Caminho do Tejo - Fátima e Santiago
Olá a todos,
Proponho o seguinte programa para os 3 primeiros domingos de Abril, para quem poder alinhar :
Caminho Português de Santiago
Domingo dia 6 de Abril de 2013Partimos da Sé de Lisboa entre as 07H00 e as 07H30, em direcção á Expo e, depois prosseguimos por caminhos de peregrinos até Alhandra ou Vila Franca de Xira (dependendo do cansaço do grupo).
O regresso faz-se por comboio até Lisboa.
Etapa 1
ETAPA 1 - LISBOA > ALHANDRA | 33 quilometros.

De Lisboa (Sé) até Parque das Nações | 7,5 quilómetros
O caminho inicia-se na Sé Catedral de Lisboa, local de onde partimos e nos embrenhamos em Alfama para sair de Lisboa. Percorremos a Rua Cruzes da Sé, Rua de S. João da Praça, Largo São Rafael, Rua de São Pedro chegando ao Largo do Chafariz de Dentro. Subimos a Rua dos Remédios e pela Rua do Paraíso chegamos ao Campo de Santa Clara. Continuamos pela Rua do Mirante, atravessamos a Rua Diogo Couto e seguimos pela Rua Cruzes de Santa Apolônia até á Rua de Santa Apolônia.
Seguimos à esquerda pela Calçada da Cruz da Pedra virando à direita para a Rua Madre de Deus, passando no antigo convento manuelino, hoje Museu do Azulejo, Rua de Xábregas, Calçada de Don Gastão, Rua do Grilo, Rua do Beato e Rua do Açúcar onde no seu final atravessamos a Avenida Infante Don Henrique seguindo pela Rua Vale Formoso de Baixo até entrada do Parque das Nações.

Do Parque das Nações até Sacavém | 3,0 quilómetros
Entramos no Parque das Nações e logo viramos à direita para a Rua Gaivotas do Tejo e logo à esquerda na Avenida Fernando Pessoa, continuando sempre pela Alameda de Oceanos até ao Pavilhão de Portugal (Pala Siza Vieira) onde se inicia o "Caminho do Tejo" (Fátima) que percorremos em conjunto até Santarém.
Passando sob a Pala Siza Vieira seguimos em direcção ao Tejo pelo Rossio dos Olivais virando à esquerda para o Passeio das Tágides até a Torre Vasco da Gama. Continuamos junto ao Tejo e passeio do Sapal chegando a foz do rio Trancão. Subimos pela foz do rio Trancão pelo passeio do Trancão até Sacavém.
De Sacavém até Alpriarte | 8,0 quilometros
Em Sacavém entramos pela rua Domingos José Morais e chegamos a ponte velha da N-10 (actual rua Estado da Índia). Atravessamos a ponte e viramos à esquerda para o caminho de pedestres que continua a acompanhar o rio Trancão, passando sob o viaduto da A-1.
Continuando sempre a percorrer e passando a ter por companhia a Ribeira de Alpriarte, e encontramos as ruínas da Quinta do Mosteiro Mor, e continuando em frente pouco depois para Quinta do Brasileiro junto do lugar da Granja. Cerca de algumas centenas de metros cruzamos a M115-5 e seguimos pela estrada asfaltada que nos leva a Alpriarte.
De Alpriarte até Povoa de Santa Iria | 6,0 quilómetros

Atravessamos Alpriarte e no largo seguimos à esquerda e logo à direita por uma estrada de terra em direção ao Morgado. Antes de chegar à variante de Vialonga viramos à direita por um caminho de serventia até encontrar a estrada asfaltada. Seguimos à direita em direção ao viaduto que passa sob a A-1, e junto do mesmo à esquerda pelo duto da Epal.
Na estrada asfaltada M-502 que liga Vialonga a Povoa de Santa Iria viramos à direita em direção a esta vila com os devidos cuidados, pois trata-se de uma via muito movimentada.
De Póvoa de Santa Iria até Alverca do Ribatejo | 3,0 quilómetros

