17de abril,2026

RubenVasconcelos

RubenVasconcelos

Sunday, 09 November 2014 17:00

Madeira Report #17 by RubenVasconcelos

Geocoins e suas coleções

Uma Geocoin é uma espécie de moeda introduzida no Geocaching e como não podia deixar de ser, possui um número de registo único para cada moeda o. Uma vez efetuado o registo da moeda, esta, passa a ter um dono efetivo e pode começar a fazer movimentos de cache em cache ou então, fazer parte de uma coleção privada.

O código de registo inscrito na moeda, quer numa das faces, quer na sua espessura, é o que nos leva a visitar a página dedicada a esse item e onde nos permite visualizar todo o percurso efetuado pela mesma. Embora todas as geocoins possuem um código de registo, nem todas são ativadas. Existem coins de produção limitada logo, são já raras de encontrar, uma peça rara e ainda por ativar vê o seu valor aumentar pelo que, estamos a falar de umas verdadeiras obras de arte em que verdadeiros colecionadores desejam obter as suas obras no estado mais puro possível.

A titulo de curiosidade, a primeira geocoin altivada e posta em circulação, data de 20 de Setembro de 2001 com o nome: “ Moutain10bike Geocoin #002”. Pode visualizar a sua página aqui.

As coins (ou Geocoins) apresentam as mais variadas formas, possuem as mais variadas dimensões, variadas cores, são feitas de vários materiais que vai desde metal, madeira, vidro, plástico etc.

Certamente muita gente já encontrou uma Geocoin numa cache e teve a oportunidade de apreciar a sua beleza e os seus detalhes muitas vezes tão bem esculpidos nos diversos materiais que podem ser fabricadas estas coins. Cada vez mais, é menos frequente encontrar-se estes tesouros em caches pois os owners optam por tê-las como objetos de coleção pois o receio de as perder é grande, optam pelo seguro e apenas partilham os códigos ou fotos das mesmas. Como nem sempre uma imagem vale mais que mil palavras, os owners as vezes optam por transporta-las até aos eventos para que os geocachers presentes possam vê-las in loco e apreciar a verdadeira beleza destas peças que muitas vezes as fotos não conseguem captar.

Na Madeira, o número de geocachers que colecionam estes items tem aumentado e temos já grandes e belíssimas coleções de Geocoins. As coleções possuem um tema ou então são colecionadas apenas pela beleza de cada peça ou pelo significado que a peça tem para o geocacher que a coleciona.

 Exemplo de uma coleção que cumpre um padrão, é a coleção do geocacher Madventure4x4 que colecciona geocoins Portuguesas e conta já com uma colecção de considerável dimensão. (Poderá visualizar parte da sua colecção aqui). Este coleccionador  de coins Portuguesas, tem especial carinho pelas produções nacionais que o levou a criar uma lista das mesmas, com diversas informações sobre estas nomeadamente o ano de produção, material produzido (tipo de metal) a quantidade produzida e consequentemente, se é uma coin de produção limitada (com poucos exemplares produzidos). Consultar a lista aqui

 

Pyllypsyus, é também outro geocacher Madeirense dedicado à ccolecçãode coins. A sua coleção conta já com cerca de 200 coins, diversos formatos, diversas cores e algumas de tamanho fora do comum.

A sua colecção não pode ser definida com um padrão, pois os temas são variados, as origens são também elas variadas.

Na sua colecção possui coins mais comuns, mas também possui algumas raridades algumas das quais raramente são vistas e até desconhecidas dos geocachers em geral (mesmo os que gostam desta vertente do geocaching, que são as coins).

Poderá visitar uma pequena amostra da sua coleção aqui

 


Vários são os geocachers madeirenses que tomaram o gosto pelas coins e alguns possuem pequenas colecções dos mais variados tipos. Com mais ou menos temas representados nessas colecções, cada peça possui uma beleza ímpar por todos os seus detalhes cravados no metal (ou nos diversos materiais), certo é, que as colecções aumentaram muito em parte pelo vandalismo que foi aparecendo nas caches e que fez com que o receio de por coins em circulação aumentasse. Verdadeiras obras de arte são criadas, as quais ninguém fica indiferente, daí, as colecções ganham novos números, novas proporções.

Um exemplo de uma colecção pequena e quem também conta com algumas peças já raras, é a coleção da FariaFamily.

Com cerca de 30 coins, os temas são variados, mas todos eles com um significado especial.

