Faz hoje...


Geocaching em Portugal: Caches, Estatísticas, Eventos, etc.

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Mensagem Post: #181 a quinta 25 nov 2010, 01:29 

Re: Faz hoje...

[referente a 2010/11/25]

...trinta e cinco anos do princípio do fim do PREC e que poderia ter sido o de início de uma guerra civil...

...três anos que o emlino publicou duas (unknown-) , a Refúgio do Zé do Telhado e a Aqui há ouro (Castromil).

Refúgio do Zé do Telhado

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As histórias, não são precisas quanto à associação que se faz do Zé do Telhado a esta casa. Se uns dizem que ela era apenas um local de dormida e repartição de saques, outros dizem que este local era um ponto estratégico nos assaltos que fazia às comitivas que por esta estrada passavam. De qualquer forma, este local estará certamente ligado a histórias de tesouros e bens vingados em favor dos pobres.

A cache foi afectada pelos incêndios mas já foi feita a devida manutenção.

A história do José Teixeira (mais conhecido por Zé do Telhado) é fascinante. Alguns links interessantes : Este e Este.

Aqui há ouro (Castromil)

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As Minas ou Covas de Castromil localizam-se na freguesia de Sobreira (Paredes) e eram uma das explorações de ouro existentes no país na altura da ocupação romana.
"Portugal era um dos locais privilegiados para a Exploração Mineira realizada pelos Romanos. Hoje sabe-se que os Romanos exploravam preferencialmente o cobre, o ouro e o ferro (Nunes, 1983). Os Romanos foram, na sua época, verdadeiros mestres das artes mineiras, aproveitando métodos e técnicas utilizadas previamente por outros povos, mas imprimindo-lhes notáveis inovações (Nunes, 1983).

Visita a minas, grutas e buracos em geral são sempre interessantes e depois ainda como bónus um sodoku para resolver :D
... e fica a nota do Daniel Oliveira a garantir que lá há ouro!
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Mensagem Post: #182 a sexta 26 nov 2010, 01:41 

Re: Faz hoje...

[referente a 2010/11/26]

...cinco anos a (multi-) Pateira de Fermentelos [Águeda]

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A Pateira de Fermentelos é a maior lagoa natural da Península Ibérica e fica localizada no triângulo dos concelhos de Águeda, Aveiro e Oliveira do Bairro, antes da confluência do Rio Cértima com o Rio Águeda. Trata-se de uma zona húmida de elevada riqueza ecológica.
Em redor da Pateira de Fermentelos desde há muito que se desenvolveram actividades humanas. A qualidade ambiental da lagoa tem dependido do equilíbrio destas actividades.
A recente propagação dos jacintos aquáticos, planta oriunda do Brasil que se reproduz rapidamente e cobre extensas áreas aquáticas formando um manto denso que leva a uma alteração profunda do meio aquático pois interfere com a penetração da luz e conduz a uma diminuição do oxigénio na água, afectando desta forma a vida animal aquática.
Ainda assim este é um local de uma rara beleza.
A prática de uma agricultura drenante e a recolha do moliço (para posterior utilização como adubo natural), permitiu a manutenção de uma significativa superfície livre de água e impediu o avanço do pântano. Este equilíbrio, entre a actividade agrícola e a recolha do moliço, conduziu a uma paisagem humanizada de elevada organização e diversidade, na qual a lagoa atingia a sua maior dimensão. No entanto, as alterações económicas e sociais operadas por volta dos anos 60, com a emigração de muitas pessoas da zona, reduziram progressivamente a prática de recolha do moliço, permitindo assim o seu livre desenvolvimento.


...três anos a (multi-) ENTRE OS RIOS que vale pela homenagem aos que morreram na tragédia que ali tinha ocorrido à mais de seis anos.

