Pedro Indiana Jones - À Conquista de Arouca


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Mensagem Post: #1 a segunda 21 ago 2017, 12:40 

Pedro Indiana Jones - À Conquista de Arouca

Férias de Verão - Arouca 2017

PROJETO: Revisitar Amigos, Conhecer Novos e fazer Geocaching TOP (Aldeias Típicas, Earthcaches, GC6, GPS - Vencedoras e Pioneiras)

GEOCACHERS: Pedro (Teamjorgenses), Josué (J_C), Márcio Lemos (Marcio Lemos), Sérgio e Diogo (Os Covinhas)

AGRADECIMENTOS: Um agradecimento especial aos owners destas caches pelo trabalho desenvolvido e por permitir um BIG SMILE [:D] no meu mapa de aventuras: Geod'arc, daraopedal, infiltrado, caixeiros, Lusitana Paixão, prodrive, Geo.leo, Os Cacheiros Viajantes, Valente Cruz, GeoCaixas's Friends, anjomaco e J_C

Quem quiser ler registo a registo
Mosteiro de Arouca https://www.geocaching.com/seek/log.aspx?LUID=7a53188e-10c0-44a5-9e06-7193ec6b34ed

AVENTURA:
Já lá vão 11 anos que ando por estas andanças do Geocaching. Foram anos de bons momentos. Embora seja natural de Esmoriz, tive a felicidade de ir parar à maravilhosa ilha de São Jorge (Açores) onde acabei por constituir a grande equipa TeamJorgenses (Pedro, Marlene e Marta).
Nunca pensei que passados estes 11 anos, graças ao Geocaching, fizesse tantos amigos. Alguns dos quais tive o prazer de receber em minha casa e na minha Ilha.
E perguntam vocês: mas por que raio está ele a falar dos 11 anos, dos amigos, de São Jorge.
Foi graças a um evento (2013) que realizei na minha cidade natal que conheci a equipa Josué e Cristina (J_C). Um ano depois estava a recebê-los em minha casa, para o grandioso MEGA Geoadventure (20 Attendeds e mais de 40 geocachers, a representar Portugal Continental e as ilhas de São Miguel, Terceira, São Jorge e Pico). Uma coisa nunca vista (e penso que nunca se irá repetir por estas bandas).
Faço esta introdução, pois para mim o Geocaching é fazer amizades, mais do que descobrir caches ou conhecer novos locais. As caches vão e voltam, os locais sofrem alterações, mas as amizades ficam para todo o sempre. Posso dizer com orgulho que tenham em todas as ilhas dos Açores e pelo território continental (só me falta a Madeira) um conjunto grande de amigos.
E foi graças a um desses amigos (Josué) que aqui estou, sentado no sofá (não vou fazer logs de sofá) da casa dos meus pais a tentar passar para o papel, a grande aventura que vivi no dia 15 de Agosto de 2017. Um dia que jamais esquecerei.
Como resido em São Jorge, não posso praticar geocaching sempre que me apetece. Viver numa ilha tem essas limitações. Como existem essas limitações, à cerca de 4 anos decidi que sempre que viesse ao Continente iria selecionar caches que ficassem na memória, que valessem a pena cair, esfarrapar as pernas e os braços, apanhar chuva, levantar cedo da cama (tipo 5 da manhã). Caches que nos fazem tirar dezenas e dezenas de fotos, quer seja pelo local, quer seja pelo container, quer seja pela aventura.
Assim coloquei no meu perfil do geocaching as seguintes badges: Aldeias Típicas, Earthcaches, GC6, GPS – Vencedoras e Pioneiras. Caches que considero TOP e que proporcionam grandes aventuras (e com certeza que haverá outras que provocam igualmente uma grande adrenalina)
E foi o que se passou neste dia 15 de Agosto.
Já à algum tempo que tinha vindo a fazer o trabalho de casa. Selecionar estas caches do distrito de Aveiro. Reparei que neste trabalho preliminar, algumas destas caches (Aldeia de Drave, Aldeia de Cortegaça, The Lost Nazi Mine e Indiana Jones and Mysterious Waterfall) ficavam no concelho de Arouca.
Sozinho não iria conseguir fazer estas caches, devido à dificuldade das caches e à falta de conhecimento da área. Tinha que reunir uma Task Force para atacar estas caches.
Foi quando decidi convidar o Josué, que prontamente se prontificou a fazê-las comigo (mais tarde irão perceber que a Task Force não foram só 2 geocachers, mas 5. E que preciosa ajuda. Irei agradecer no fim deste registo).
Uma vez acertado este convite, foi esperar que as férias chegassem. E os dias iam passando, passando... passando. E eis que chegam as férias. Tudo marcado para fazer a viagem São Jorge – Esmoriz.
Ficou acertado que o dia para esta aventura seria o dia 15 de Agosto, uma vez que era ano de MEGA.
E eis que começa a AVENTURA.
Tudo começo na véspera, quando mandei uma mensagem ao Josué:
