
March 27, 2007 by prodrive
16H30M
#354
Esta foi provavelmente a melhor cache do dia. Odeceixe é lindíssimo. Tivémos a felicidade de nos termos enganado no acesso e fomos parar à margem esquerda do rio. As vistas de lá são fantásticas
. Só agora reparei que lá também havia uma cache, e ainda por cima novinha em folha
. Teria sido um belo FTF, mas fica para a próxima
.
O passeio a pé até à cache, foi espectacular, falésia acima, a disfrutar a tranquilidade do local e as vistas fantásticas ao logo do percurso. Aquele local é quase idílico. TFTC. TNLN.
Team Prodrive

October 5, 2005 by 2 Cotas (520 found)
Lá tive que me deixar de me'das e ligar o GPS.
Rásparta a resmenga da cache, podia ter colaborado e deixar de se armar em difícil. Assim que liguei o aparelhometro, apareceu logo ali a rir-se. Safardana! Nunca mais lá volto, prontos…
(Tásmadever um carga de pilhas!)![]()
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October 5, 2005 by 2 Cotas
Esta foi a do fim do dia e não podia ter acabado “melhor”. Mas olha, foi o que se arranjou!
Chegados á povoação a setinha do GPS indicava mudança de direcção, para a direita, logo a seguir á ponte! Esquecia-se de dizer que havia duas ruas á direita logo a seguir á ponte. Imaginam vocês, e imaginam bem, que enfiei logo pela que não era. Passados 200 metros começa a apitar. Já o conheço o suficiente para ficar “árrasca”. Lá me enganei outra vez…Bem, dou a volta e acerto desta vez. Mal sabia eu. Com o aproximar da praia começo a desconfiar da paisagem. A Nela, toda contente, fala em subir, arvores, paisagem da praia e eu a ver a minha sorte a descer. Chego ao fim da rua com a setinha a mandar-me alegremente dar corda aos sapatos e aviar 300mts de areal, 30 metros de ribeira e 100 metros de uma arriba a pique.
Pergunto ao tipo do bar como é que se ia para o outro lado. Responde o sacripanta com ar de gozo: é a estrada depois da ponte. A estrada depois da ponte já eu tinha despachado. Aliás essa e mais 200mts da outra. Só podia ter obtido uma resposta daquelas, na praia e perguntar como é que se ia pró campo dava asneira. Coisa gira, o tipo cobrava 50 cts por cada pires de tremoços, daqueles em agua laranjóesverdeada. Devia estar a oferecer as bjecas…
Volto para trás e lá me meto a palmilhar a outra estrada, a que estava antes de depois, (ou era depois de antes?) da ponte. Depressa chego ao fim. Lugar para estacionar, ainda arranjo, caminho para subir é mentira…Ainda miro uma subida pelo meio do mato, que aquela máxima do owner não ser masoquista pode não se aplicar aqui. Mas o outro a contar as peripécias sobre as vacas deu-me a impressão que havia caminho melhor.
Uma estradeca subia, na direcção errada, mas nunca se sabe. A Virita é que não foi na conversa e obrigou-me a ir a pé, senão pelo menos até ao primeiro buraco onde coubesse o Mondeo ainda iria. Agora é que era a hora da verdade. Já um bocado tardote, mas lá teve que ser. Estrada acima, pró lado contrario, que isto quando começa mal tassemêmaver. De repente um vestígio de caminho para a esquerda, enfiam todos á desfilada por ali mesmo direito a um canavial. Voltamos para trás e damos de caras com uma cerca toda pimpona. Ainda tentamos dar baldar-nos, mas nada feito. A porcaria da cerca estava lá mesmo á nossa espera. Ainda por cima esticadinha que nem um violão. Afastar o arame farpado para as piquenas passarem tirou-me as esperanças em me safar com os tintins inteiros.
Esse arame deixou-me cá a pensar em duas coisas. A primeira foi porque é que se põe arame farpado daquela maneira e depois, 10 metros mais á frente, se coloca uma cancela aberta ai com 30 metros de largura? A segunda foi não perceber que não tínhamos aprendido da primeira vez. Á volta fomos saltar do outro lado perto da outra cancela também aberta. Em abono da verdade, agora só as uns 5 metros. Provavelmente a haver terceira estaria fechada… Continuámos.
Avistamos os tais animalejos tamanho família, as arvoresitas que por ai havia e chegamos ao local. As piquenas desatam a tirar fotografias para aqui e para ali, aos “ai tão lindo” e aos “ui tão bonito”, mas cache népia. Procurei nos sítios óbvios. Nada. Nos sitio nada óbvios, nada. Nos sitio improváveis, nada, pouco prováveis, nada, prováveis, nada. Onde eu esconderia, nada. Á vista. Nada. Escondida. Nada. Em cima, em baixo, de lado, por detrás, pela frente. Nada. E a marias todas contentes a melgar o por do sol. Fonix, não há sol que me aqueça.

