Um geocacher de Lisboa (100% dos hides em Portugal e 60% dos founds), mais especificamente destes cinco+um concelhos
que correspondem por si a mais de 45% dos founds
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A atingir quase 30.000 founds nas suas caches, está no pódio em cinco concelhos.

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Se o quadro anterior (reforçado pelo Karma), confirma que é um owner "generoso", este mostra claramente que é um geocacher "generoso".
Sendo um grande founder (> 3000 founds) está apesar de tudo numa posição modesta.
Isso não o preocupa, mas tem com certeza prazer em estar no pódio nos indicadores que indicam preocupação de retribuir aos owners e restantes geocachers o que gostaria que acontecesse nas caches dele.
Logs generosos e bem ilustrados, que "paguem" ao owner o trabalho que ele teve a colocar e manter a cache e aos restantes geocachers dêem a possibilidade de fazerem um geocaching "de sofá" de qualidade e que os estimule a visitarem as caches.

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Organizou até agora oito eventos. Quatro em Portugal e quatro fora de Portugal.
EVENTOS SOLIDÁRIOS
Nos três últimos anos numa realização conjunta Lisboa-Porto organizou um evento de Natal solidário com as crianças que mais precisam da solidariedade de todos.
Que se mantenha a iniciativa em 2012 e próximos anos é um bom tributo que lhe podemos fazer.
SOL (NIF 503075922), Ajuda de Berço (NIF 504296442) e Acreditar (NIF 503571920)
Porque todos os dias podem ser Natal e nesta altura em que temos de fazer o IRS não se esqueçam que podem consignar 0,5 do que pagam de IRS a uma das instituições acima ou a qualquer outra desta lista.
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Passeio pelo Aqueduto da Serra de Carnaxide by Kelux

e levou umas dezenas de geocachers e um cão a passearem por debaixo do chão.
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E além de três eventos em viagem na Alemanha, França e Holanda, organizou o 1º de muitos futuros eventos em Manaus.
Uma Barbaridade de Natal... Meet the barbarians by Kelux

uma geo-lançarada na companhia de um casal de americanos e um trio de finlandeses ![]()
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Tenacidade
Em 134 caches colocadas, tem neste momento apenas 8 disabled o que tendo em conta o perfil urbano da maioria das suas caches revela uma preocupação de manutenção forte, facilitada é certo pela concentração geográfica das caches.
Mas o que para mim é mais relevante é o facto de ter apenas cinco caches arquivadas e nenhuma "porque sim."
Duas (Misunderstood Stone e Chafariz de Leião) tiveram substituídas anunciadas quando do arquivamento.
Duas (TOP Geocachers :) e Quinta do Torneiro) por razões mais ou menos discutíveis sobre a localização.
Apenas uma foi arquivada por na sequência do arquivamento e numa altura em que já ia em mais de 3000 founds ter decidido que a cache tinha perdido o sentido.
Happy 1000 by Kelux

Veremos o que acontecerá no futuro a estas caches, entre as quais algumas adoptadas.
Entre as adoptadas está a cache com data de publicação mais antiga que fez sete anos recentemente.
Stone Verses by Kelux (adotada de GlorfindelPT & Elektra)

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Um republicano que vai trocar o 5 de Outubro pelo 15 de Novembro
20 caches dedicadas ao centenário da República e aos 19 presidentes que tivemos nestes 100 anos.
Distribuídas por cinco concelhos (falta a Amadora) e incluído as duas caches de Loures.

Os dias anteriores à Proclamação da República, pelo olhar de um dos seus maiores opositores, Paiva Couceiro.
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Lutando pela República by Kelux

Memória do dia anterior à Proclamação da República.
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100 Anos de República by Kelux

Portugal acorda para a modernidade e liberta-se da monarquia.
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1ª República (1910-1926)
República Velha (1910-1917)
República Nova (1917-1918)
Nova República Velha (1918-1926)
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2ª República (1926-1974)
Ditadura Militar (1926-1933)
Estado Novo (1933-1974)
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3ª República (1974-)
PREC (1974-1976)
Regime actual (1976-)
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Agora cem anos, três repúblicas e dezanove presidentes depois, estamos na mão na troika...
Acho que o Kelux quer arquivar esta série só por causa de uma ter sido dedicada ao Cavaco...
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(K)elu(x) - (Q)elu(z)
Tetralogia de Queluz