*“- Afinal vamos fazer as caches ou não? Se sim, a que horas vamos. É preciso levar comida, água. Podemos ir no teu carro (eu ajudo a pagar o gasóleo).”*
Passado algum tempo recebo um telefonema do Josué: *“Olá Pedro. É para ir amanhã às 6h30. Vens ter a minha casa, e depois vamos para Lobão, onde o Márcio nos vai buscar. É para levar comida e atenção que para a Indiana Jones é preciso nadar.”*
E eu respondi:*”- Ok. Manda-me a tua morada”.*
Tratei logo de preparar as coisas: Mochila (patrocinada pela MEO), umas sandochas, fruta, água e o Colete Vermelho (que tão jeito deu). Sim, um colete. Apesar de saber nadar, não sou nenhum Michael Phelps e sei as minhas limitações. E sabia de antemão que seria preciso alguma perícia junto da cascata, como se veio a comprovar. E o colete deu muito jeito, não foi Sr. Covas.
Nessa noite nem dormi em condições, tal era a ansiedade. Já tinha feito fantabolásticas caches ao longo destes 11 anos. Mas num único dia, fazer tantas e tão boas, nunca me tinha acontecido.
Eram 5 horas da manhã e já estava acordado. Não conseguia dormir mais. Vesti-me e fui rever se faltava alguma coisa: Mochila preparada (check), telemóvel (check), GPS (check), pilhas (check), chapéu (check), óculos de sol (check) e carteira (check). Tudo ok. Tomei o pequeno almoço e foi esperar até às 6 horas.
Há 6 horas lá parti para a Nogueira da Regedoura, onde não só me aguardava o Josué, como a team Os Covinhas: Sérgio (pai) e Diogo (filho), os grandes heróis do dia.
Foi carregar a carrinha e partir em direção a Lobão, onde iríamos encontrar o geocacher que faltava: Márcio Lemos (o nosso condutor de serviço e o seu Volkswagen todo o terreno).
Foi só esperar 5 minutos e eis o nosso driver. Feita a apresentação, toca a entrar: próximo destino Arouca.
Com uma condução tipo rally e com a perícia do co-piloto J, rapidamente chegamos a Arouca (pelo caminho ainda fizemos uma cache drive-in). Sempre incentivados pelo co-piloto J: “Go, go, go”(grito que ficou famoso no evento de São Jorge).
Uma paragem rápida numa pastelaria para tomar o pequeno almoço e bora lá para a Aldeia Mágica de Drave (fizemos 2 caches, uma do nosso piloto).
Rapidamente entramos no TT e lá partimos.
Curva e mais curva, e outra vez curva e mais curva lá fomos andando, até que por fim lá avistamos esta maravilhosa aldeia. Vista deslumbrante. Tudo aquilo que eu aqui possa escrever não reflete a emoção que eu senti ao avistar tal aldeia.
Já tinha tido a oportunidade de ler a listing da cache, de ler alguns dos registos e ver fotografias da mesma. Tinha de visitar esta Aldeia. E assim foi.
Lá fomos auto-estrada (2 faixas para cada lado) abaixo (parecia hora de ponta devido ao número de carros que lá havia, devido à festa religiosa que se realiza neste dia).
Com mais ou menos solavanco, com mais ou menos buraco, com muito pó, finalmente chegamos.
UAU, UAU, UAU.
As fotografias não refletem a beleza desta Aldeia.
Foi pegar na mochila e no GPS e ir à conquista da Aldeia Mágica. Descendo a sua escadaria de pedra, lá nos fomos aproximando. Ao longe já íamos vendo os escuteiros que por lá se encontram.
Disse-me o Josué que os escuteiros tem feito um trabalho extraordinário na reconstrução e manutenção da Aldeia de Drave. E que belo trabalho estão a fazer, como pude constatar.
Interessante seria que este tipo de iniciativa se estendesse por outras aldeias deste nosso Portugal, porque de certeza absoluta que existem outras aldeias mágicas como esta.
Depois de feitas as 3 caches que se encontram na Aldeia, tivemos a oportunidade de tirar as fotografias da praxe, para mais tarde recordar.
Mais do que dizer o que senti e vivi, irei colocar algumas das fotos que tirei para se poderem deliciar com tamanha beleza.
Um lugar que me ficará para sempre na memória e espero um dia poder voltar com a parte feminina da equipa Teamjorgenses.
Não podia esquecer-me que nesta aldeia mágica realizei um evento: 5 equipas/ 8 geocachers (fantástico).
Já com alguma saudade, lá partimos para a próxima aventura. Ainda tive a oportunidade de tirar uma foto a uma das Santas que iria fazer parte da celebração religiosa.
Próximo destino Regoufe (mais precisamente a mina da Poça da Cadela). Nesta mina tivemos a oportunidade de fazer 2 caches. O mais interessante deste lugar para além da sua beleza, é que nos leva para o nosso imaginário e a pensar como seria trabalhar aqui nos seus tempos áureos
