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Localização: Lisboa
Re: Faz hoje...
...seis anos a
The Wolf Trap (Vila Real)
O Fojo do Lobo é uma cerca de pedra com 66 por 43 metros, respectivamente de diâmetro maior e menor. O muro, a que mais propriamente chamaríamos "muralhas", tem uns três metros de altura. Da parte exterior, é levemente inclinado, para ser fácil de subir. Mas na face de dentro é vertical e terminado com lajes que fazem um rebordo saliente de forma que é impossível de transpor. No lado ocidental, rente ao solo. há um buraco suficientemente grande para que por ele passe uma cabra ou uma ovelha.
O Fojo está situado na vereda dos rebanhos que de manhã sobem a serra e a descem à noite. Há algumas décadas, os lobos eram muitos. Esfaimados, seguiam os rebanhos, na finalidade instintiva de apanharem alguma rês que se ficasse para trás, longe da vista do pastor e dos mastins. Então a inventiva humana concebeu um estratagema. Os pastores aproveitavam uma cabra ou uma ovelha, animais doentes e, por isso, impróprios para consumo humano, metendo a infeliz rês no supradito buraco do muro. Tapavam-no com uma pedra. E ali deixavam a triste, sozinha, dando estrídulos berros. Qualquer lobo que varejasse nas vizinhanças, ao ouvir as lancinantes vozes caprinas ou ovinas, acorria pressuroso, saltava para dentro do muro com toda a facilidade, e regalava os colmilhos na desventurada rês.
Mas jamais conseguia saltar para fora!
Na manhã seguinte, quando os pastores passavam novamente em direcção à serra, se não ouvissem os berros do animal prisioneiro, já sabiam que havia lobo no Fojo. Mandavam recado aos caçadores. E aí vinham eles com "armas de esporeta" e espingardeavam o intruso. Durante os dias seguintes, ia um grupo pelas aldeias vizinhas, com o lobo atravessado no lombo de um burro. E toda a gente dava ovos ou salpicões, para o caçador e o pegureiro fazerem suculenta comezaina.
Camilo Castelo Branco conta, num dos seus livros, que um dia, ao passar junto do Fojo, numa surtida cinegética, viu um lobo dentro e desfechou-lhe um tiro. A fera, que já estava razoavelmente mal-humorada, arreganhou-lhe tão furibunda dentuça que ele não foi manco pela encosta abaixo.
O
que não saiba desta história...
Opsss.JPG
Um pequeno acidente..
E aproveito esta cache para uma homenagem ao António Sérgio
...cinco anos a
Pedras Parideiras [Arouca - pt+en]

BREVE HISTÓRIA
«Fenómeno de granitização único no país e raríssimo no mundo inteiro. Situa-se em plena serra da Freita, no lugar da Castanheira, próxima da famosa Frecha da Mijarela ou Mizarela. Ao que se sabe, idêntico fenómeno só será conhecido numa região da Ucrânia, na Rússia.
Trata-se de um afloramento granítico que tem incrustados nódulos envolvidos por uma capa de biotite em forma de disco biconvexo.
As pedras parideiras são rochas graníticas com numerosos nódulos de coloração dourada que, em determinadas circunstâncias de temperatura, se destacam da rocha-mãe, jazendo então no solo às centenas.
Na linguagem popular as pedras parem outras e daí o nome de pedras parideiras.
Os nódulos com a forma de discos circulares ou medalhões, têm contornos bastante regulares, mais ou menos circulares, com superfície lisa e forma típica biconvexa. Este fenómeno atrai a este lugar muitos curiosos e alguns estudiosos.
Dada a contínua delapidação das pedras parideiras, por muitos turistas que aí demandam, muitas das quais constituem os muros de vedação dos terrenos, a Câmara Municipal de Arouca, viu-se obrigada a vedar a principal área, onde este fenómeno era mais extenso»
Vamos lá a ver se o geocacher cumpriu o prometido. Por favor k!nder podes explicar o que aprendestes sobre as pedras parideiras?
August 6, 2008 by K!nder (1462 found)
No decorrer da Rota pedestre e a caminho da Queda de Água da Mizarela.
Realmente este fenómeno é bastante invulgar. Agora tenho de pesquisar melhor em casa este fenómeno, lol!
TFTC
...quatro anos a
Caldas de Monchique 
“Entre o verde da montanha e o azul do céu” assim se define este local. Conhecida como a Sintra do Algarve, as Caldas de Monchique convidam a um agradável passeio pelo meio da tranquilidade das árvores, e do murmurar das águas, que brotam por quase todo o lado.
Inicialmente construídas pelos romanos, altura em que as suas águas foram apelidadas de “Águas Sagradas”, passou depois para as mãos dos Bispos do Algarve, tendo pertencido á Igreja até 1833. Durante este período foram contruídas várias infraestruturas nomemadamente salas de banhos , quartos e uma enfermaria (designada por Hospital). De referir a visita do rei D. João II em 1495. A partir de 1833 passou para as mão do governo civil e em 1895 foi concedida a primeira concessão privada das caldas, tendo sido excluido o hospital que pertencia á Câmara Municipal de Monchique. Em 1921 as caldas reverteram para o estado português, passando em 1975 para a empresa pública Enatur. Em 1993 todo o património foi adquirido pela Fundação Oriente, sendo quem explora hoje quer as termas, quer o engarrafamento de águas.
Durante todos estes períodos muitas obras têm sido feitas, porém só em 2001 é que tudo foi acabado e iniciado o seu funcionamento em pleno, e como está nos dias de hoje.
Esta é também considerada uma das Fontes Santas de Monchique e a unica aproveitada comercialmente. As outras são a da Fornalha e a da Malhada Quente.
Quanto á água que tornou famosas as unicas termas do Algarve, é rica em bicarbonato, sódio, flúor e sílica. As suas características, além de relaxantes, estão especialmente indicadas para o tratamento de afecções das vias respiratórias, do aparelho digestivo, reumáticas e músculo-esqueléticas.