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Pequena Cache em jeito de homenagem a todos os que viveram e continuam a viver o drama da queda da ponte Hintze Ribeiro em Entre os Rios a 4 de Março de 2001.
Entre-os-Rios: um ano depois
Não se morre por se ver morrer
04.03.2002
- "Um ano depois da tragédia que abalou o país e precipitou o fim do guterrismo, todos os jardins infantis e escolas de Castelo de Paiva vão levar uma flor às campas dos meninos e das meninas que morreram na queda da ponte - sete, entre 59 vítimas. Foi preciso morrer tanta gente para os governantes descobrirem que, às portas do Porto, havia um concelho a definhar de pobreza, isolado pelo rio. Foi preciso uma tragédia para se construírem pontes, estradas, escolas, centros de saúde, jardins-de-infância".
- "A memória das 59 vítimas mortais do colapso da ponte de Entre-os-Rios vai ser evocada hoje, precisamente um ano após a tragédia, em cerimónias religiosas presididas pelo bispo do Porto, D. Armindo Lopes Coelho, em Castelo de Paiva. O prelado concelebrará uma missa com párocos locais no pavilhão gimnodesportivo da vila, seguindo-se uma romagem ao local da tragédia. Os preparativos das cerimónias foram efectuados em articulação com a autarquia de Castelo de Paiva, famílias das vítimas e uma comissão de párocos liderada por José Mota, da freguesia da Raiva, a mais enlutada pela tragédia de 4 de Março de 2001".
Penso que este texto é elucidativo...

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Mensagem Post: #183 a sábado 27 nov 2010, 02:39 

Re: Faz hoje...

...três anos que o eterlusitado publicou duas grandes caches...

a (tradicional-) Imagem Boa listing, óptimas fotos e acredito que como o owner refere
Um local mágico conhecido como a ponte do diabo, para poderem desfrutar e conhecer... Não será fácil dizer, mas bem que poderá ser um dos melhores locais para o Geocaching que alguma vez vi e visitei, venham com tempo, vale a pena...

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A lenda também é muito interessante
Esta famosa ponte está coberta por uma lenda. Quando uma mulher perde os filhos que gera, deve socorrer-se do sobrenatural. No fim da gravidez, à meia noite, devia aproximar-se da ponte e aguardar pela primeira pessoa que por lá passasse do novo dia e pedir-lhe que baptizasse com a agua do rio o futuro filho para, assim, nascer perfeito e de boa saúde. Se fosse menino chamar-se-ia Gervásio, se fosse menina chamar-se-ia Senhorinha.


Entre muitos bons logs e fotografias, destaco o do caixeiro_viajante na Operação "Kinder's Milestone" [8D] Imagem

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Wanted! Dead or Alive

e a (tradicional-) Imagem no Gerês e com grandes fotos.
Pequena Cache, mas grande em qualidade. Fica muito perto da passagem do PR2 Trilho do Castelo na aldeia de Seara, mesmo ao lado da freguesia do Monte em Terras do Bouro.
Santa Isabel do Monte é um território de montanha, situado na bordadura do relevo de Santa Isabel, onde encostas abruptas descem sobre o apertado vale da ribeira de Freitas. Esta posição dominante confere-lhe uma clara importância estratégica no controle do trânsito entre os vales dos rios Homem e Cávado. Apresenta uma formação geológica muito afastada no tempo, possivelmente das eras primitivas da Idade da Pedra Polida.

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...um ano o (evento-) Lisbon Night Geo-Bike Tour Reloaded
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Cumpriu-se mais um belo geo-passeio nocturno de bicicleta pelas ruas de Lisboa .
Nos dias que se antecederam houve alguma ansiedade a espreitar as previsões meteorológicas para a noite do Evento. Oscilando consecutivamente entre o céu encoberto e a possibilidade/probabilidade de aguaceiros, só mesmo muito perto da hora marcada é que houve a garantia que S. Pedro tinha sido cooperante e nos tinha proporcionado a melhor das noites para que pudéssemos desfrutar em pleno deste magnífico passeio. Apesar do frio, o número de participantes superou as melhores expectativas.
Depois do habitual briefing e de re-alinhado o percurso, o pelotão seguiu calmamente o novo itinerário definido.
Ao contrário da edição anterior em que houve vários percalços (dois furos e uma queda), nesta edição tudo decorreu sem incidentes a registar. Pelo caminho fomos logando algumas caches e apanhando outros ciclistas que via PMR solicitavam a nossa localização. Aconteceu com o LMCadete na Rua Castilho e com o Simpson na zona da Baixa (Judiaria).
Pelo caminho, entre dois dedos de conversa iam-se apreciando as iluminações de Natal, que já estão a dar um colorido diferente às ruas de Lisboa [:)] .
Houve tempo para tudo, até mesmo para BTT urbano, onde o Monho na Super-Bike Rudolfo nos deu uma enorme lição de como descer escadas de bicicleta... às costas [:o)] . Foi ali para os lados do Terreiro do Paço, no acesso ao Cais das Colunas via passagem subterrânea do Metro.
Antes de começarmos o trajecto ascendente do passeio, fizemos uma pequena paragem no Cais do Sodré para esperar pelo Touperdido e pela Limão que aqui se nos juntaram em 4 rodas. Nos entretantos alguém fez aqui planos para esconder a Primeira no Duque da Terceira [:D] .
Seguiu-se um dos troços mais animados do passeio, desde a o início da Rua Nova do Almada, passando pelo Chiado e Rua Garrett até ao Fernando Pessoa. Apesar do frio (13º C), havia muita gente e muita animação na rua.
No Miradouro de S. Pedro de Alcantara fizemos uma paragem ligeiramente mais prolongada para manutenção à cache e retemperar energias antes das subidas finais. Já no Princípe Real houve lugar a reabastecimento e siga para as Amoreiras onde mais um par de caches nos aguardava.
Por volta da meia-noite tínhamos cumprido os cerca de 14 kilómetros do percurso desta edição. Tempo para se sugerir o itinerário da próxima edição. O Touperdido aproveitou para premiar com um par de Geocoins a bicicleta mais original, a Super-Rudolfo do Monho, e o BTTista mais original, o JJJHome (que foi o único que não trouxe capacete [:o)] ).
Resta-me agradecer a todos, a agradável participação neste Evento, especialmente ao S. Pedro por ter cooperado [:P]