Conseguimos ainda visitar um dos seus túneis, que muitas histórias teriam para nos contar.
Hora de partir: next Aldeia Típica de Cortegaça (achei curioso o nome, pois a freguesia vizinha de Esmoriz é Cortegaça).
Embora não se possa comparar com a Aldeia de Drave, vale bem a pena a sua visita.
Nela podemos observar um pequeno aglomerado de casas (algumas habitadas), espigueiros (que me fazem lembrar a minha infância, pois ia muitas vezes ajudar a minha avó Maria na apanha do milho, que posteriormente era guardado nos espigueiros para a moagem ou para alimento dos animais).
Engraçados os telhados feitos de ardósia (que usamos na escola para fazer contas) e as paredes de pedra, tão bem construídas.
Uma aldeia com uma riqueza patrimonial única. Mais uma aldeia obrigatória a visitar no roteiro português das aldeias típicas.
E eis que se aproxima a grande aventura do dia: The Lost Nazi Mine e Indiana Jones and Mysterious Waterfall.
No percurso para estas caches ainda paramos para visitar a Cento e muitos anos de ponte [Ponte Telhe Arouca] e a Schwarzes Gold [Rio de Frades – Arouca].
No percurso para estas caches passamos em frente ao café da Dona Isaura (que iria conhecer mais tarde).
Estacionado o cachemobile, foi hora de pegar na mochila, no colete vermelho e numa corda (que viria a dar muito jeito).
Após uma pequena caminhada lá chegamos à última mina Nazi. Com um pequeno túnel para atravessar, lá ligamos as lanternas dos telemóveis e lá atravessamos o mesmo, com alguma precaução, pois em alguns locais o teto era baixo, e não valia a pena dar com a cabeça.
Uma vez atravessado o túnel, rapidamente a cache apareceu e depois o nosso guia J informou-nos que era hora do almoço. E que bem que chegou. Hora de reabastecer a barriga (que já roncava).
Umas sandochas, umas peças de fruta e água foi o meu almoço (o nosso guia mais batido nestas andanças trouxe pão e umas latas de atum para fazer umas sandochas. Só fiquei triste por não ser Atum de Santa Catarina. Curioso que à hora que estou a escrever este parágrafo e por sorteio, a filha do J ganhou uma lata de atum de Santa Catarina no meu evento da Barrinha de Esmoriz).
Depois deste belo almoço e um breve descanso, eis que é chegado o momento: vamos finalmente para a Mysterious Waterfall.
Vou seguir o conselho do nosso guia J e agora vou colocar a música do Indiana Jones. O nosso guia diz que é uma fonte de inspiração.
Www.youtube.com – música do indiana jones e aí está ela.
E eis que ao fim de 1 minuto começa a inspiração.
Ponho-me a recordar os 3 primeiros filmes da série Indiana Jones: Os Salteadores da Arca Perdida, O Templo Perdido e a Grande Cruzada. Não sei qual dos 3 se enquadra melhor na aventura que estou prestes a vivenciar (depois de ter feito esta grandiosa cache, acho que tem um bocadinho de cada um dos filmes).
Pegamos nas mochilas e lá partimos qual Dr. Jones, à aventura. Aqui começa “A Grande Cruzada” (cerca de 350m em linha reta, um bocadinho mais fazendo o percurso correto). Emboídos de um espírito conquistador, foi desbravando caminho por entre a vegetação que protegia tão maravilhoso tesouro, saltando de pedra em pedra, hora para o lado direito, hora para o lado esquerdo do rio. Até aqui tudo bem e eis que chegamos a uma pequena dificuldade. Nada de muito difícil, mas que exigia alguma atenção pois as pedras apresentavam alguns limos, o que por si só podia causar alguma escorregadela indesejada. O nosso guia foi à frente e disse-nos o que fazer. Ainda deu um raspanete a um dos membros da equipa, pois não acatou as suas ordens (no regresso no mesmo local novo raspanete).
Após este pequeno obstáculo estávamos perto. Ficava ali ao virar da esquina e assim foi. Curva à direita, mais uns passos e eis que chegamos ao “Templo Perdido”.
Lindo, Lindo, Lindo e podia estar aqui a escrever lindo a tarde toda, pois de facto o local é único.
O “Templo Perdido” estava protegido por uma cascata, que tinha uma pequena mas bela lagoa, de água fria e com uma luminosidade única.
O nosso guia J, sentou-se e tornou-se cameraman (iria filmar toda esta aventura. Filmagem que podem ver no meu facebook). Para além desta faceta de cameraman, vim a descobrir que o mesmo também tem uma faceta de comediante, tal eram as piadas que ia enviando:
*“- Dá tempo para eu ir a casa.”*
*“- Vou ter de me molhar.”*
E outras.
Isto porque os “Salteadores” de serviço estavam com algum receio de ir buscar a “Arca Perdida”.
