
#1.302
Como na quarta feira me baldei, hoje estava de "castigo". Pois, na quinta fiz as caches que estavam previstas para quarta e hoje a que estava prevista para quinta. Só que, como hoje é dia de regresso ao Continente, a caminhada teria de ser feita com toda a bagagem às costas. Para aumentar o "castigo", fiz confusão com os horários dos autocarros e vim no do Porto da Cruz em vez de vir no do Faial, que me deixaria mais próximo do início do trilho. Assim, iniciei logo a caminhada lá em baixo em Porto da Cruz e de mochila bem carregada às costas.
Quando cheguei próximo do ponto de início, vi que estava logo ali o ponto das escadas, atalhei logo na sua direcção, acho que não era por ali, mas também deu, tive foi de atravessar uma propriedade privada
.
Logo de seguida começou a "verdadeira" caminhada, bem inclinada
, mas ao olhar para trás a vista compensa o esforço. A subida, embora dura, não é muito difícil, ao chegar próximo da cache, passei por ela e nem a vi
era para subir, só parei lá em cima
, aí é que olhei para o GPS e vi que já tinha passado, mas a vista é fantástica. Depois desci e procurei a cache, que não demorou muito a aparecer.
Depois continuei a caminhada em direcção ao "outro lado", passando pelo marco geodésico, só aí tirei a mochila das costas para "escalar" o mesmo. A vista é fantástica, tanto do local da cache como no local do marco e na quase totalidade do percurso.
Ao chegar ao café da Penha de Águia, aproveitei para descansar um bocado e depois continuar a caminhada pelo asfalto em direcção ao Porto da Cruz, mas ao chegar aos Moinhos, vi uma placa de paragem de autocarro, consultei o horário e vi que estava quase a passar um, fui analisando até onde iria para passar o tempo que faltava até à hora do avião e decidi ir até ao Machico.
Paulo


de vista. De terreno se calhar é mais 4...