Team Prodrive
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Mensagem Post: #184 a domingo 28 nov 2010, 02:00 

Re: Faz hoje...

...três anos a (tradicional-) Imagem

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A designação de Almada provém do árabe al-madam, que significa «a mina», e parece que o topónimo se referia ao jazigo de ouro da Adiça, no termo do concelho, já explorado durante o domínio mouro. No reinado do rei D. Duarte, os homens que trabalhavam formaram uma sociedade para a extração desse metal na região, pagando para isso o quinto do ouro. Durante a Idade Média, a sua importância para o reino levou a que fossem dados privilégios a quem aí trabalhava, chegando mesmo a possuir jurisdição privada, o que suscitou diversos protestos da restante população.

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Com uma 1ª nota explicativa do Bargão Henriques

Muito interessante, sem dúvida!
Para complemento junto o texto que escrevi com uma colega, para a Notícia Explicativa da recente reedição da Carta Geológica de Portugal, folha 34-D Lisboa:
"Aquando da construção do complexo desportivo Carla Sacramento, na região da Cruz de Pau (Seixal), foram descobertas antigas galerias de exploração mineira, provavelmente romanas. Os trabalhos de prospecção geofísica (Gonçalves et al., 2000) e caracterização mineralógica (Salgueiro et al., 2000), levados a efeito pelo então Instituto Geológico e Mineiro, permitiram a localização destas cavidades, com dimensão variável de 1 até vários metros, situadas nos primeiros 4 a 5 metros de profundidade, e a obtenção de um teor máximo de 3,2 ppm de ouro, nos concentrados efectuados. A descoberta de outras galerias semelhantes, em areeiros da zona de Coina e os relatos históricos relativos a antigas explorações de ouro na região (Minas de Almada, Mina da Adiça, Fonte da Telha), são indicativos do potencial aurífero da bacia aluvial do Baixo Tejo (Salgueiro et al., 2000)."
J. Pais, C. Moniz, J. Cabral, J. L. Cardoso, P. Legoinha, S. Machado, M. A. Morais, C. Lourenço, M. L. Ribeiro, P. Henriques e P. Falé (2006) Notícia Explicativa da Carta Geológica de Portugal, Folha 34-D (Lisboa) - 2ª Edição. Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação. 74 pp.

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...dois anos a (tradicional-) Imagem

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Apesar de ser de dificuldade muito baixa, não é propriamente uma cache drive-in. Não há estacionamento possível a menos de 350 metros da cache. Cuidado: Para encontrar a cache não precisa se saír do passeio!

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This is not a drive-in cache although the difficulty is really low. The nearest parking spot is at 350 meters from the cache. Warning: To find the cache you don't need to leave the sidewalk!

Uma cache que proporciona uma perspectiva muito diferente de quando se passa ali de carro. É lamentável que o viaduto esteja desaproveitado, quando por exemplo se poderia fazer um óptimo corredor de ligação entre o centro de Lisboa e Monsanto.

