Fábio Freitas
Pérola do Atlântico #2 by Hugo Pita e Mendes&Freitas
Está na altura da segunda edição do “Pérola do Atlântico”.
Nesta edição decidimos abordar o TOP 6 de caches favoritas no arquipélago da Madeira, entrevistando cada um dos seus owners.
Queremos congratular aos owners pela excelente classificação regional das suas caches, e agradecer imenso por terem contribuído nesta rubrica.
Assim sendo, aqui segue o ranking regional (TOP 6) relativo ao dia 22 de Novembro de 2015:
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Nome |
GC Code |
Tipo |
Owner |
Data |
Favoritos |
|
GC3D4F9 |
![]() |
luisftas |
23/02/2012 |
272 |
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GC37E1T |
![]() |
ricardomariagoncas |
25/11/2011 |
265 |
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GC1A4KZ |
![]() |
signyred (Adotada por MONHO ) |
12/03/2008 |
210 |
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GC2493C |
![]() |
broiler |
18/03/2010 |
199 |
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GC3BM6N |
![]() |
Luis RB |
06/02/2012 |
195 |
|
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GC1DW8D |
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bacalhau |
05/07/2008 |
194 |
Arte de Portas Abertas (GC3D4F9)
A entrevista foi realiza ao Luis Rúben aka “luisftas” no dia 9 de Novembro de 2015.
Como surgiu a ideia desta cache? E como foi a sua elaboração?
A ideia da cache “Arte de Portas Abertas” surgiu do prazer de assistir à requalificação de toda uma área da cidade que estava esquecida. A primeira obra de arte surgiu em 2011 e a cache em 2012. O projecto artístico era ainda recente e desconhecido por muitos dos que nos visitavam. Surgiu então a ideia de uma multicache que convidasse os geocachers a percorrer a rua principal e a analisar as obras de arte ao pormenor em busca das respostas. Após algumas visitas para recolher dados, procedi à construção da cache para a localização final que na altura me parecia ser a melhor: a porta 17.

Foto: Herois do Mar
Estavas à espera que esta cache tivesse tanta adesão e que chegasse ao TOP 6 de favoritos no arquipélago da Madeira?
Estava à espera de que a cache fosse muito bem recebida pelos turistas que nos visitam e nem tanto pelos madeirenses para os quais a Zona Velha da cidade não é uma novidade. Contudo não contava que chegasse a estes valores até porque é uma cache relativamente jovem em comparação com outras caches históricas e com muitos favoritos. A cache possui um excelente feedback mas reconheço que não é a cache ideal. Por estar num ambiente urbano e muito movimentado a todas as horas, a cache sempre teve dificuldades de sobrevivência e sofreu ao longo do tempo várias alterações de localização final e de container. Algumas portas da versão inicial também sofreram alterações e obrigaram à alteração de stages. Apesar dos contratempos, sempre considerei que era uma cache que valia a pena manter até porque o seu objectivo mantém-se: Dar a conhecer as portas da cidade do Funchal que se abriram à arte e à cultura.
Funchal Centrum 11-11-11 [TB Hotel] (GC37E1T)
A entrevista foi realizada ao Ricardo Abreu aka “ricardomariagoncas” no dia 9 de Novembro de 2015.
Como surgiu a ideia desta cache? E como foi a sua elaboração?
A ideia desta cache surgiu com o querer esconder uma cache espetacular numa data a não esquecer 11.11.11.
A minha preocupação na elaboração desta cache consistiu em criar uma multicache que desse a conhecer os pontos turísticos mais conhecidos da zona centro da bela cidade do Funchal e que na stage final levasse os geocacher's a um sitio com uma história surreal.

Foto: k a k a u
Estavas à espera que esta cache tivesse tanta adesão e que chegasse ao TOP 6 de favoritos no arquipélago da Madeira?
Não estava à espera que uma multicache de 10 stages espalhadas ao longo de 1 km tivesse tantas visitas e favoritos mas fico contente por isso, percebendo no entanto que se a cache fosse tradicional teria muitos mais!!!!
CABO GIRÃO EARTHCACHE - M9 (GC1A4KZ)
Esta earthcache foi criada pelo geocacher “signyred” e mais tarte foi adoptada pelo “MONHO”. Contactamos os dois geocacher a fim de obter mais pormenores sobre esta cache, mas infelizmente não obtivemos qualquer resposta do geocacher “MONHO”.
A entrevista foi realizada ao John Edwards aka “signyred” no dia 10 de Novembro de 2015, e foi traduzida de inglês.