O Salteador Diogo foi o primeiro a aventurar-se e a tentar uma primeira abordagem à cache. Sem efeito. Seria necessário trabalho de equipa.
O segundo salteador a aventurar-se foi o Márcio. Nadador profissional e que já não nadava à 3 anos (o que levou a mais umas piadas do nosso guia. Estava emboído de um espírito engraçado).
Lá nadou ao encontro do salteador Diogo. Tentou, tentou, mas também não conseguiu ajudá-lo a alcançar a “Arca Perdida”.
Só restava o salteador Pedro (o homem do colete vermelho), uma vez que o salteador Sérgio não sabia nadar.
Lá vesti o colete e toca a entrar na água. Estava fria, pra caraças.
Disse ao nosso guia: *“- A parte mais difícil já está”.*
O qual respondeu: *“- Há sim, o termómetro primeiro”.*
Mergulhei e nadei até aos meus colegas salteadores Diogo e Márcio, íamos tentar uma segunda vez. O Diogo nadou até à entrada do Templo. Ia-se posicionar. Depois fui eu e o Márcio, e tentamos auxiliar o Diogo. Mas, mais uma vez sem sucesso.
Nadei para terra para apanhar um pouco de sol, enquanto o Diogo e o Márcio arranjaram uma “cadeira” perto do templo para descansarem
Tal tentativa falhada levou a novos comentários gozatórios (não sei se esta palavra existe) por parte do nosso guia.
*“- Vou ter de entrar em jogo”.* (pena não conseguir passar para o papel o tom com que o nosso guia dizia estas frases, pois estava literalmente a gozar com a malta)
Farto de estar a ser gozado, disse ao Diogo: *“- Diogo vai-te posicionar de novo, vamos tentar de novo”.*
O Diogo acatando o meu pedido, lá se posicionou. Nadei até ele, entretanto o Márcio também chegou e tentamos uma terceira vez. Agora é que ia ser. Tentamos, tentamos e mais uma vez falhámos. Toca a abortar nova tentativa.
Entretanto chega a malta do canyoning e pensei: *“- Estamos safos. Eles vão-nos ajudar”.*
Mas não foi preciso.
O salteador Sérgio Covinhas (volto a frisar que não sabe nadar), ao ver aquilo tudo decidiu avançar. Com o espírito do Indiana Jones no corpo, munido de uma corda e com o colete vermelho (que vestiu a custo e com alguma insistência do nosso guia, pois se caísse sempre tinha o colete para o ajudar) decide avançar para o Templo Perdido. A abordagem seria feita por terra.
Pé ante pé, com muita atenção, conseguiu chegar à entrada do Templo Perdido, mas não conseguiu entrar dada a altura que o separava da mesma.
E eis que arranja uma solução. Com a corda conseguia lá chegar. Seria um canyoning improvisado. Lá arranjou uma pedras, um “martelo” improvisado e lá conseguiu amarrar a corda.
Testou para ver se estava seguro, e sim, podia avançar.
Com algum cuidado lá abordou a última etapa desta aventura e conseguiu. Chegou à entrada do Templo Perdido.
Só se ouviam gritos de alegria dos restantes salteadores (o nosso guia até falava espanhol. Não percebi nada do que dizia, mas penso que era calão).
Em poucos segundos, Indiana Sérgio Covas Jones tinha na sua mão a “Arca Perdida”.
Havia agora de deixar o nosso registo. E eis que tenho na minha mão a famosa Arca Perdida. Lá dentro guardava o registo de todos os gloriosos salteadores que nos antecederam.
Contemplamos a Arca, deixamos o nosso registo e era hora de a voltar a colocar no seu local, para que futuros salteadores a pudessem encontrar.
Munido do colete vermelho e da Arca Perdida, fui levar a mesma até ao Templo, para que o salteador Sérgio a colocasse de novo no seu ninho.
E assim foi.
Trouxe comigo a ponta da corda, para que pudesse enviar de novo o colete, para que o salteador Sérgio voltasse em segurança.
No final desta aventura, lá fui ao banho e que bem me soube (desta vez sem colete vermelho).
Fantástica cache. Já fiz caches muito boas, mas esta cache está sem dúvida alguma no meu top 3 (está empatada em primeiro lugar com a cache de canyoning da ilha das Flores, que até à data tinha sido a melhor cache que fiz).
Esta cache vale por tudo: pela fantástica listing, pela aventura que proporciona, pelo local que nos leva a visitar e pela Arca Perdida.
Parabéns ao Valente Cruz. Excelente trabalho. É por estas e outras caches que vale a pena fazer geocaching.
Era hora de partir. Não sei se irei cá voltar, mas uma coisa é certa: jamais esquecerei este dia e esta aventura (bem como a Aldeia de Drave).
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Mensagem Post: #2 a segunda 21 ago 2017, 12:49 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

