: Aboim da Nobrega, Mixões da Serra e Gondomar (N 41º 43.556 W 8º 24.889), cortem para aí. Seguem sempre em frente até um cruzamento que tem um café chamado "Ponto de Encontro" em N 41º 45.780 W 8º 21.911, aí continuam em frente na direcção de S. João do Barral, mais á frente encontram um corte para esquerda a subir, vão por aí. No topo da subida seguem em frente, não cortem para a direita. Começam a descer passam por um campo de futebol e continuam por essa estrada, até encontrarem uma placa do lado esquerdo que diz: Sra. do Livramento, cortam para aí, começam a subir em direcção á capela do Livramento em N 41º 46.453 W 8º 22.725 e depois de passarem a capela é só continuarem a subir em direcção às coordenadas finais. Um pouco antes das coordenadas finais a estrada acaba e passa para terra batida, mas a subida pode ser feita por um carro comum. Estacionem o carro junto à antena.

os FTF's apenas quatro meses depois da publicação
ClCortez, Cláudia, Paula, Rafael, Cache-a-Lot,Luísa, Páscoa e Cachapim.
9h
Depois de um dia de viagem a cachar e de uma curta noite passada em Braga (cidade que eu adoro) levantámo-nos cedíssimo para um dia de caches no Gerês, o sonho de qq geocacher aventureiro.
O Páscoa e a Luísa sairam de casa ainda estávamos nós a levantar, e por isso quando lá chegámos já eles esperavam por nós à um bocado.
Não foi difícil lá chegar, as indicaçõs por telefone de quem já lá estava e conhece a região ajudaram.
Parámos no cafezinho mesmo antes de começar a subir, e enquanto o tomávamos ouviamos o taberneiro a falar cultamente sobre o estado da região e a do próprio país, saliantando que apesar de estar num dos concelhos mais pobres do país (Ponte da Barca) sabia o que de mal vai neste país. Tínhamos, pois, assunto para muuuito tempo..
Depois desta (mais uma) agradável surpresa (e o próprio café foi outra, não conhecíamos esta marca de café mas é bem saborosa) outras se seguiram.
Subimos até onde o alcatrão acabava, os outros 4 geocachers deixaram aí os seus carros mas nós os 4 fomos até lá acima. O frio que se fazia sentir era de cortar, nem mesmo os mais sofisticados cortavento nos faziam para de tremer...
Enquanto uns se deslumbravam com a vista outros procuravam a cache. Tudo foi um pouco tentado, mesmo até escalar ao ponto mais alto (coisas de um gajo maluco qq, n me vou acusar) apesar de a rocha estar bastante escorregadia.
De nada valeram os esforços, seria a Luísa a achar a cache com bem menos esforço...e mais olho!![]()
Esta foi a melhor maneira de começar o dia, excelente cache numa região muito bonita! A vista do local é excelente, e lá no alto como que nos sentimos que reis deste reino dos Burios!![]()
Obrigado pela escolha deste local, vale bem a visita!
Daqui seguimos para as Árvores, no Lindoso.
In: TB Paparuko
Out: Lanterna (que o Rafael fez questão de usar)
Cláudio Cortez, Paula, Cláudia e Rafael
P.S: Já depois de ter visitado esta cache vi um programa do José Hermano Saraiva que falava sobre este Reino dos Burii (ou Burios, como ali lhes chamavam). Claro que depois de conhecer a história e o local ainda me despertou mais a atenção, mas mais uma prova que o geocaching além de um óptimo dinamizador de lazer é também uma fonte de cultura!