As cores, representam a alegria com que vivem o jogo, juntos e em família. Como existem um membro mais novo, não poderia faltar as coins dedicadas ao mesmo.

Poderá visitar part da colecção desta família, aqui

                                                                

Aos poucos, as colecções vão ficando cada vez mais ricas, com peças comuns entre as raras, com cores e temas variados. Muitos são os que ganham interesse por estas peças, muitas vezes vistas em eventos e...começa a procura.

Agradecimento especial ao Phyllypsyus por ter cedido fotos da sua colecção.

Agradecimento especial ao Madventure4x4 por me ter confiado a sua colecção para recolha de imagens.

Agradecimento especial à FariaFamily por me ter confiado a sua coleção para a recolha de imagens.

Sunday, 22 December 2013 17:00

Madeira Report #16 by RubenVasconcelos

HISTÓRIA DOS SALTADORES DA CORDA PERDIDA

ORIGEM E MEMBROS DOS SALTADORES

 Os “Saltadores da Corda Perdida” são um grupo de amigos praticantes de Geocaching, que no entanto já se reuniam muito antes da sua fundação oficial.

A ideia da criação do grupo enquanto tal, surgiu numa das nossas reuniões preparatórias de toda a logística necessária para a longa caminhada de 2 dias que faríamos no fim-de-semana seguinte, à zona do Galhano. 4ª feira, dia 3 de Julho de 2013 pelas 22h00. Estávamos reunidos a planear a epopeia que se avizinhava, quando alguém lembrou-se de pegar num pedaço de corda que por ali estava e começou a reviver a sua infância… saltando timidamente à corda! Começamos todos a observar o desempenho do destemido “Saltador”… e não é que a brincadeira pegou?? Poucos momentos depois todos já queriam experimentar, e aí a galhofa foi total!!! “Salto eu”… “Saltas tu”… “Saltamos nós”… “Agora eu entro outra vez”… “Sai daí! Agora sou eu!!”… foram estas algumas das frases que iam-se ouvindo (entre outras que não podemos retratar aqui!). Após alguns minutos a pular, estava dado o nome ao nosso grupo: ”Os Saltadores da Corda Perdida”!!

Acreditamos que ao lerem a designação do nosso grupo lembraram-se quase de imediato da saga “Indiana Jones”, da qual faz parte a película “Os Salteadores da Arca Perdida”. Inclusivamente, alguns de nós enganava-mos nas primeiras vezes que citávamos/escrevíamos este nome, tal a semelhança.

Passemos à apresentação dos membros efectivos dos Saltadores: Rui e Sara (team “Madventure4x4”); Carlos, Cesénia e o jovem Tomás (team “fariafamily”); Carlos e Filipa (team “carlospratoprego”); Paulo, Marisa e a benjamim Ana Sofia (team “PMARQUESLB”). Mais à frente voltaremos à questão dos membros deste grupo, depois vão perceber porquê…

Como já foi referido, a 1ª grande aventura dos Saltadores da Corda Perdida foi a grande caminhada de 2 dias ao Galhano no fim-de-semana de 6/7 de Julho, com pernoita/acampamento incluído!

À medida que a data ia-se aproximando, maior era a nossa ansiedade em relação ao passeio, mas sempre sem descurar a vertente logística, que obrigou a um planeamento cuidado. Passaríamos uma noite muito longe da civilização, e como estaríamos tão afastados não poderia faltar o essencial, mas também tivemos em atenção ao peso que poderíamos carregar para a caminhada não tornar-se demasiadamente fatigante.

Na noite anterior à caminhada escusado será dizer que todos nós dormimos pouquíssimas horas, quer por ainda estarmos a olhar para as mochilas e tentar ver a melhor maneira de carregar “tanta coisa”, quer simplesmente pelo nervoso miudinho que se apoderou da maioria de nós (para não dizer de todos nós!).

A NOSSA 1º GRANDE AVENTURA: O GALHANO – O 1º dia

Para esta nossa grande aventura tínhamos quatro grandes objetivos em mente: a) visitar as caches já existentes ao longo da Levada da Ribeira da Janela; b) colocar novas caches nessa mesma Levada numa fase posterior às já existentes; c) subir o leito da Ribeira da Janela até à zona do Rabaçal; d) o mais importante, fazer um fantástico convívio entre amigos!!

