prodrive Escreveu:CT1FMX Escreveu:...os Graffitis, existentes em 3 ou 4 locais dentro do percurso do PT, os quais segundo estou informado (e como Presidente da Associação – ODXG) tenho mesmo de estar, pois é a minha obrigação zelar por qualquer assunto relacionado com os interesses da mesma, sei de fonte segura, que já foram removidos e limpos, estando neste momento apenas a faltar limpar as pinturas na Fonte do Carvalheiro, onde se situa a cache Nº 36, que na minha opinião é também o sitio mais grave, pois trata-se de uma velhinha fonte, com mais de 400 anos de existência para quem não sabe, mas será toda limpa e pintada de novo, o que já não acontece à mais de 40 anos, (e neste caso digo a meu titulo pessoal que há males que até vêm por bem) pois os membros do Geoestegang, muito em breve fazer esse (CITO), estão apenas esperando que termine as obras de instalação de POSTES com 30 metros de altura para uma nova linha ELETRICA de ALTA TENSÂO, que está a ser colocada no local, onde neste momento existe grandes maquinas e a estrada esta cortada
Muito obrigado por esta informação essencial que interessa a todos os utilizadores do fórum e a todos os Geocachers
![Aproved [^]](./images/smilies/icon_smile_approve.gif)
De facto.
Mas queria só fazer uma chamada de atenção: refere-se a uma cache como "a cache nº36". Sempre ouvi dizer que ninguém gosta de ser tratado como um número, e que gosta de ser tratado pelo nome. E percebo porquê, eu também gosto, e acho que quem está a ler isto também. No entanto, se transportarmos esse sentimento para as caches, parece-me que tratar as cache como números é de facto inferiorizar a própria cache. Quando criamos uma cache damos-lhe alma, como se de um ser tratasse. Quando visitamos uma cache é como se fossemos visitar um amigo a sua casa. E eu não trato os meus amigos como o "nº3" ou "nº154". Trato-os pelo nome, pois cada um deles tem uma alma, uma personalidade e características diferentes. E as caches é a mesma coisa, embora a sua "alma" não seja uma alma viva. É a alma que o local representa, é uma extensão da alma do seu owner, que apo criá-la lhe deu um cunho pessoal e o objectivo de existir.
Por isto tudo sou contra os PTs que denominam as caches como #1, #2 e por aí fora. Cada cache deve ser independente, ter a sua própria alma e não estar dependente da que está antes ou depois, mesmo que tenham uma sequência lógica e devam ser visitadas por determinada ordem.
Pode parecer um bocado lamechas, mas é apenas em busca de alguma qualidade mais na criação da cache. E quando se fala em criar uma cache, não falo apenas no recipiente que vai alojar o logbook, falo também da escolha do local, da camuflagem, do listing, do nome, por exemplo. Tudo é importante pela mesma medida. E prever o antes e o depois. O antes, planear a cache, obter informação precisa, concreta e real sobre o local.
Caso não queiram colocá-la no listing para não estragar a surpresa coloquem-na no próprio container. E depois de colocá-la, dar apoio a quem o pede para a fazer, e assegurar a manutenção. E aí, devem os geocachers dar temo ao owner para a fazer. É por isso que se dá 3 meses (aproximadamente) a um owner para fazer a manutenção a uma cache, e não dois dias. Porque se há muita gente com "pressa" de fazer determinada cache (alguns até pedem manutenção e até o arquivamento, mas depois quando o owner faz a manutenção ou demoram meses a lá ir ou nunca mais lá metem os pés) é porque se calhar há muita gente com demasiado tempo livre. Há pessoas neste mundo que ocupam o seu tempo com muitas acções que por vezes podem implicar estar longe de uma cache durante meses.
Tudo isto nada tem a ver com o dito PT do Ramalhal, nem quero me meter na conversa mas sim apenas com o facto de as caches serem números e não nomes e identidades únicas.
Peço desculpa pela maçada.