Após ler a informação disponível na página, verifiquei que a mesma não é oca de conteúdo e revela alguma pesquisa por parte do criador deste tesouro. Sim! Porque este é-o na totalidade! Este aspecto, em conjunto com a análise dos logs, foi o suficiente para me decidir a visitá-la.

É claro que a minha vontade só por si não era suficiente, pelo que tive que levar o computador até à garagem e mostrar a página da cache à minha fiel geobike, que estava tão desejosa quanto eu em ir arejar. O resultado foi imediato e, não fosse eu a segurá-la, certamente teria arrancado a grande velocidade. Tive que lhe dizer – “Eh tem calminha e aguenta aí os pedais porque eu também quero ir, mas só depois de almoço. Ok?” – Foi quanto bastou para que acalmasse a sua ciclística impaciência e se recolhesse sossegada no seu recanto.
Após o almoço lá fomos então, fugindo ao trânsito e desfrutando da paisagem do pinhal de Leiria por trilhos e caminhos meus conhecidos.

Chegado ao primeiro ponto, com as coordenadas certinhas e seguindo as indicações, a tarefa revelou-se fácil, mas bastante imaginativa, pelo que dei logo por bem empregue o tempo que decidi dedicar à minha visita a este local.
Não vou alongar-me com detalhes sobre a aventura e/ou opiniões no que respeita às buscas e deslocações entre os vários pontos. Quanto a mim, está tudo bem idealizado e executado e gostei de visitar os vários locais.
Obrigado ao owner por me ter guiado pelo Pilado e mostrado esta técnica artesanal de produzir carvão. Foi interessante e gratificante aprender como um processo que a natureza demora milhares de anos a realizar, é feito ali, de forma diferente, em apenas alguns dias.
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