O percurso iniciou-se na Câmara de Carga da Central Hidroeléctrica da Ribeira da Janela, no sítio dos Lamaceiros (concelho do Porto Moniz), percorrendo a Levada da Ribeira da Janela em sentido contrário ao da corrente. O destino final deste 1º dia era a própria Ribeira da Janela, no ponto onde esta intercepta a Levada. Era aqui que passaríamos a noite. A primeira parte deste dia foi dedicada a visitar as caches ao longo do percurso. E não poderíamos começar melhor, pois logo na primeira cache visitada houve motivo para risada geral, pois o container “fugiu” das mãos de um dos Saltadores quando este o retirava do esconderijo e por muito pouco não caiu na Levada. Fomos percorrendo km após km, cache após cache, apreciando as belas vistas pelo meio. Encontramos ainda muitos turistas, que procuram as Levadas da Madeira para um passeio relaxante, e também muitos pássaros que mostraram-se perfeitamente adaptados á presença do homem. Passamos por nove túneis (sendo que a maioria obrigava a longos minutos à luz das lanternas), fizemos algumas paragens para reabastecimento, até que chegamos à última cache. Estava concluída com sucesso esta 1ª parte do primeiro dia.

Era altura de começar a por em acção o plano de colocação de caches nesta parte da Levada que ainda era virgem… mas por pouco tempo. Após um enorme túnel em que apanhamos um valente banho de água que brotava das paredes, chegamos à GZ que tínhamos já planeado para alojar a primeira cache alusiva a esta aventura. A esta cache atribuiu-se o nome Geocache TradicionalGalhano. Tudo colocado, seguimos em frente porque que a caminhada ainda tinha alguns km para enfrentar… Após mais umas pausas, mais uns km’s e alguns largos, muito largos minutos, chegamos à zona do acampamento, mesmo ao nível da Ribeira da Janela. Demoramos quase 6 horas desde os Lamaceiros até aqui, evidentemente com muitas paragens, quer para visitar as caches, quer para colocar a nova cache, quer para repousar e comer/beber alguma coisa. Mas finalmente tínhamos chegado ao nosso “oásis” após tantas horas.

Mas a missão para este 1º dia ainda não estava terminada, pois ainda tínhamos de ir um pouco mais à frente até à Madre da Levada para lá colocar mais uma nova cache. Neste local a Mãe Natureza presenteou-nos com uma esplendorosa cascata, confirmando-nos que era mesmo uma área merecedora de uma cache: Geocache TradicionalMadre da Levada da Ribeira da Janela. De regresso ao acampamento, e ainda antes do sol se pôr, os mais afoitos meteram-se ribeira adentro e banharam-se nas suas límpidas águas… límpidas mas geladas!! Mas quem molhou-se afirma que foi um mergulho revitalizante após estas horas de caminhada!!


E a hora do jantar havia chegado. Já levávamos o menu estudado e pudemos beneficiar de um saboroso repasto, com o gosto da carne em pau de louro a nos saciar a fome e o cansaço! Em pouco tempo o sono apoderou-se dos “Saltadores”, mas enquanto uns optavam por descansar como forma de se resguardar para o duro dia que se seguia, outros ficaram em amena cavaqueira à volta da morninha fogueira, que iluminava e aquecia os nossos pensamentos. Mas realmente tínhamos de ir descansar e decidimos dar por definitivamente terminado o 1º dia. Inevitavelmente ainda houve tempo para umas partidas, como por exemplo camuflando exageradamente algumas das tendas… No entanto a noite tinha tudo para ser calma, longe de tudo e de todos, só que afinal “não estávamos sós”, como já veremos a seguir…

 

A NOSSA 1º GRANDE AVENTURA: O GALHANO – O 2º dia

Passadas umas breves horas de sono, já a luz do dia e o chilrear dos pássaros chamavam por nós. Aos poucos fomos despertando, até que alguém dá o grito de alerta: “roubaram o sabonete que o Rui tinha deixado ali no riacho!!”. Começaram as teses da conspiração, mas lá por fim chegou-se a um curioso consenso: certamente teria sido um “urso” que teria levado o perfumado artigo!! Passado este periclitante episódio matinal, fomos fazendo o reagrupamento à volta da fogueira e logo ali teve lugar um belo e energético pequeno-almoço! Não perdemos muito mais tempo, pois o dia ia ser longo, muito longo! Ainda antes de deixar o acampamento, e como não poderia deixar de ser, deixamos lá a nossa marca, ou seja, mais uma cache para assinalar o local onde pernoitamos: Geocache TradicionalAcampamento na Ribeira da Janela

Conforme o planeado, dividimos o grupo em dois por razões logísticas. Alguns iam fazer a dura subida pelo leito da Ribeira da Janela até ao Rabaçal (já conhecida de alguns elementos) e os restantes fariam o percurso de regresso até aos Lamaceiros, pegariam nos carros e iriam ao encontro dos outros “Saltadores” nas redondezas da cache Geocache TradicionalCasa do Shrek.

