Lmcadete Escreveu:Não foi minha intenção personificar estes factos, mas já que o referes, posso te dizer que nunca o fiz quando vou às caches sozinho, não tenho outro remédio senão contar as gaitinhas para conseguir as coordenadas finais.
Naturalmente que já entrei em filmes destes quando vou em grupo, mas por vezes fico com a sensação que perdi qualquer coisa ao não ir aos restantes pontos, talvez arrependimento.
Já todos entrámos, e voltaremos a entrar. O arrependimento não mata.

Podemos sempre voltar atrás e fazê-la novamente. Por acaso, já visitei mais vezes uma Letterbox (com pontos intermédios) de outro owner, do que qualquer outra cache minha. No entanto, continuarei a ir directo a pontos finais. Já aconteceu e, certamente, voltará a acontecer.
Lmcadete Escreveu:Com este tópico foi minha intenção discutir apenas a generalização de uma das maneiras, percisamente a contrária à que levou ao espirito da criação da Multi-cache.
Todos nós sabemos que cada um é livre de fazer como quer e isso nunca foi metido em causa.
Como curiosidade, e dado que falas de 2007 numa tua outra resposta, até Jul/2007, tenho publicadas 1298 caches em Portugal, 242 eram Multi-caches, ou seja 18%. De Jul/2007 até hoje, tenho 6718 caches publicadas em Portugal, 1095 das quais são Multi-caches. Esse número representa 16% do total das caches publicadas no período citado.
Significa que, em proporção, o número de multi-caches até desceu. Há é mais, como é natural. O geocaching não se cristalizou, é uma actividade com números de evolução expressivos. Está a mudar. Temos é que nos adaptar às mudanças e olhar para as questões por outra perspectiva.
Esperar que os outros façam o geocaching como nós idealizamos é algo completamente infrutífero, só leva à frustração. Pesquisem por "angst" no fórum do Geocaching.com e verão...
No entanto, e focando no que me parece o teu tema, se há Multi-caches que poderiam ser Tradicionais? Sim, poderiam. Mas o owner não quis, quis fazê-la de maneira diferente. Nós temos uma Multi-cache cujo ponto final fica a 5 metros do ponto inicial. Podia ser uma tradicional? Claro que sim. Mas optámos por fazer desta forma. Se toda a gente faz a cache como foi pensada? Claro que não. Aliás, borrifo-me nisso. Encontraram a cache? Porreiro. Só espero que tenha sido uma experiência positiva, se não foi, se foram directos ao caixotinho, etc, bom para eles. Não altera, de modo algum, aquilo que sinto pela cache, independentemente da forma e conceito utilizado.
Temos que ter cuidado com as generalizações. Parece que anda aí uma corrente negativa, tudo está mal, nada se faz bem, antigamente é que era. Diz-se isso porque se sofre de amnésia selectiva. Tudo o que estamos a viver agora, já tinha sido inventado antes de 2007 (por exemplo

). O que acontece agora é uma repetição mais frequente do que vinha acontendo a espaços. Apenas isso. Aprendam a viver com a mudança. Custa, bem sei, mas o resultado é, na minha opinião, muito positivo.
Luís,
no hard feelings, como seria de esperar!