Excelente relato! Grandes aventuras ;)
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Mensagem Post: #3 a segunda 21 ago 2017, 19:56 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

Muito empolgante este relato, Pedro!
Obrigada pela partilha, gostei de ler e de recordar as minhas aventuras por Arouca!
É sem dúvida uma zona fantástica com caches excepcionais.
Quando visitei a Indiana Jones também foi uma aventura sem igual. Tal como tu depois de várias tentativas frustradas, estivemos mesmo à beira do DNF... por sorte apareceu uma ajuda providencial literalmente caída do céu... que é como quem diz um grupo a fazer canyoning e foi graças à ajuda deles que conseguimos fazer a cache.
A piada é que os moços eram de Leiria e também eram iniciados no Geocaching, pelo que todos ficamos a ganhar com a conquista da cache.
Foi nesse dia que conheci o SeveN que acabaria mais tarde por se tornar um grande amigo e com quem entretanto vivi imensas aventuras de geocaching.
São estas coincidência que fazem do geocaching uma atividade sem igual. Como dizes, e muito bem, as amizades conquistadas são a suprema mais valia deste hobby!
Aproveito também para agradecer a visita à minha cache da Aldeia típica de Cortegaça!
Isso é que foram férias em grande!
Parabéns Pedro!
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Mensagem Post: #4 a segunda 21 ago 2017, 20:42 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