...um ano (tradicional-) Imagem

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Em relação ao evento de sexta, muito apropriado este log do Prodrive

...Fugazita de hora do almoço para um saltinho até Monte Abraão, oh não!
Esta cache faz-me lembrar a cache do Homem Que Diz Adeus em versão: "O Homem Que Avia Pessoas!" [:D]
Grande pontaria, fui lá para desejar Feliz Natal ao Lopes e ele tem o estabelecimento encerrado. Logo hoje que as pessoas se acotovelavam à porta para encomendar bolos-rei e perús como se não houvesse amanhã Imagem. TFTC. TNLN.

Para quem não sabe quem é o Lopes. .. É o .Imagem

E pronto por hoje acabou. Abreijos!
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Mensagem Post: #185 a domingo 28 nov 2010, 13:41 

Re: Faz hoje...

jasafara Escreveu:Uma cache que proporciona uma perspectiva muito diferente de quando se passa ali de carro. É lamentável que o viaduto esteja desaproveitado, quando por exemplo se poderia fazer um óptimo corredor de ligação entre o centro de Lisboa e Monsanto.

É uma das minhas caches favoritas, e recomendo o passeio pedestre desde as Amoreiras até ao Monsanto de bicicleta. De facto, é uma pena que este corredor verde não esteja um bocadinho melhorado e sinalizado, pois seria uma forma de o Parque do Monsanto estar mais integrado na cidade e seguramente que seria um convite para mais pessoas o desfrutassem e praticassem desporto.
Parece-me um investimento tão reduzido e tão fácil de implementar com dividendos importantíssimos na qualidade de vida dos lisboetas, que chega a ser escandaloso nunca ter sido feito...
jasafara Escreveu:Em relação ao evento de sexta, muito apropriado este log do Prodrive

...Fugazita de hora do almoço para um saltinho até Monte Abraão, oh não!
Esta cache faz-me lembrar a cache do Homem Que Diz Adeus em versão: "O Homem Que Avia Pessoas!" [:D]
Grande pontaria, fui lá para desejar Feliz Natal ao Lopes e ele tem o estabelecimento encerrado. Logo hoje que as pessoas se acotovelavam à porta para encomendar bolos-rei e perús como se não houvesse amanhã Imagem. TFTC. TNLN.

Lol. As coisas que vais descobrir. Já nem me lembrava desse log [:D]
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Mensagem Post: #186 a segunda 29 nov 2010, 01:36 

Re: Faz hoje...

[referente a 2010/11/29]

...cinco anos a (tradicional-) BH21 Les Aventures de Tintin [Lisboa]

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Não poderia efectivamente haver um melhor spot para uma homenagem ao Tintin.

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~
embora convenha não esquecer o objectivo daquela construcção

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Lamentavelmente vão encher todo aquele morro de prédios, o que vai obrigar a elevar o marco para que não fique tapado. Ridículo ... se não fosse lamentável.

...três anos a (multi-) Moinhos de Rodizio II
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Em Portugal, a introdução dos moinhos de rodízio deve-se presumivelmente aos Romanos. Caracterizam-se por possuírem um rodízio, que é uma roda de palhetas em madeira, que se move, fazendo girar um eixo, que se encontra ligado a uma mó sobreposta a uma outra por onde entra o cereal e que depois é reduzido a farinha. A difusão dos moinhos de rodízio foi muito rápida por toda a Europa e sobretudo no norte de Portugal, devido às características dos cursos de água.
O moinho de rodízio, comunitário e de uso sazonal existente em Ponte de Sor, foi construído em granito e colmo e é, sem dúvida, um exemplo da arte e do engenho das gentes desta terra.
A sua implantação junto à estrada e a uma ponte, permite um fácil acesso e consequente visita. Não é de estranhar, que a evolução das sociedades, sobretudo as moagens industriais, a alteração dos hábitos alimentares, o aparecimento das padarias, a migração das populações rumo a outras paragens, são factores que contribuíram para o seu abandono. Por isso é preciso preservar todo este património que, sendo nosso, é a nossa história.

