Torgut Escreveu:Não é preciso tempo, é exactamente o contrário, o Bowles diz é que quando confrontando com a necessidade de escolher, escolhe assim... isso tem implicit que não há tempo, se o houvesse não teria de escolher, e ele, tal como eu, se tivesse todo o tempo do mundo, também passaria pelas cenas do costume.
Pois é isso que ele diz. Mas só viajantes com tempo é que dissem isso...
Torgut Escreveu:E não, não concordo contigo também sobre os países onde vou... até agora ainda não fui aos EUA, onde de facto só interessa a paisagem (física). Fora isso... em todo o lado há sempre os pontos mainstream que andam em redor disso... igrejas, monumentos públicos, museus.
Eu disse "muitos dos países". Quando se vai para países, digamos mais exóticos e com culturas mais diferentes da nossa é natural que a paisagem humana nos atraia mais. No chamado 1ºmundo o turismo é mais à volta de igrejas, monumentos públicos e museus. Tu resistes a eles por opção e gosto mas também por razões económicas

A tua agarofobia também não ajuda. Mas fora de brincadeiras, pensando bem é realmente um pouco de rebanho meter-mo-nos nas imensas filas que existem para visitar grande parte dos ex-libris europeus...
Mas por outro lado em relação a uma das tuas observações na última crónica a Paris. Dei por bem empregues os cerca de 30m que dei pelas duas vezes que já subi á Torre Eiffel. A primeira para subir a pé até ao primeiro nível e a segunda de elevador até lá acima. DisneyLand para adultos? É capaz de ser...
Mas é uma das minhas "manias". Subir de preferência a pé aquelas centenas de degraus que nos levam ao alto de múltiplas torres por este mundo fora

Outra "infantilidade" é gostar de montanhas-russas. Adorei andar
aqui e tive muita pena
desta montanha russa já não existir.