
June 20, 2010 by nuno_ka
Esta cache já estava para ser feita há algum tempo e como estávamos na zona nada melhor do que ir em busca dos segredos da natureza albicastrense. Estacionado o cachemobile a uns meros 90 metros do 1º ponto, preparámo-nos convenientemente para a cachada (Máquina fotográfica, GPS, caneta e um cajado).
O percurso até ao 1º ponto foi facilmente ultrapassado e num piscar de olhos o guardião da cache estava nas nossas mãos. Uma vez que fomos amigáveis para com ele, deu-nos uma abébia e mostrou-nos parte do segredo mas logo disse que não sabia mais nada. Deixámos o guardião para trás e após analisarmos o terreno aconselhei a Ana a ficar com o Kazito. Lá fui em busca da chave mágica, mas o terreno não era o melhor e a progressão fez-se de forma lenta. Pelo caminho deu para absorver a beleza e calmaria do local e por surpresa apanhei alguns sinais de presença geocacher que levou-me até ao local onde iria ter a chave para abrir o tesouro. Quando lá cheguei comecei à procura e não descobria nada. Decidi descansar um pouco e de repente tinha a chave ao alcance da minha mão
Depois de tirar algumas fotos ao local lá fui em busca do tesourinho e depois de desbravar mato cheguei ao suposto GZ. Comecei à procura e nada, uma vez que estava perto da Ana comecei a pedir-lhe pistas do suposto local da cache mas mesmo assim não dava com ela. Decidi voltar atrás para confirmar a chave e verifiquei que tinha um erro. Rectificado o erro fui outra vez em direcção ao GZ e aí constatei que estava no local correcto uma vez que as fotos dos anteriores geocachers eram da zona. Entretanto a Ana decidiu ir para o cachemobile porque o Sol estava a ficar a pique e o Lourenço estava a ficar com fome. Voltei à carga e a malandra não aparecia nem por nada, espreita ali, espreita acolá e nada. Decidi refrescar-me um pouco porque o local estava a ficar quentinho e também para refrescar as ideias. Durante a cachada deu para observar umas aranhas muito interessantes que pareciam que estavam a dançar. Após descansar voltei a procurar a cache e num rasgo de sorte lá a encontrei bem escondida e sempre no local que o GPS indicava ![]()
De regresso ao cachemobile tive de voltar a desbravar mato e ao fim de quase duas horas dei por concluída a cachada. Ainda de referir que estive uma meia hora a catar-me e a limpar a roupa das palhas e dos carrapatos que apanhei pelo caminho.
TNLN
TFTC
Nuno, Ana e Lourenço