Dentro os vários logs destaca-se a explicação para o "Tour Roda no Pé"
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Mensagem Post: #187 a segunda 29 nov 2010, 11:48 

Re: Faz hoje...

ahhhh... esse mítico tour Roda no pé! Que dia bem passado! Gosto imenso de ler estes teus posts! Impressionante o que vais desencantar na história do geocaching nacional!
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Mensagem Post: #188 a segunda 29 nov 2010, 13:09 

Re: Faz hoje...

jasafara Escreveu:...cinco anos a (tradicional-) BH21 Les Aventures de Tintin [Lisboa]

Lamentavelmente vão encher todo aquele morro de prédios, o que vai obrigar a elevar o marco para que não fique tapado. Ridículo ... se não fosse lamentável.

Quando passo pelo foguetão e vejo o serviço que estão a fazer, pergunto-me se isso não irá afectar a navegação na entrada da barra de Lisboa. O objectivo principal/único daquela marca é dizer aos navegantes a posição em que se encontram à entrada do Rio Tejo para conseguirem entrar correctamente no canal navegável do rio.

Alterando a sua posição, ainda que apenas em altura, dá-me ideia que vão alterar o posicionamento da marca em relação às cartas nauticas que há décadas estão publicadas e que são usadas pelos navegantes para entrada na barra de Lisboa. Creio que a diferença vai ser pequena, e que o canal de navegação é largo o suficiente para dar margem para o erro, sendo que o problema só se poderá colocar em termos de navios de grande porte. Ainda assim, questiono-me qual é o poder autáquico com motivação sufici€nt€, para fazer uma obra local que se vai sobrepôr ao interesse nacional.

jasafara Escreveu:...três anos a (multi-) Moinhos de Rodizio IIDentro os vários logs destaca-se a explicação para o "Tour Roda no Pé"

Boa cache em destaque!
Lembro-me que à época encontrar 25 caches num dia foi um escândalo nacional, porque aquilo não era Geocaching e o camandro. Curiosamente os mesmos detractores encontram hoje em dia 30 caches e dizem ter sido uma jornada de Geocaching que tão depressa não irão esquecer... enfim sinais dos tempos... é o problema de andar um pouco à frente dos outros...
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Mensagem Post: #189 a segunda 29 nov 2010, 15:09 

Re: Faz hoje...

A cache do Tintin tem sabor especial para mim!

Foi lá que fiz a minha #100 após a geochurrascada de 2008 e depois duma tarde a abrir para eu conseguir chegar às 100.

Cachada acompanhado por MarioAfonso (Mário e Rute), OverdoseNesquik (Carlos e Paula) e MPandre. Era noite já avançada e lá andavamos nós à caça das outras todas para ir terminar com a mil nas "Mamoas" [:D]
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Mensagem Post: #190 a terça 30 nov 2010, 01:23 

Re: Faz hoje...

[referente a 2010/11/30 ou Independace day - 1]

...dois anos a (tradicional-) A Aventura Continua...

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Furious Anduin


A aventura já teinha começado alguns meses antes na (multi-) Uma Aventura no Anduin [Ermidas-Sado] e o caminho já ia longo...