O grupo que regressou aos Lamaceiros fê-lo sem sobressaltos. Já da subida da ribeira não podemos afirmar o mesmo! A parte inicial do trilho foi feita pedra ante pedra, pedregulho ante pedregulho, a mochila pesava e se calhar algumas vezes massacrava. E após uma certa fase começaram a surgir os primeiros problemas técnicos. Uma das Saltadoras ficou com o “pneu totalmente descolado da jante”, e houve necessidade de improvisar uma reparação com fita á volta das botas, obrigando a partir daqui que ocasionalmente a Saltadora fosse às cavalitas de outro Saltador para ultrapassar certas poças de maior profundidade, já que o remendo não permitia descalçar a bota!

Passado algum tempo atingiu-se o primeiro “waypoint”, a fantástica cascata!!! Para uns foi o regresso a esta bela queda de água, mas para outros foi uma visão inédita daquele magnífico e recôndito local. Julgamos que até hoje pouca gente teve o prazer de observar tal cenário!! Banho?? Claro que sim!! Obrigatoriamente!! Todos mergulharam naquelas águas límpidas… e gélidas!! Um momento que será recordado por todos durante muito tempo!! E é claro que tínhamos de deixar algo nesta Cascata Encantada. Decidimos então colocar lá uma cache: Geocache TradicionalCascata Encantada/ Enchanted Waterfall

Após esta marcante visita, havia que prosseguir porque o dia ainda mal tinha começado para os Saltadores. E era tempo de usar pela primeira vez a Corda (cá está ela… deu o nome ao grupo e foi de muita utilidade neste desafio) para contornar a cascata e para continuar a progredir no terreno. Após cerca de 1 hora a subir, era altura de encontrar a saída da Ribeira da Janela para a zona da Levada da Rocha Vermelha, que estava ainda num patamar acima. Aqui foi a fase mais demorada do trilho. Os Invernos por vezes alteram (naturalmente) a orografia dos curso de água, e nem o conhecimento da área por parte de alguns dos elementos era suficiente para dar com a passagem... O terreno ia ficando mais agreste e em algumas partes começou a haver a necessidade de recorrer novamente à corda como medida de segurança, já que permitia subir aquelas partes mais ingremes e sem proteção de uma forma minimamente segura. O tempo passava e a situação já começava a ser algo preocupante. Demorou-se cerca de 2 horas para encontrar a saída, isto depois de inúmeras tentativas pelos mais diversos “hipotéticos acessos” que íamos vendo por lá… mas por fim, já com algum cansaço á mistura, a saída foi descoberta para alívio dos Saltadores!

Daqui até à Casa dos Levadeiros podemos dizer que foi “um instante”, só faltava subir para a Levada das 25 Fontes e atravessar o túnel até á zona da “Casa do Shrek”, onde os restantes Saltadores já se encontravam à espera.

Mas se pensávamos que a parte dura tinha terminado, enganamo-nos redondamente!! Mesmo!!

Para começar, aquele remendo que havia sido feito na bota de uma das Saltadoras ainda antes da cascata voltou a ceder e a sola descolou outra vez. Então, uma das outras Saltadoras emprestou-lhe as suas botas para a restante subida! Atitude louvável de quem emprestou, já que ficou com “pneus de ir aos morangos” (vulgo chinelos de meter o dedo) e cumpriu o resto do truculento percurso ascendente com esse calçado rasteiro e liso!!

Depois, ao chegarmos ao inicio da vereda/subida entre a Levada da Rocha Vermelha e o Rabaçal, constatamos que a mesma tinha colapsado em grande parte, consequência de uma grande derrocada que estendia-se de uma levada a outra. Mas este era o único acesso conhecido por nós e tivemos de usar outra vez a corda para efetuar a penosa subida desta vereda, que em grande parte era uma derrocada!! O cansaço já era muito, e esta subida final revelou-se extenuante para todos, foram largos minutos a trepar pelo trilho… inexistente! Autêntico grau 5 das escala de terreno do Geocaching!! Não é de admirar que chegamos todos ao fim desta desgastante subida final extremamente exaustos, mas muito satisfeitos por ter chegado até aqui, mesmo após cerca de 8 horas de dura caminhada!! Faltava somente percorrer algumas centenas de metros na Levada das 25 Fontes e atravessar o túnel na direção da Calheta, onde do outro lado estavam os restantes elementos a aguardar a gloriosa chegada dos valentes “Saltadores”, embora já um pouco preocupados pela demora…

Tinha chegado ao fim esta fantástica aventura dos Saltadores da Corda Perdida!! O nome “Galhano” perdurará para sempre nas nossas memórias!! Um fim-de-semana a recordar eternamente!!!