Como surgiu a ideia desta cache? E como foi a sua elaboração?
Eu adorei a Madeira quando a visitei pela primeira vez em 1967, apesar de eu não ter conseguido explorar a ilha corretamente porque o nosso navio “RRS John Biscoe” só ficou por duas noites.
Eu sabia que a Madeira tinha o penhasco (junto ao mar) mais alto da Europa (ou assim eu pensava), e por isso, quando eu visitei a Madeira para umas férias de quinze dias, em 2008, eu queria visitar esse penhasco. Eu tinha começado no geocaching, e apercebi-me que havia poucas caches (de qualquer tipo), e que não havia nenhuma earthcache (que eu gostava muito), então eu tentei criar 3 earthcaches.
O Cabo Girão estava muito cheio quando eu o visitei, e a única tarefa que eu conseguia criar olhando para baixo seria contar o número de terrenos para cultivo, mas isso estava a ser muito difícil, e não tinha nenhuma conexão geológica real, mas as fajãs resultantes de deslizamentos de terra já têm essa conexão.
Eu não tive que obter qualquer permissão especial, mas não tenho a certeza se hoje em dia um revisor aceitaria uma earthcache com uma tarefa tão simples como a “CABO GIRÃO EARTHCACHE - M9”.
Durante as mesmas férias eu descobri o maravilhoso local no sopé da falésia no Garajau e o dique de basalto sugeriu-me uma tarefa bastante fácil para uma Earthcache. Sendo eu um humanista ateu, pensei no nome “JEEZ, THAT’S SOME DYKE (& PATH)! EARTHCACHE”(GC1A4KX) o que sugeria, embora de uma forma um pouco depreciativa, a presença da estátua de Jesus no topo do penhasco.
A minha levada favorita foi a do Caldeirão Verde, então eu copiei uma tarefa de uma earthcache que eu tinha feito na Escócia para este local. Sendo no Parque Natural foi-me dito que precisava de uma permissão especial das entidades competentes. No entanto, eu lembro-me de um e-mail muito útil do “danieloliveira” dizendo que esta earthcache não era uma ameaça para o meio ambiente, e a earthcache “CALDEIRÃO VERDE EARTHCACHE” (GC1A65W) acabou por ser publicada.

Foto: Freakyfinder
Estava à espera que esta cache tivesse tanta adesão e que chegasse ao TOP 6 de favoritos no arquipélago da Madeira? E porque deu esta cache para adoção?
Realmente, nunca pensei sobre o quão popular estas earthcaches podiam tornar-se, mas logo ficou evidente que, com as outras 30 earthcaches que eu tinha criado, estava a ter imenso trabalho, e por isso em 2009 eu transferi 2 das earthcaches da Madeira para outros geocachers, mantendo-se apenas o minha favorita madeirense “CALDEIRÃO VERDE EARTHCACHE”.
Desde então, tenho tentado manter a maioria das minhas earthcaches em locais remotos ou difíceis de visitar, com exceção da mencionada abaixo.
Infelizmente, quando eu voltei para Madeira em 2013 para outras férias, tentei criar uma earthcache no Funchal com base na evidência das enchentes “FLASH FLOODS & EROSION EARTHCACHE” (GC45F7W), mas isso causou um grande protesto por parte dos geocachers locais, portanto arquivei-a para evitar mais maus sentimentos. Isto só mostra que é muito difícil prever o quão populares ou impopulares as earthcaches podem tornar-se.
Acidentalmente vocês estão equiparando a popularidade ao número de vezes encontrados. Um indicador melhor poderia ser o rácio de "favoritos” em relação ao número de founds.
Para as 3 earthcaches que eu criei é a seguinte:
- “CABO GIRÃO EARTHCACHE - M9” - 205 (Favoritos) / 1660 (Founds), racio de 12,3%.
- “JEEZ, THAT’S SOME DYKE (& PATH)! EARTHCACHE” “ 46 (Favoritos) /498 (Founds), rácio de 9,2%.
- “CALDEIRÃO VERDE EARTHCACHE” 156 (Favoritos) / 663 (Founds), racio de 23,5%, ou seja, quase 1 em cada 4 pessoas atribuíram favorito (esta contagem incluí os membros premium e básicos).
PONTA DE SAO LOURENCO (MADEIRA) (GC2493C)
A entrevista foi realizada ao Nicky Hahn aka “broiler” no dia 12 de Novembro de 2015, e foi traduzida de inglês.