Parque Felício Loureiro em Queluz

Esta cache é dedicada à Ribeira do Jamor e ao seu percurso pelo Parque Felício Loureiro.
E aqui se realizou em 2012/03/15 um justo tributo ao Rui.
Jardins do Palácio Real by Kelux

Memories of Blue by Kelux & Lopesco

Venham conhecer o Jardim de Queluz!!
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A cache mais intimista
Esta seria supostamente uma das nossas primeiras caches, mas por uma ou outra razões, relacionadas com o tipo de cache e esconderijo, só agora verá a luz do dia... esperemos que tenha vida longa, tão longa quanto a memória de todos nós.
Este jardim encerra em si mesmo e nas referências que contêm, uma parte importante da memória dos Kelux... desde a infância, a adolescência e pela vida adiante.
No topo nascente deste jardim existe um parque infantil, hoje completamente ao abandono, que terá sido muito provavelmente o primeiro da cidade, onde os Kelux seniores brincavam em criança (foi lá que levei com o primeiro baloiço no cocuruto, hi, hi, hi!!)... não deixem de apreciar o mural pintado que ainda hoje resiste ao passar do tempo, com a sua imagem ingénua.
Há dois anos, uma das árvores do jardim foi convertida numa obra de arte pública, e o escultor batizou-a de "Reconstrução da Memória"... esta peça deu o mote para a cache.
Sou fã ferrenho da obra de Vangelis e da sua aplicação à sétima arte, no exemplo maior do filme de Ridley Scott de 1982, baseado numa novela de Philip K. Dick "Blade Runner". O tema musical do personagem principal, protagonizado por Harrison Ford, era Memories of Green. Fica aqui a minha humilde homenagem numa cor diferente, mas que nos reporta para estados de espírito quiçá mais profundos...
No jardim pode apreciar outras peças de arte pública.
Com esta cache concluimos a tetralogia de Queluz, após a Pássaro de Chuva; Percurso da Água e Jardins do Palácio Real esperando que as desfrutem.
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E em Queluz temos ainda as

O legado de Jhoanilf continua entre nós... mas apenas para quem o saiba merecer.
A memória de Jhoanilf já quase desapareceu, mas entre nós há quem continue a querer alcançar sempre mais longe, mais alto, mais veloz.

Esta cache é dedicada ao movimento escutista e ao Agrupamento 60 do Corpo Nacional de Escutas, em Queluz.
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Amo-te Lisboa!
Diz o Rui e eu acredito. Em Lisboa, já passámos pelas seguintes caches
100 Anos de República
1500 Lisboa
António José de Almeida PRP6
Bernardino Machado PRP3 e 8
Canto e Castro PRP5
Cavaco Silva PRP19
Costa Gomes PRP15
Craveiro Lopes PRP12
Happy 1000
Jorge Sampaio PRP18
Lutando pela República
Manuel de Arriaga PRP1
Mário Soares PRP17
Ramalho Eanes PRP16
Sidónio Pais PRP4
Teixeira Gomes PRP7
Teófilo Braga PRP2

Lusitani: Grande Lisboa by Kelux & GeoDuplaP&F

Esta cache está localizada no Anfiteatro Keil do Amaral, vocacionado para concertos e outros espectáculos para um grande número de pessoas.
Aqui poderá disfrutar de uma magnifica vista sobre o Tejo e a Margem Sul.
Estou certo que não acontecerá em Lisboa o que aconteceu no Porto...
Desconhecido / Unknown by Kelux