Mas não poderíamos terminar sem partilhar convosco uma linda revelação ocorrida em privado nesta excêntrica jornada dos Saltadores da Corda Perdida: o Rui soube na manhã do primeiro dia que iria ser PAI !! Por isso reportamo-nos agora ao início deste texto, onde foram referidos os membros do grupo. Ainda que mais ninguém soubesse na altura, havia mesmo mais um Saltador a testemunhar este excelente convívio entre amigos!! Só que estava muito bem camuflado!! À data desta publicação já não é bem assim, pois apesar de continuar camuflado, é impossível deixar de notar-se a sua presença devido aos 6 meses de gestação!!

OS SALTADORES E OS EVENTOS DE GEOCACHING

Achamos por bem que não deveríamos ficar pelas aventuras em grupo, mas também dinamizar ainda mais este belo hobby que é o Geocaching. Uma das maneiras para o fazer é lançar novos geo-eventos para que todos os amantes deste jogo de caça ao tesouro partilhassem as suas experiências.

Aproveitamos que iria realizar-se mais uma corrida de “trackables” a nível nacional organizada pelo GeoPT (3rd Traveller Race 2013 Portugal) e criamos dois eventos a nível regional alusivos à mesma, a EventoApresentação e a EventoPartida, apresentando ainda aos geocacher’s locais uma pequena inovação: a versão madeirense da corrida, intitulada de “Madrace”. Fica ainda a promessa que organizaremos também o geo-evento da chegada dessa mesma competição em Setembro de 2014, onde os trackables já devem ter acumulados muitos e muitos quilómetros!! Entre as alegrias e as tristezas, haverão com certeza muitas peripécias para relatar nessa altura!!

E vamos concluir esta história (que já vai longa) dos Saltadores da Corda Perdida, afirmando que certamente muitas aventuras ainda estarão para vir!! E é claro que sempre que se justificar, serão partilhadas com a comunidade geocacher… excepto aquelas partes que não podemos contar, mas que todos vós sabeis que acontecem quase sempre nestas aventuras mais radicais do Geocaching!!

Os nossos respeitosos cumprimentos à comunidade geocacher,

carlospratoprego (Carlos e Filipa), fariafamily (Cesénia, Carlos e Tomás), Madventure4x4 ( Rui, Sara e pequeno “Saltador Camuflado”) e PMARQUESLB (Paulo, Marisa e Ana Sofia).

Sem dúvida, uma bela aventura vivida pelos saltadores da corda perdida. Bons momentos vividos na prática de uma actividade esplendorosa como é o Geocaching. Os saltadores da corda perdida, não só viveram esta aventura como também dão a oportunidade de todos os geocachers a poderem viver, marcando os locais de interesse a visitar. Lendo esta aventura, apetece começar a preparar a própria mochila e partir....

Obrigado por partilharem esta aventura connosco. 

Thursday, 19 December 2013 17:00

PMARQUESLB found "Pit Stop"

Já com as coordenadas nas mãos desde que este enigma foi publicado, só hoje houve oportunidade para fazer a visita. Nessa altura, quando vi onde era a GZ, o pensamento que me ocorreu foi que seria mais um motivo para voltar a um lugar onde já tinha estado, e seria também um 2 em 1!!
Entretanto, por várias vezes fui ao Faial “fazer caixinhas” nestas semanas e por várias vezes disse para mim: “Aida não é hoje, mas um dia destes vou outra vez até aí !!!”. Durante meses e meses sabia que tinha de cá vir, foi uma questão de tempo, muito tempo 


Hoje preparei a máquina para a dura prova, sabendo que haveriam no entanto algumas “pit stops” pelo caminho antes da “verdadeira”, o que efectivamente veio a acontecer  !! Só que fiz uma má escolha de pneus, montando um “set” muito usado e antigo. Tinha chovido na noite anterior nesta zona e eu não sabia. Como tal, o piso apresentou-se escorregadio e eu apresentei-me de “slicks” para este circuito do Geocaching. O sentimentalismo sobrepôs-se à razoabilidade, e querendo prestar uma homenagem às minhas primeiras Berg (hoje em dia encostadas às boxes, mas sempre em estado de prontidão para uma “intervenção rápida” se for necessário), levei-as de novo lá acima quase 10 meses depois!!