Como surgiu a ideia desta cache? E como foi a sua elaboração?
Nós queremos colocar uma earthcache em todos os países em que estivemos de férias. E porque estivemos na Madeira há alguns anos, pensamos que seria um bom lugar para uma earthcache. Pensando sobre o lugar que mais me impressionou durante a nossa viagem, a minha escolha foi a "Seepferdchenfelsen" (Pedra Furada – que se encontra durante o percurso à ponta de São Lourenço). Mas como não havia quase nenhuma informação geológica sobre estas rochas na internet (pelo menos no momento em que criamos a earthcache), nós estendemos a earthcache a "Ponta de São Lourenço", para os quais foi fácil encontrar um resumo sobre a sua geologia na internet. Portanto, a preparação da listing não demorou muito.
Nessa altura, a publicação de uma earthcache não era feita por um revisor do geocaching, mas pela GSA (Geological Society of America; isto mudou em 2011 (?)). A dificuldade na criação de uma earthcache naqueles dias, era o facto de termos de obter uma permissão do proprietário do terreno, que devia de ser enviada para a GSA, ou pelo menos uma garantia de algo "oficial" a informar que nesta região turística não é necessária nenhuma permissão.
Para obter as permissões por vezes era muito difícil, pois tínhamos de saber quem era a entidade responsável pela área em questão e contactar por e-mail ou telefone, e muitas vezes não obtínhamos resposta.
Depois, as geocaches começaram a ser revistar pelos Geoawares e então veio o “boom” de earthcaches (houve muitas earthcaches publicadas). Acho que é esta a razão pela qual ninguém tinha criado uma earthcache na Ponta de São Lourenço até aquele momento.

Foto: rredan
Estava à espera que esta cache tivesse tanta adesão e que chegasse ao TOP 6 de favoritos no arquipélago da Madeira?
Não, eu nunca pensei que a nossa earthcache chegaria à quarta com mais favoritos na Madeira. Mas ela está nessa posição, não porque é uma boa earthcache, mas porque a vista é maravilhosa.
Nós somos owners de earthcaches em todo o mundo, e quase todas elas ocupam uma posição de topo no ranking dos países (ou ilhas), mas é realmente pelo excelente local / excelente vista (e não pela earthcache) que ganha os favoritos. E como nós fomos dos primeiros a colocar earthcaches, temo-las em lugares muito bons.
A nossa earthcache “PONTA DE SAO LOURENCO (MADEIRA)” tem tantos favoritos pelo seguinte:
- Vista excelente;
- Idade da cache (caches mais antigas tiveram mais tempo para acumular os favoritos do que as mais recentes);
- Zona extremamente turística (a Ponta de São Lourenço é um dos trilhos mais visitados na Madeira);
- Número de favoritos (estou convencido que caches com muitos favoritos atraem mais geocachers).
Aliás, se virem o rácio de favoritos desta cache, reparam que apenas 24% dos membros premium atribuíram favorito, o que realmente não é muito.
Estamos orgulhosos de que a nossa cache tenha tantos favoritos na Madeira, mas sabemos que a nossa cache tem sua posição de topo não pela cache em si, mas pela sua localização.
Farol da Ribeira Brava (GC3BM6N)
A entrevista foi realizada ao Luís Morgado aka “LuisRB” no dia 22 de Novembro de 2015.
Como surgiu a ideia desta cache? E como foi a sua elaboração?
Estava a iniciar-me no geocaching quando comecei por fazer, com a minha namorada, algumas caches em Lisboa. Para além dos inúmeros locais de interesse que viemos a conhecer, graças a este jogo, o que mais me dava gozo era o desafio de encontrar aquelas mais difíceis. Aprimeira cache que fizemos foi uma nano, disfarçada de pastilha elástica colada debaixo de um banco num jardim, onde chegamos a ir por diversas vezes até dar com ela. Assim que também quis fazer uma, que estivesse à frente dos olhos, mas que ninguém lhe quisesse tocar. Então já na Madeira, perto de casa vi que a área do farol da Ribeira Brava, oferecia as condições ideais para colocar uma cache. Visitando o local diversas vezes, tentei enquadrar uma que fosse diferente de todas as que já tinha visto e de uma forma que mesmo quem olhasse para ela, nunca pensasse que seria uma cache. Tendo em conta o local, foi fácil fazer parecer uma coisa que realmente não era necessário lá estar. Depois foi só adaptar o sistema até conseguir incluir o material de escrita necessário para efetuar o registo.