Entramos na Povoa de Santa Iria pela rua dos Olivais que nos leva até um anel rodoviário da N-10. Seguimos à direita e depois à esquerda na ponte da linha férrea que dá acesso à Zona industrial. Atravessamos o parque e entramos no antigo sapal de exploração de sal por onde seguimos até encontrarmos uma pequena ponte onde viramos à esquerda, e logo em seguida à direita para seguirmos sempre em frente até encontrarmos o Museu do Ar à direita. Atravessamos a linha férrea pela ponte de pedestres junto da estação, e entramos em Alverca do Ribatejo.
De Alverca do Ribatejo até Alhandra | 5,5 quilómetros
Seguimos pela rua Infante D.Pedro, e depois da escola secundária (à esquerda) seguimos à direita para a rua 20 de maio, e viramos de novo à direita para a Rua Catarina Eufémia e depois do campo de futebol seguimos um caminho de serventia que atravessa terras da Quinta do Cochão. Depois do portão da Quinta volta-se à direita e segue-se pela estrada entre muros até ao entroncamento. Vira à esquerda passando pela janela manuelina da Quinta do Pinheiro. No entroncamento seguinte volta à esquerda. Pouco depois se encontra a N10 onde seguimos pela direita. Daqui até Alhandra segue sempre pela N10, tomando as devidas precauções e caminhando pela esquerda da estrada.
Passamos o Sobralinho e o Bairro da Quinta da Figueira, e pouco depois deixamos a N10 pela direita em direção da entrada de Alhandra e a sua estação ferroviária. A travessia é feita pela ponte de pedestres.
Rota:
http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=4045889
Domingo dia 13 de Abril de 2013ETAPA 2 – ALHANDRA > AZAMBUJA | 24 quilómetros.
De Alhandra até Vila Franca de Xira | 4,0 quilómetros
Atravessamos a vila passando pela Praça 14 de Maio de 1944, Rua Duque de Terceira até a Praça Oliveira Martins (Central). Para sairmos de Alhandra seguimos à esquerda e logo à direita para a Rua Salvador Marques e seguir a antiga Estrada Real pela Rua D. Tomás de Almeida, [NOVO CAMINHO] antes da passagem de pedestres, sobre a linha férrea, seguimos a direita pelo novo "passeio fluvial" do Rio Tejo que nos leva directamente a Vila Franca de Xira evitando assim a perigosa N10.
Na passagem de nível da linfa férrea viramos logo à direita para o Jardim Municipal.
De Vila Franca de Xira até Vala do Carregado | 10,0 quilómetros
Atravessamos o Jardim Municipal, até ao seu final, onde viramos à direita e logo à esquerda seguindo pela variante que sob a Ponte Marechal Carmona nos leva até a rotunda de acesso a A1.
Atravessando arotunda em frente pela N10 seguimos em direção de Castanheira do Ribatejo. Depois do supermercado, viramos à direita, abandonando a EN 10 e descendo até a linha férrea passando sob a A1. Chegados aqui seguimos à esquerda passando pela Estação (Apeadeiro) da Castanheira do Ribatejo, e logo depois encontramos um entroncamento onde viramos à direita que nos leva à Vala do Carregado.
De Vala do Carregado até Vila Nova da Rainha | 5,0 quilómetros
Na Vala do Carregado e depois da Estação de Caminhos de Ferro seguimos à esquerda até à ponte que atravessamos em direcção à Central Termoeléctrica do Carregado e prosseguimos sempre em frente, pelo acostamento do lado esquerdo, até encontrarmos a EN 3 que atravessamos para entrarmos em Vila Nova da Rainha.
De Vila Nova da Rainha até Azambuja | 5,0 quilómetros
Passando a ponte de pedra que atravessa simultaneamente o rio Alenquer e Ota, e seguimos pela esquerda percorrendo a antiga rua principal, e que nos leva à EN 3, e que por sua vez nos leva à Azambuja pelo seu largo acostamento.
Na entrada da vila sob a nossa esquerda podemos observar o marco da légua que nos indica que chegamos à Vila da Azambuja. Passamos a praça de touros e entramos pela Rua José Ramos Vides, e prosseguimos pela Rua Eng. Moniz Maia e assim chegamos à Praça do Município onde se encontra a Igreja N.SR. ª da Assunção, e o Pelourinho ambos do Séc. XVI.
Domingo dia 20 de Abril de 2013ETAPA 3 – AZAMBUJA > SANTARÉM | 32 quilómetros.
De Azambuja até Reguengo | 5 quilómetros
Partimos da Azambuja da Praça do Município seguindo pela Rua Victor Cordón, e logo à direita pela Rua Conselheiro de Arouca até à N3. Atravessamos esta pela passagem de pedestres que dá acesso à estação ferroviária. Prosseguimos em direção à Vala da Azambuja pela estrada asfaltada. Logo após passarmos a ponte da vala, viramos à esquerda e tomamos o caminho de terra batida com alguns fragmentos da antiga calçada que passa pela Quinta das Quebradas, e nos leva até ao Campo de Aviação da Azambuja.
Seguimos pela esquerda na estrada asfaltada, e mais à frente entramos à direita por um caminho de terra batida até um cruzamento de estrada asfaltada, viramos à direita até à entrada da Quinta do Alqueidão. A partir desta quinta prosseguimos em direção ao dique pela estrada asfaltada. Ao encontrar o dique do Tejo viramos à esquerda em direção ao Reguengo ficando o dique do lado direito seguimos a Reguengo.
De Reguengo até Valada | 5 quilómetros
Atravessamos Reguengo e prosseguimos sempre pela estrada que o acompanha o dique do Tejo passando pela Quinta da Mota Frade até Valada.
De Valada até Porto Muge | 3 quilómetros
Atravessamos Valada pela Rua 1º de Maio, Largo Alves Redol, Largo da Igreja onde encontramos a Igreja de N.SR. ª do Ó, datada de 1528 e prosseguimos sobre o dique até Porto Muge.
De Porto Muge até Santarém | 19 quilómetros
Atravessamos Porto Muge prosseguindo sempre junto do dique pela estrada rural que o acompanha, passamos pela Quinta do Pedroso, Quinta das Varandas, Quinta do Malpique e Quinta da Caneira. Depois da última encontramos o primeiro entroncamento à esquerda por onde prosseguimos sempre pela estrada rural de terra batida ladeada de vinhas, até ao entroncamento com a estrada de calçada, e viramos à direita, e depois à esquerda no entroncamento com a estrada asfaltada, fazendo-nos passar sob a nova Ponte Salgueiro Maia, que nos leva até Aeródromo de Santarém. Prosseguimos a partir do Aeródromo de Santarém pela estrada asfaltada passando nas Ómnias onde atravessamos a linha da estrada de ferro, e iniciamos a subida até Santarém pela Calçada da Junqueira, e passando no antigo chafariz até ao final entrando em Santarém.
Seria um treino para quem no final do mês de Abril alinhar em ir a Santiago de Compostela entre 30 de Abril e 4 de Maio de 2014, ou para quem for a Fátima.
links:
http://caminhocentralasantiago.blogspot.pt/p/guia-caminho-central.html