Centro Champalimaud para o Desconhecido / Champalimaud Centre for the Unknown

O Parque Bensaúde pertencia à Quinta de Santo António das Frechas.
A família Bensaúde adquiriu a Quinta e, em 1980, vendeu ao estado 9 hectares.
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Esta é a MINHA escola, como nenhuma outra foi.
Seria impossível não gostar deste log:
April 6 by play mobil (1217 found)
200904061515 "A simplicidade. Só o que é útil é bonito. O fútil é desagradável." Vítor da Silva, meu Professor de Artes Gráficas. Há coisa de trinta anos, um aluno qualquer armado em artista, subiu a um escadote e pintou espontaneamente sobre a porta principal da escola um AMO-TE com um "A" de anarca, e o graffiti ali se deixou ficar até hoje, resistindo a obras remodelações e reconfigurações. Acham isto normal? É claro que não. A António Arroio não é uma escola normal! Conheci várias escolas, umas melhores do que as outras, mas nenhuma como aquela. É complicado para qualquer "Arroiano" explicar o que tem aquela escola de diferente das outras em concreto, mas o mais notável de tudo era uma estranha cumplicidade criativa entre alunos, docentes e até o pessoal auxiliar, mesmo à revelia das normas, um direito à diferença tão enraizado e natural que não se dava pela "diferença", e essa maneira de estar na escola, de viver a escola como um espaço de criação, será provavelmente o factor que mais marca a António Arroio. A envolvência era tal que a escola acabava por sermos nós mesmos, e isso fazia com que nos sentíssemos parte integrante dela. Um todo. Ninguém ficava de fora. Era impossível. Também lá aprendi que "Loukura é Formosura". Quando lá cheguei em 1980 o @MO-TE era o original e estava pintado na parte da platibanda hoje ocupada pelo painel de azulejos do professor Querubim Lapa e aquilo era uma espécie de Staatliches Bauhaus à Portuguesa. Nunca mais me consegui desligar dela. O meu maior e mais antigo amigo é professor naquela escola e uma boa fatia das minhas relações têm algum tipo de ligação com ela. Voltar lá de surpresa quase trinta anos depois e ser acolhido pelo velho Matias com tanto calor e simpatia, foi no mínimo uma prova inequívoca de que eu não "inventei" a António Arroio. Ela é mesmo assim. Caminhar por aqueles corredores desertos numa tarde de férias da Páscoa a deixar exorcizar uma infinidade de detalhes que guardo como se fossem um grande tesouro, foi algo verdadeiramente íntimo e deslumbrante. O Vítor da Silva e resmungar que "os apara-lápis eram uma invenção da industria para vender mais lápis", o baldar-me a aulas minhas para ir assistir às aulas de História d'Arte da Natalina noutras turmas (as aulas dela esgotavam plateias), o Manel que em vez de dar aulas de filosofia levava com elas (ele próprio o cultivou em nós e estamos gratos por isso), as tardes a pintar paredes na "Alameda das Ganzas", as bicas prolongadas e eloquentes no Louvre, os matraquilhos no "Jardim da Celeste", tudo isso e muito mais da António Arroio, fizeram de mim uma pessoa muito melhor, e é por isso que lhe estou eternamente reconhecido e a trago no coração, e faço minhas as palavras do owner quando diz "Esta é a MINHA escola, como nenhuma outra foi". É a pura verdade. Ocorre-me citar aqui este pequeno texto de uma professora para uma aluna da escola. Poderá porventura parecer algo naïf, mas traduz muito bem o espírito "Arroiano": "Aquele Amo-te que está pintado à porta da nossa escola é uma mensagem que só quem vive ou viveu na António Arroio consegue compreender. Naqueles corredores há uma melodia que só nós conseguimos ouvir. Naquelas salas há uma luz que só nós conseguimos ver. Naquelas oficinas há texturas que só nós conseguimos sentir. Naqueles canteiros há flores e árvores que na Primavera enchem o ar com cheiros que são só nossos. Porque aquela escola é um lugar diferente. Talvez por isso é que ninguém quer sair de lá...mesmo os antigos alunos voltam sempre para uma visita." in "uccello", de Ana Martins, ucelo.blogspot.com, docente de História de Arte, 2008. Eu também voltei, ou talvez não... Talvez uma boa parte de mim nunca tenha de lá saído. Muito obrigado por me fazeres lá voltar. Foi absolutamente único!
Uma escola "perigosa" onde queriam bater no Cavaco...
Aqui nasceu o Geocaching... em Portugal! by Kelux

This cache is an homage to 10 years of Geocaching in the world and the first portuguese cache Abandoned Alfa Romeo! at the same time.

Enquanto o druida andava pela floresta com a sua foice de ouro em busca das plantas para as suas poções, era frequente ouvi-lo cantar a sua canção preferida: trioxtu petortri oinosuekosoino nau oinooino petorpetorpetor.

Desta vez, a nossa proposta é para virem conhecer a Pista de Radiomodelismo do Monsanto, onde em 2008 se disputou o Campeonato do Mundo.

Um memorial ao 11 de Setembro em Lisboa
Saciar a sede em Belém?! by Kelux

Vendo bem, Belém é já ali...
Entre 11 de Setembro de 1852 e 18 de Junho de 1885, Pedralvas onde moro pertenceu ao concelho de Belém...