Foto: makato.me
Estavas à espera que esta cache tivesse tanta adesão e que chegasse ao TOP 6 de favoritos no arquipélago da Madeira?
No início achei que era demasiado óbvio, como estava mesmo à vista e era diferente dos restantes objetos presentes no local, seria fácil encontrar. Então ao efetuar o teste com amigos, que após 2 idas ao local disseram-me para os acompanhar e aí vi que como era tão óbvio, ninguém lhe quis tocar. Nunca pensei que chegasse a ter tantos favoritos, tendo em conta os locais magníficos e caches bem construídas e trabalhadas que existem na ilha da Madeira. Foi então uma boa surpresa, saber que esta cache oferece um bom desafio e satisfação quando descoberta.
Pico Arieiro (GC1DW8D)
A entrevista foi realizada ao Thomas Hauber aka “bacalhau” no dia 9 de Novembro de 2015, e foi traduzida de inglês.
Como surgiu a ideia desta cache? E como foi a sua elaboração?
Eu comecei no Geocaching em Maio de 2007. Naquela época havia apenas 4 caches ativas na Madeira. Algumas delas colocadas por “macnetz”, que é agora um membro da equipa "Buzicos da Madeira".
Em Janeiro de 2008 um geocacher português veio do continente e colocou caches no Pico do Arieiro e Pico Ruivo. O seu nickname é “naventuras” e os códigos originais das caches são GC160TT e GC160TX.
“naventuras” foi um pouco mais rápido do que eu, pois eu já tinha pensado em colocar caches no topo das montanhas, mas eu não conseguia fazer tudo naquele momento.
Naquela época, eu era o único geocacher "residente" na Madeira (sendo owner de caches). Os outros eram todos estrangeiros ou turistas. Foi por isso que o “naventuras” contactou-me um dia, e perguntou-me se eu queria adotar as suas caches porque ele não teria tempo para visitar novamente a Madeira.
É claro que eu fiquei orgulhoso por ele me ter pedido para eu ser o novo owner dessas duas caches, porque eu pretendia fazer uma “rota de caches” de um lado da ilha para o outro.
A minha "Caixa do Risco" (GC189F7) foi o início, em seguida foi a "Caixa Lorano" (GC1A2E8), "Passeio Duro"( GC1CHRE), "Poço da Neve" (GC1BZGX) e agora estas novas caches no Pico do Arieiro e no Pico Ruivo. Mais tarde, eu coloquei a cache "Pico do Jorge" (GC1FG8H) e "Escadas" (GC1J6X0) e algumas outras caches do lado oeste e no Paul da Serra.
Naquela época, nós não sabíamos que uma adoção seria possível. Foi por isso que o “naventuras” decidiu arquivar a sua cache e eu coloquei a nova. Mas o significado por trás foi uma adoção.A cache original “Madeira - Pico Arieiro” do “naventuras” foi arquivada no dia 3 de Julho de 2008 e a nova cache “Pico Arieiro” foi publicada no dia 5 de Julho de 2008 pelo revisor “garri”.
Agora vocês já sabem a história das caches no Pico do Arieiro e no Pico Ruivo.

Foto: prodrive
Estava à espera que esta cache tivesse tanta adesão e que chegasse ao TOP 6 de favoritos no arquipélago da Madeira?
Eu ainda sou da opinião de que a "Pico Arieiro" é uma das caches mais visitadas nas montanhas, juntamente com a "Pico Ruivo"(GC1DXZJ).
A cache "Pico do Arieiro" neste momento (9 de Novembro de 2015) tem 193 favoritos e ela está em número 1 das minhas caches criadas, mesmo antes da "Moria" (GC1EFF5) e "Bosque Mágico - Magic Forest" (GC1N166) e em número 5 no ranking total do arquipélago da Madeira.
A "Pico Arieiro" tem neste momento 1.618 founds, e a cache antiga tem 79 founds. Juntas perfazem quase 1.700 founds.
Pérola do Atlântico #1 by Hugo Pita e Mendes&Freitas
Apresentamos aqui a nossa rubrica intitulada “Pérola do Atlântico”.
Está será uma rubrica mensal com o objetivo de destacar o arquipélago da Madeira no Geopt. Abrangeremos desde entrevistas a alguns geocachers, caches a não perder, percursos recomendados, e outras atividades que se podem associar ao geocaching.
