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K!mPossible found Natureza do Neiva
11 March 2013 Written by  K!mPossible

K!mPossible found Natureza do Neiva

Found it K!mPossible found 3 Natureza do Neiva

Em Esposende e com tempo livre, o Óscar decidiu surpreender-nos. Como é que ele fez isso? Através da visita a esta cache.

Queria muito passear, conhecer um lugar bonito... Para mim, um lugar para ser perfeito tem que ter vegetação e água. É a combinação perfeita para a minha paz interior.

Esta cache permite-nos desfrutar de um belíssimo passeio pelo "bosque encantado", recheado de surpresas escondidas, desafios fantásticos, que consegue juntar o que o geocaching tem de melhor: O local, o desafio e o container espectacular. Icon Smile Big O que falta a esta cache para ser perfeita? NADA!

Assim que cheguei ao local, deparei-me com o Neiva (desconhecido até então). As chuvas dos dias anteriores tinham elevado consideravelmente o nível das aguas do rio, que cenário magnifico!

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Primeiro passo para a aventura: atravessar o rio através da ponte de pedra. A força das aguas era tanta que ainda não entendo como é que aqueles "pilares" não cedem.

Pisar aquela ponte foi como atravessar o portal mágico para um mundo encantado. Eu não queria voltar atrás.

Sem sair do trilho, fomos olhando para o GPS e para as dicas que o Óscar nos dava. O primeiro container ainda demorou um pouco a aparecer, pois "faltava-me um bocadinho assim". Icon Smile Blush Com dois homens mais altos que eu, não precisei de trepar e em poucos minutos tinha o container na mão Icon Smile

Primeiro container = Primeiro desafio! Icon Smile Approve Olhando para o que tinha nas mãos relembrei-me de uma cache, ou mesmo duas que já tinha feito do género (Old shooting range e um ponto da A Lenda de Semewrex) o que facilitou a resolução da mesma.

Coordenadas introduzidas para o próximo ponto, prosseguimos caminho pelo mundo encantado pelo Neiva. Quem estava mesmo a gostar da aventura era a Bulma que entre tentativas de mergulho e corridas malucas ia gastando a energia acumulada.

De GPS na mão, esqueci completamente que andava à procura do próximo ponto da cache. O Filipe andava tão distraído com a Bulma que nem estava a pensar em Geocaching. Valeu o GPS humano avisar que o próximo ponto da cache era naquele local.

Estava bem camuflado, não estava no meu campo de visão, o que fez com que mais uma vez não fosse descoberto de imediato.

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Segundo container = Segundo desafio!

Este nunca tinha visto "ao vivo", mas numas pesquisas pela internet tinha encontrado esta "engenhoca". Está muito bem conseguida, o facto de ter frente e verso tornou perfeita a utilização da artimanha.

Coordenadas introduzidas no GPS, seguimos para o terceiro ponto, na minha opinião, o melhor. Icon Smile Approve

Camuflado de uma forma esplêndida. Percebi de imediato que só podia ser aquilo o container, mas a forma como foi conseguida, está perfeita!

 

Terceiro container = Terceiro desafio!

Este era novidade para mim, mas com a ajuda do Filipe o desafio foi superado rapidamente e as coordenadas para o próximo ponto foram conseguidas.

Seguimos caminho, atravessámos o Neiva para o outro lado. O último ponto foi encontrado facilmente, muito bem camuflado Icon Smile Dali até ao GZ final foi preciso algum cuidado e malabarismo, pois a lama que estava pelo chão não facilitava.

O que achei de espectacular neste local foi a simbiose do meio ambiente com as ruínas que se encontram ao longo do percurso... Um exemplo disso é a estrutura que se encontra no GZ final.

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O container final = O grande desafio

Dei com ele de imediato, o olho de geocacher não ali não falha. O Filipe meteu-lhe a mão, mas não deu bem com a engenhoca. Foi a minha vez de tentar. Assim que agarrei no container, veio à minha memória a descrição que ouvi uma vez o Óscar a fazer acerca de uma cache que tinha gostado muito. Percebi que se tratava daquela, e soube de imediato o que precisava de fazer Icon Smile Approve

Depois de algum "malabarismo" a menina já estava cá fora, prontinha para que fosse registada aquela visita no seu logbook.

Vamos lá recolocar tudo no seu devido lugar, e seguir viagem por onde viemos.

De regresso decidimos procurar uma caixinha que estava no "caminho".

O momento mais difícil: atravessar o portal mágico de volta ao mundo comum, o mundo "não mágico".

Para ser sincera, não queria mesmo. Parei no meio da ponte, olhei para o Neiva e fiquei ali, inerte, imóvel. Queria ficar ali para sempre... Naquele momento, já a anoitecer, sentei-me na pedra fria, de frente para o rio e ali fiquei...

Alguém me chamou de volta à realidade, e percebi que tinha que ir embora, que voltar ao mundo comum dos mortais.

Paulo, não há palavras para agradecer aquela tarde. Uma boa forma de agradecer por tudo: um Favorito.



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