Para não haver dúvidas, ao chegar ao estacionamento perguntei a uns “comissários de estrada” qual o melhor acesso para chegar à “Pit Stop”, pelo que me indicaram várias alternativas, mas recomendando uma ali mesmo ao lado. Ainda numa fase inicial do desafio, o circuito apresentava-se em obras camarárias, pelo que tive literalmente de pedir licença para passar. Lá fui subindo pelo circuito acima, mas chegou a uma altura em que fiz uma errada opção de percurso e desviei-me inadvertidamente do trilho principal . Naturalmente o matagal ia invadindo cada vez mais a pista, chegando inclusivamente a dar com um beco sem saída num ponto onde praticamente só cabia este que vos escreve. Toca a engrenar a marcha-atrás, manobra lenta e algo problemática dado o estado escorregadio do piso, mas concluída sem “aranhões na pintura” .

 

Alguns minutos depois lá dei com o circuito outra vez, neste local muito visível e não passível de enganos. A partir daqui foi sempre em frente, mas por diversas vezes tive de recorrer ao uso de bloqueios de diferencial, pois como já referi várias vezes, o piso estava mesmo escorregadio, e nestas condições toda a tracção disponível nunca é demais. E chegara a altura da 1ª “pit stop”. Não a verdadeira mas uma necessária… muito necessária . O motor aqueceu demasiado e a paragem provisória foi mesmo necessária, aproveitando-se para “deitar água no radiador” para não correr riscos de queimar a junta da cabeça  !! Com a temperatura já mais baixa, arranquei para a etapa final do circuito, na expetativa de só ter de parar na verdadeira “Pit Stop”. Mas só que a determinado ponto a paisagem envolvente ao circuito era tão esplendorosa que o piloto distraiu-se e parou em plena pista para observar a paisagem. E ao olhar com mais atenção interrogou-se: “O que é aquilo lá em baixo?? Será que afinal não estou na direcção da “pit stop” correta?? ”. Só depois lembrou-se que ao objecitvo final estava ainda a algumas centenas de metros adiante, e lá arrancou para a última perninha desta aventura de “tirar a respiração”, literalmente  !!!! E foi então que ao virar na ultima curva chegou à original, a única, a “PIT STOP”!! Agora faltava somente descobrir aquela peça da engrenagem a que chamam “container”, sem a qual não fazia sentido nenhum vir cá (pelo menos para mim  !!). Seguindo a dica e sobretudo o GPS ele apareceu pouco depois. Missão cumprida, visita registada , era tempo de voltar à base… mas seria mesmo esse o próximo destino  ?? O piloto não me respondeu e arrancou disparado para destino incerto afirmando que voltaria a passar neste local daqui a uma meia hora… onde terá ido ?


Mas a verdade é que cumpriu a sua promessa, só que agora surgia outro pequeno problema: enfrentar a descida ingreme e escorregadia como o cerro madeirense !! A maior parte da descida foi feita em 1ª ou 2ª velocidade e a acelerar, como mandam as regras do TT (acho eu…) quando se enfrenta um lamaçal descendente e corre-se o sério risco de perder o controlo da máquina. Como tinha pneus slicks montados (as Berg prestaram um grande serviço no meu 1ª ano como geocacher, mas desta vez não inspiravam grande segurança devido ao desgaste do piso), maior ainda era o risco de sair disparado do trilho correto. Com cuidado fui descendo, por vezes recorrendo ao uso de cintas (leia-se braços  ) para não deslizar descontroladamente. Mas o momento do despiste não tardou , e quando descia um degrau sem cintas de apoio, não consegui evitar um deslize prolongado e deu-se um Capotanço !! Fiquei deitado em cima de uns arbustos, mas a mochila que trazia às costas amorteceu a maior parte da queda, e mais uma vez não houve “riscos na pintura”, só lama pastada na carroceria em quantidade razoável  !! Faz parte  !! Até voltar ao “parking” ainda se passaram largos minutos, sempre com atenção redobrada. Perto do fim voltei a passar pelos funcionários camarários que referi no inicio, que devem ter pensado “O que é que este gajo terá ido fazer para ali?” … mas lá cheguei ao final da corrida, sempre com a satisfação de ter cumprido aquela “Pit Stop” obrigatória!! 

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