migueis Escreveu:Ficam sim com o neme da cache. Ou melhor, é a cache que é passada para o equipamento. O POI apenas sobrepõe uma imagem com alguns atributos que também podem ser filtrados através dos POIs.
Tens razão. Depois estive a ver e está lá tudo certinho. Estava a confundir com os additional waypoints que ficam com o código e é muito trabalhoso relacioná-los com a cache a que pertencem.
migueis Escreveu:Não. Não consigo saber. Mas para que quero saber no terreno se a cache que está a 200 m de mim é uma pioneira, é dos GPS 2011 ou 2012?
Sei que é uma cache que considero especial e quero fazer. Mais logo já sei de que se trata. Não acho isso relevante. O que mudaria saberes a que categoria pertence, na busca da cache?
É um pormenor. Há situações em pode dar jeito saber. Ex: só posso fazer uma e tenho 2 caches marcadas. O periodo de votações está a terminar e quero ir fazer a de 2012 e deixar a de 2010 para mais tarde. Mas isso é apenas uma questão de aprimorar quais caches levam a marcação, se fosse essa situação só marcava as de 2012 antes de sair de casa (perfeito perfeito era podermos ter varias marcações disponíveis: verde, azul, vermelho, amarelo, etc...).
migueis Escreveu:Falhou-te uma coisa importante.
Quando eu digo no Select Location que quero a Home, estou a dizer que quero as 3500 caches mais próximas da Home. Se dissesse no Set Location que era a tua casa, então carregava as 3500 caches mais próximas de tua casa.
No fim de semana vou para baixo. O meu set location será daí.
Ao fim da noite estive a rever o vídeo e vi esse pormenor. Passou rapidinho e nem dei por ele da 1ª vez.
Eu nunca uso esse tipo de filtros por proximidade de modo a evitar centros com aglomerados de caches que não me interessa ter e que estão mais próximos de mim e iam ocupar logo todas as vagas, em vez de outras zonas mais "desabitadas" que me interessa ter. De qualquer modo, pode-se sempre preparar um filtro previamente para fazer o apanhado que nos interessa e usa-lo como Filtro Pessoal.
De notar que os meus comentários não são no sentido de desvalorizar tanto o trabalho da macro do António (incluindo os devidos créditos a quem de direito) nem o do Óscar neste artigo, servem apenas para esclarecer algumas dúvidas que me surgiram, várias sem fundamento de existirem, e tentar perceber como usar esta técnica para um melhor proveito pessoal. De qualquer modo é um excelente trabalho (devia ter dito isto logo e tinha evitado alguns telefonemas ameaçadores que recebi esta madrugada...). E agora vou ali acabar a semana de trabalho para esta tarde rumar às terras geladas do Norte...