Para a primeira rúbrica, nada melhor do que começar pelo princípio: “A história do geocaching no arquipélago da Madeira”. Decidimos abordar este tema porque não encontramos nenhuma abordagem sobre o mesmo. Fizemos uma pesquisa minuciosa nos sites Geocaching.com e geopt.org a fim de obtermos dados o mais credíveis possível. Pedimos a quem souber de mais algum aspeto importante, ou se houver algo que não está correto nesta rubrica, que nos comunique se faz favor.
Assim sendo, o geocaching no Arquipélago da Madeira nasceu a 7 de Novembro de 2001 quando o geocacher sueco com o nickname “Anders&Co” colocou a primeira geocache nas coordenadas N 32°38.443 W 016°56.146 intitulada “SpaceAce #3” (GC2861).

A cache estava localizada na levada dos Piornais perto do centro de São Martinho. Era uma caixa branca de gelado contendo algumas moedas suecas como itens de troca.
A cache foi encontrada pela primeira vez pelo geocacher “nelson” que curiosamente só tem uma cache encontrada, a 19 de Março de 2002.
Esta cache teve apenas 5 founds sendo o último a 2 de Outubro de 2002. Depois disso teve dois DNFs e uma write note. Por ter desaparecido, o owner acabou por arquivá-la a 14 de Abril de 2003.
A 17 de Novembro de 2013 foi publicada uma geocache no mesmo local, em homenagem à primeira cache regional, e com o nome “First cache in Madeira”, do geocacher “ricardomariagoncas”, que posteriormente foi adotada pelos “Geocalheta”. Atualmente ainda se encontra ativa e conta com mais de 450 visitas e 19 favoritos.

Nos anos de 2002 e 2003 não há registo de geocaches publicadas no arquipélago da Madeira.
Em 2004 foram publicadas um total de 5 caches, todas elas tradicionais: “Vaca”; “Curral”; “Pinha do Arieiro”; “Agua”; e “Green Land”.
A cache “Vaca” encontra-se perto da Fonte do Bispo e é cache mais antiga ativa do nosso arquipélago. Foi colocada pelo geocacher “Mario de Monti” a 14 de Fevereiro de 2004, posteriormente foi adotada pelo “macmurphy”, e conta com mais de 1200 visitas. A cache “Curral” também encontra-se ativa, e também foi escondida pelo “Mario de Monti”,e posteriormente adotada pelo “bacalhau”.As restantes 3 caches publicadas nesse ano encontram-se arquivadas.
A 2 de Janeiro de 2005 foi publicada a primeira cache na ilha do Porto Santo com o nome “The Prophet” colocada pelo geocacher “Crocodilo”.
A 31 de Julho de 2012 foi publicada a primeira cache nas ilhas Desertas, com o nome “Deserta Grande” pelos “Geo_TUMa”, e a 17 de Janeiro de 2013 foi publicada a primeira e única cache nas Ilhas Selvagens, com o nome “Selvagens Islands Nature Reserve” pelo “coogor”.
Entre 2005 e 2009 o total de caches publicadas em cada ano não ultrapassou as 30. À partir de 2010 o número de caches publicadas anualmente cresceu exponencialmente, chegando a um total de 427 em 2013. Em 2014 e 2015 houve um decréscimo de caches publicadas.
Em baixo apresentamos a primeira cache de cada tipo publicado no arquipélago da Madeira:
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Tipo |
Nome |
Data |
Owner |
Observações |
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SpaceAce #3 |
07/11/2001 |
Anders&Co |
Arquivada |
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The Prophet |
02/01/2005 |
Crocodilo |
No Porto Santo |
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CABO GIRÃO EARTHCACHE - M9
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12/03/2008 |
Signyred (adotada por MONHO) |
Earthcache com mais favoritos à nível nacional |
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MONHO's 1000th Cache |
03/04/2009 |
Cadete |
5 attends |
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BY CABLECAR OR NOT! - M4 |
25/06/2009 |
MONHO |
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Mansão do Medo |
02/06/2012 |
Madventure4x4 (adotada por RRV1982) |
Arquivada |
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Clean up "Paul da Serra" |
02/03/2013 |
ricardomariagoncas |
22 attends |
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O Resgate do Zarco |
27/03/2014 |
KillFacePT |
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Até a presente data (21 de Outubro de 2015) foram publicadas um total de 1577 caches no Arquipélago da madeira. Este valor inclui as caches que já foram arquivadas e as caches evento.
Na tabela abaixo são apresentados o número de caches publicadas em cada ano assim como o seu total.











