Lupinlongo Escreveu:Como já escrevi por outros lados, os Powertrails que agora estão muito na moda, são como a maquilhagem. Disfarçam algumas imperfeiçoes e quando são levados ao extremo, funcionam como pintura de palhaço e só dão para rir.
Se os faço… depende do dia e da disposição…Se sou contra… se eles existem não posso ser… e daqueles que fiz apenas um me encheu as medidas por completo. Obrigado Valente Cruz pelo Trilho da Penoita.
De nada! A Penoita é uma belo sítio para se passear, com ou sem plásticos por lá espalhados. Curiosamente, e se fosse agora, talvez referenciássemos o local de outra forma. Confesso que, com o tempo, acabei por desenvolver uma preferência por mais quilómetros e menos plásticos. Mas isso é apenas uma opinião. Por exemplo, referenciei este percurso, que gostei muito de fazer, em particular o "Caminho onde o morto matou o vivo", apenas com
esta cache. Talvez por ser apenas uma, seja menos visitado, mas também não é por isso que o faria de outra forma.
Os powertrails, em bom "economês", existem e proliferam pelas leis do mercado. Se existe procura é natural que haja sempre alguém a quem surge a ideia de aproveitar um certo percurso. O pior é quando acaba por não fazer muito sentido. Da minha parte, enquanto "descobridor", a ideia é tentar equilibrar a coisa. Por exemplo, há relativamente pouco tempo fomos fazer o
Powertrail do Montemuro e gostámos muito. O powertrail tem o suporte do PR1 de Arouca e passa em locais interessantes, sendo que as caches enquadram-se de uma forma muito natural. Contudo, lembro-me de, logo após um périplo pelo Gerês (o meu local preferido de geocaching), fomos fazer um powertrail em que começámos a procurar por um rolo fotográfico num muro junto a uma habitação. Naturalmente que tivemos o bom-senso de desistir e voltámos para casa. O owner não tem culpa e eventualmente num outro dia iremos regressar, tem é de ser de uma forma doseada para não estragar o encanto do vício