Nada como uns logs de algarvios para validar a cache... Team Caracache, Torgut com grandes fotos, espargosas
Um saudável confronto de opiniões... e afinal o GZ está adequado e à altura do restante percurso ou não? Alguns trechos de logs...
...E é frustrante limitar o pessoal logo na primeira porque esta fabulástica cache merece ser visitada por todo, mesmo a última cache, acho que está muito bem situada, num local seguro, e encontra-se perto de um ponto previlegiado para observar todo o vale, não digo mais para não spoilar a coisa...
Os 3 primeiros pontos revelam-nos sítios fantásticos que desconhecíamos por completo, e dos quais ficámos clientes, mas o ponto final, leva-nos a um sítio bastante fora do perímetro das Termas e totalmente desajustado dos restantes. A nosso ver, desvirtuou o espírito da cache que até aí, tinha sido alvo dos mais rasgados elogios, mas enfim... cumpriu-se a vontade do owner. Pelo meio perdemos a companhia das raparigas que preferiam guardar uma óptima imagem desta cache. Obrigado pela cache, a quase melhor do dia
.
A cache está muito bem montada. Leva-nos a percorrer praticamente todos os pontos de interesse das caldas de Monchique, e, o ponto final, apesar das opiniões, é perfeitamente adequado.
Lá fomos andando pelas termas encontrando os pontos intermédios que nos levaram até à cache final! A cada ponto que íamos encontrando íamos gabando cada vez mais a cache e a escolha dos locais. No entanto quando nos dirigíamos para a cache final e reparámos que nos levava para fora do perímetro das termas... ficámos um pouco desiludidos. Mesmo assim foi sem dúvida uma das boas caches do dia!!!
Depois foi só ir ao encontro dos outros pontos intermedios, todos eles bem situados. As caldas nós já conheciamos, agora o local da cache final é que não! É um sítio expectacular.
O ponto final era para nós uma incógnita quase total. Sabíamos pelos logs anteriores que seria preciso cruzar a estrada, o que nunca tínhamos feito em passeios anteriores. Quando nos apercebemos que ainda seria preciso um esforço grandito para alcançar a cache, e como o tempo ia avançando e ainda tínhamos de saltar para o outro lado do Algarve, acabamos por fazer os últimos metros da cache já de carro e poupar alguns esforços. Podemos dizer que o último ponto nos surpreendeu e nos deu uma perspectiva que ainda não tínhamos daquele local.
Depois da tentativa falhada em Outubro, lá fui eu continuar a partir do ponto 3. Desta vez encontrei facilmente o container e fui então ao GZ final de onde é possível contemplar em beleza toda a área. Gostei bastante desta cache e recomendo-a a todos para um agradável passeio que permite descobrir as Caldas de Monchique.
Gostei muito desta cache, especialmente a Final, que é Espectacular... Eu segui pelo "caminho" mais curto, o que a tornou ainda mais memoravél.
Quanto a cache final! Fantástico! Uma das estradas que mais apreciamos quando vamos de Caldas para o Alferce.
A cache final foi sem duvida a cereja no topo do bolo. Uma vista magnifica e, com o sol a ajudar, ainda ficámos um bom bocado esticados no chão, sobre as rochas quentes, a gozar uns momentos de descanso.





tenho mesmo de analisar isto...afinal estamos apenas a falar num simpático moinho e casa em ruínas...)









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