Grande relato! Grandes locais que também já tive o prazer de conhecer e grandes caches que já tive o prazer de fazer.
A Indiana também só com ajuda é que consegui trepar.
Vocês acabaram por a recuperar na mesma forma que foi colocada. O António também não quer nada com água :)
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Mensagem Post: #5 a segunda 21 ago 2017, 21:59 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

Um relato a contrastar com o marasmo e monótono que se vai lendo por agora. Os eventos maiores estragam tudo. Quem lá vai é, certamente, obrigado sob juramento a escrever a mesma coisa nas caches à volta.

Este relato é mesmo o que dá gosto ler, e ainda bem que o fiz aqui e não na cache. Apeteceu-me ir lá só de ler a descrição da aventura. Conheço a zona e das duas últimas vezes que passei por perto não estava motivado para lá ir. Uma porque não estava previsto e outra porque já estávamos cansados.

É uma daquelas caches que penso encontrar e o local, caverna atrás de cascata, é há muito desejado. Assim que encontrar uma coisa semelhante nasce uma cache.
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Mensagem Post: #6 a terça 22 ago 2017, 03:29 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

Mais do que dar parabéns pela aventura e por esse dia memorável, há a sublinhar o texto e a emoção que ele transmite.
Fazem falta estes verdadeiros testemunhos do que é (e do que pode ser) o geocaching.
Obrigado por partilhares.
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Mensagem Post: #7 a terça 22 ago 2017, 08:49 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

Excelente leitura de uma aventura que realmente fica na memória. Para mim, a melhor cache que já fiz. Na altura com a ajuda providencial dos monitores de canyoning que (por sorte) lá andavam... porque subir, sem ajuda, aquela rocha escorregadia com a água "fresquinha" a cair-nos em cima estava a revelar-se uma tarefa quase impossível!
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Mensagem Post: #8 a terça 22 ago 2017, 21:52 

Re: Pedro Indiana Jones - Há Conquista de Arouca

teamjorgenses Escreveu:E eu respondi:*”- Ok. Manda-me a tua morada”.*

Um geocacher a pedir uma morada? :shock:
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Mensagem Post: #9 a terça 22 ago 2017, 21:58 

Re: Pedro Indiana Jones - À Conquista de Arouca

IDILIO49 Escreveu:
teamjorgenses Escreveu:E eu respondi:*”- Ok. Manda-me a tua morada”.*

Um geocacher a pedir uma morada? :shock:

A minha é 29S 482193 4289528 :)

PS: Pedro, peço desculpa mas corrigi o nome do tópico. Sempre que o lia ficava com tiques de Grammar Nazi :)
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Mensagem Post: #10 a segunda 28 ago 2017, 00:02 

Re: Pedro Indiana Jones - À Conquista de Arouca

Excelente registo! Obrigado pela visita e pela partilha :)

jasafara Escreveu:Vocês acabaram por a recuperar na mesma forma que foi colocada. O António também não quer nada com água

Foi na colocação e na manutenção. Só me molhei a passar na cascata :)

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