Aureus, como em áurea... Rua Áurea.
Uma boa cache para passar para o Hulkman, que é o rei da Baixa.
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Ex Mero Motu
É conhecida a ligação do Rui à Força Aérea Portuguesa, assim como é conhecida a importância do concelho da Amadora na história da aviação em Portugal. Vamos assim rever as caches que tem a ver com essa temática.
EMFA byKelux

Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa
Esta cache é dedicada à Força Aérea Portuguesa, e colocada perto do edifício do Estado-Maior da Força Aérea onde o Kelux mais velho prestou serviço na Esquadra de Polícia Aérea na década de 1980.
É também dedicada a todos os geocachers que estão ou passaram pela Força Aérea Portuguesa, especialmente no Esquadrão de Polícia Aérea.
Honoramus Principia
Junta o mote da força ao norte e as penas ao oeste
Fantasia! byKelux

Um avião humano seria irreal?... Não, é apenas pura fantasia!
A História da aviação em Portugal começou na Amadora, de modo peculiar.
A 7 de Julho de 1912 realizou-se o “Concurso de Papagaios”, que iria marcar o início da aventura aeronáutica. Organizado nos terrenos do Casal do Borel, a prova contou com a participação do jet-set de então, sendo Aprígio Gomes talvez o participante mais conhecido.
No júri tinham assento dois membros do Aero-Clube de Portugal, que avaliaram provas de altitude, estabilidade, levantamento de pesos, ângulo e tracção. E em 26 de Janeiro de 1913 e avistou-se o primeiro avião nos céus da Amadora. O francês Alexandre Théophile Sallés partiu do hipódromo de Belém e aterrou nos terrenos do Casal do Borel, partindo parte considerável do aeroplano, e a hélice, na aterragem, perante uma multidão deslumbrada. Com o apoio da fábrica de espartilhos Santos Mattos, após oito dias o aeroplano estava de novo em condições de voar.
Em 1917, realiza-se na Amadora o 1.º Festival Aéreo e em 1919, o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República (GEAR) instala-se na Amadora, nos terrenos onde funciona actualmente a Academia Militar. Durante cerca de um quarto de século, é da Freguesia da Amadora que partem algumas das mais importantes viagens da aviação nacional.
Após anos de entusiasmo pelo pioneirismo da aviação, e de avanços tecnológicos importantes ao nível dos aparelhos, termina finalmente em 1938 a ligação da Amadora à aviação nacional.
No entanto ainda hoje podemos observar verdadeiros prodígios da aviação, como é o caso do avião humano que poderão conhecer ao conquistarem esta cache.
Nas Asas de um Sonho by Kelux

Foi em 26 de Janeiro de 1913 que se avistou o primeiro avião a cruzar os céus da Amadora. Numa iniciativa da Liga de Melhoramentos da Amadora, o francês Alexandre Théophile Sallés parte do hipódromo de Belém e aterra nos terrenos do Casal do Borel, partindo parte considerável do aeroplano, bem como o hélice, na aterragem, perante uma considerável multidão. Nada que fizesse desmobilizar o entusiasmo da população. Com o apoio da fábrica de espartilhos Santos Mattos, ao fim de oito dias o aeroplano estava pronto a levantar voo.
Em 1917, realiza-se na Amadora o 1.º Festival Aéreo e em 1919, o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República (GEAR) instala-se na Amadora, nos terrenos onde funciona actualmente a Academia Militar. Durante cerca de um quarto de século, é da Freguesia da Amadora que partem algumas das mais importantes viagens da aviação nacional. Destas, há a destacar a tentativa de ligação à Ilha da Madeira, por Sarmento Beires e Brito Pais, em 1920; a viagem do Pátria a Macau, com Brito Pais, Sarmento Beires e Manuel Gouveia, em 1924; o voo a Goa, com Moreira Cardoso e Sarmento Pimentel, em 1930; o voo de Carlos Bleck e Humberto da Cruz à Guiné e Angola, em 1931 e a viagem de ida e volta do Dilly, a Timor, com Humberto da Cruz e António Lobato, em 1934.
Fonte: Homens e Aviões na História da Amadora, M. Lemos Peixoto, Ed. CMA
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Saindo da Amadora vamos visitar o aeródromo de Cascais, em Tires.
Black Box byKelux

Esta cache situa-se no exterior do Aeródromo Municipal de Cascais em Tires.
BB Deluxe byKelux

Esta cache situa-se à entrada do Aeródromo Municipal de Cascais em Tires.
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