Rio Anduin
O Grande Rio
O Grande Rio que corre para Sul através milhares de km da Terra Média até chegar ao mar, na Baía de Belfalas.
Grimbeorn o Velho
Senhor dos Beornings
O filho de Beorn, que se tornou num grande senhor por direito próprio. Tal como o seu pai, ele podia assumir a forma de um urso, e vivia na mesma região do Vale do Anduin, entre as Montanhas Nebulosas e a Floresta Tenebrosa.
O seu povo, os Beornings, mantinham as estradas que cruzavam as suas terras abertas e livres de Orcs e lobos. Eles mantinham o Vau do Carrock que atravessava o Grande Rio, e a Passagem Alta através das Montanhas. Sem eles a passagem através do norte to Vale do Anduin seria difícil ou impossível, por isso, as gentes de Grimbeorn cobravam uma portagem pesada pelos seus serviços.
Encontrarão a velha casa de Grimbeorn no fim da estrada, imediatamente antes da passagem do Carrock.
O Velho Vau
A passagem principal do Anduin no norte.
O ponto onde a Velha Estrada da Floresta cruzava o Rio Anduin, cerca de sessenta km a jusante do Carrok. Em tempos passados o rio era atravessado por uma ponte de pedra, mas no final da Terceira Era, muito tempo passara desde o desaparecimento da ponte e a passagem não é agora mais que um vau.
Encontrarão os restos da velha ponte, a jusante da passagem do Carrock. Explorem as veredas que encontrá-la-ão.
Amon Lhaw
O Cume da Audição, na parte Este das Emyn Muil
O Cume da Audição que é o gémeo de Amon Hen, o Cume da Visão. Situado nas Emyn Muil, na margem esquerda do Anduin, acima das Cataratas de Rauros. Apesar de ter feito parte das fronteiras norte de Gondor, muitos séculos antes da Guerra do Anel, há muito que estava sob o controlo de Mordor.
Do antigo posto de observação nada resta, apenas o local onde um dia esteve situado.
Rhosgobel
Casa de Radagast, na fronteira da Floresta Tenebrosa.
A casa vedada de Radagast o Castanho (um Feiticeiro da mesma ordem de Gandalf e Saruman) na orla oeste da Floresta Tenebrosa.
Da antiga casa de Radagast pouco restou ao ataque dos orcs. Apenas um mero destroço da vedação se encontra no local.
As Cataratas de Rauros
As cataratas alimentadas pelo lago Nen Hithoel
As grandes cataratas do Rio Anduin onde a água cai das alturas de Emyn Muil para os pântanos de Nindalf.
Nos meses de Inverno as Cataratas de Rauros são de uma força impressionante mas é completamente impossível aproximarmo-nos em segurança.
Sarn Gebir
Os rápidos do Anduin
Os traiçoeiros rápidos do Rio Anduin, com um nome derivado do élfico traduzido em "espigão de pedra", referindo-se às perigosas e afiadas pedras do lado norte que aparecem no canal do rio à medida que ele corre para sul. Apesar de os rápidos terem cerca de 1,5 km, são suficientemente perigosos para bloquear o trânsito do rio, e diz-se que nunca ninguém sobreviveu a uma passagem por água. Para comerciantes e outros barqueiros passarem este troço do rio, um carreiro - um caminho ao longo do qual barcos ligeiros podiam ser arrastados - conduzia, ao longo da margem oeste a uma pequena baía natural do lado sul de Sarn Gebir.
Dos rápidos para sul o Rio Anduin torna-se dificil de atravessar em qualquer ponto: cataratas, pântanos, e fortificações obstruíam o caminho de qualquer viajante que quisesse passar de um lado para o outro, especialmente em segredo. Por essa razão, o limite norte dos rápidos constituíam um local de passagem estratégico, e apesar de os Gondorianos nunca terem reclamado as terras dessa região, no reinado de Narmacil I ergueram fortes ao longo do Anduin acima dos rápidos para se prevenirem de invasores.
Semi-destruída na guerra contra os Orcs, a velha fortaleza continua situada num local tacticamente importante para controlar a passagem do rio.
Parth Galen
O relvado verde abaixo de Amon Hen
O relvado verde abaixo das Cataratas de Rauros na base de Amon Hen. Foi aqui que a Irmandade do Anel se separou e Boromir, filho de Denethor assassinado.
Uma zona pantanosa.
Do lado direito do rio temos o delta da foz do Entwash, também chamado Boca do Entwash, do lado esquerdo temos mais pântanos, entre eles o Pântano dos Mortos.
Cair Andros
O ‘Navio de Espuma-Longa’
Uma grande ilha-navio no Anduin, a Este das terras de Anorien. Era mantida como defesa contra Mordor por Gondor, para prevenir passagens do Grande Rio, apesar de essas defesas terem cedido durante A Guerra do Anel.
A própria ilha é longa e estreita, com pouco mais de 16 km de comprimento. Na parte Norte, rochas aguçadas dividiam as águas do Anduin numa espuma borbulhante dando à ilha o seu nome. Cair Andros é coberta de árvores na maioria do seu comprimento.
Estrategicamente a ilha era de imensa importância: além de Osgiliath, era o único local onde um exército do margem Este podia passar para as terras de Gondor. Os Gondorianos levavam esse risco muito a sério. Amon Dîn,a primeira das colinas-farol, foi construída originalmente para avisar os cidadãos de Minas Tirith se Cair Andros fosse alguma vez tomada.
Gondor tomou medidas para fortificar a ilha também, mas a história dessas fortificações é dificil de estabelecer. Sabe-se que estava guarnecida aquando da queda do Rei Ondoher em 1944 da Terceira Era, mas quaisquer defesas que tivesse nessa altura foram aparentemente abandonadas, uma vez que o bisavô de Denethor, Túrin II, considerou necessário voltar a fortificar a ilha no ano 2900 da terceira Era.
As defesas Gondorianas caíram a 10 de Março de 3019 (Terceira Era). No mesmo dia que o Rei Feiticeiro saiu de Minas Morgul com os exércitos que cercariam Minas Tirith, Sauron enviou uma força mais pequena (contudo com números superiores a 6000 Orcs e Homens) de Morannon. Eles derrotaram os defensores de Cair Andros, e usaram a ilha para atravessar para Anorien. Foi esta força do norte que bloqueou o progresso para Este dos Rohirrim quando estes seguiam em auxilio de Gondor, apesar disso, depois da Batalha dos Campos de Pelennor, os Rohirrim perseguiram-nos e expulsaram-nos de Anorien.
Eles retiraram para Cair Andros, e aparentemente ocuparam a ilha por alguns dias. Na sua marcha para Mordor, Aragorn enviou um pequeno grupo de soldados do seu exército principal para retomar a ilha caso fosse necessário e mantê-la. Eles devem ter tido sucesso porque a próxima vez que se ouviu falar da ilha de Cair Andros, os seus ancoradouros eram usados por navios de Gondor, como foi vislumbrado por Frodo após completar a sua Missão.

e com esta cache continuou...

Anorien e Ithilien Norte
A aventura anterior terminou em Cair Andros.
A seguir a Cair Andros temos terras de Gondor de ambos os lados do rio.
A Oeste entramos já em Anorien, no sopé Oriental das Montanhas Brancas, terras controladas directamente por Minas Tirith e a Este temos o Campo de Cormallen em Ithilien Norte.
Osgiliath
Fortaleza das Estrelas
Continuando a estrada para Sul encontramos a deserta e agora destruída capital original de Gondor: Osgiliath, a Fortaleza das Estrelas, baptizada deste modo devido ao nome da sua Casa Real: A Cúpula das Estrelas, o Salão-mor de Osgiliath, sob o qual era guardado o Palantír de Osgiliath, o maior e mais importante de todos os palantíri.
Durante cerca de 1500 anos a Pedra de Osgiliath foi mantida sob a Cúpula das Estrelas. Enquanto que a maioria das Palantíri era pequena e portátil, esta era muito maior e não era possível a um só homem conseguir levantá-la.
A maior das pedras-de-ver foi também a primeira a perder-se.
Nos primeiros anos do reinado de Eldacar, surgiu uma rebelião que se tornou numa Guerra Civil. Liderados pelo rebelde Castamir, os rebeldes cercaram e queimaram Osgiliath e o Palantír perdeu-se no Anduin.
Nota: Castamir conseguiu realmente usurpar o trono e Eldacar teve que exilar-se no Norte, junto do povo da sua mãe. Dez anos depois conseguiu formar um exército e retomou o poder de Gondor que era seu por direito. Castamir foi morto e os seus descendentes fugiram para Umbar onde deram origem aos Corsários de Umbar, que eram deste modo, gondorianos de origem.
Morgulduin
Junto ao estacionamento encontrarão o ribeiro Morgulduin, que vem directamente do Vale de Morgul e passa diante de Minas Ithil (ou Minas Morgul depois de ser tomada pelos Nazgul) para seguir através de Ithilien Central até desaguar no Anduin.
Podem verificar a cor estranha do leito do ribeiro. Nunca se sabe que bruxarias advêm da Torre da Feitiçaria Negra.
Emyn Arnen
As colinas centrais de Ithilien
Situados entre Ithilien Norte e Ithilien Sul encontramos os picos de Emyn Arnen. uma região intimamente ligada aos Mordomos de Gondor, de onde era originário Húrin e para onde Faramir foi viver depois da Guerra do Anel.
A partir do reinado de Minardil o posto de Mordomo passou a ser muito poderoso graças a Húrin e às suas acções aquando da morte do Rei Minardil e dois anos depois a de Telemnar com a peste. Tão poderosa que cerca de 400 anos depois, com o desaparecimento do Rei de Gondor Eärnur assumiram o papel de governantes "até ao regresso do Rei" durante 26 gerações.
Só ao fim de quase 970 anos, depois da Guerra do Anel, o Mordomo Faramir devolveu o poder de Gondor a Aragorn, Herdeiro de Isildur e Gondor foi de novo governado por um Rei.

E assim com descrições da Terra-Média se acompanha o Rio Anduin ou será o Sado [:D]. Mas se calhar não pois o Sado corre de Sul para Norte e o Anduin como consta no início desta saga corre para Sul...
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