[Tomar] Anta do Vale da Laje
Referenciada pelo Centro de Estudos e Protecção do Património da Região de Tomar (CEPTRT) no início dos anos oitenta, a Anta do Vale da Lage foi escavada pelos arqueólogos Doutora Ana Rosa e Doutor Luiz Oosterbeek entre 1989 e 1993 pondo a descoberto este importante e mais antigo monumento funerário conhecido a norte do Tejo com mais de 7500 anos.
A Arquitectura dos ortostatos organiza-se numa câmara formada por cinco grandes lajes, a que se acede por um corredor estreito e mais baixo. A toda a volta foi alinhado um círculo de lajes deitadas, com cinco metros de diâmetro, contra o qual foram construídas rampas de blocos de pedra. Ambos foram depois cobertos com terra, com lajes de pedra no topo e de novo com terra. No exterior foi construído um pátio de pequenas pedras sobre o qual se construiu uma espécie de altar circular.
Mais tarde o monumento foi abandonado, mas há cerca de 6.500 anos, o momento foi reconstruído e, a toda a volta foi construído um círculo (caim) de pequenas lajes intervaladas por grandes seixos de quartzo e quartzito. Graças aos seixos, quando fazia sol a anta brilhava, destacando-se ainda mais no vale.
Os mortos que aqui foram enterrados, ao longo de quase 3000 anos, eram acompanhados de vasos machados, facas, flechas, placas de xisto e outros objectos em pedra, cerâmica, osso e madeira. Estes objectos podem ser vistos no Centro de Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar e no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR), em Vila Nova da Barquinha.
Fonte: Tomar TV
A Arquitectura dos ortostatos organiza-se numa câmara formada por cinco grandes lajes, a que se acede por um corredor estreito e mais baixo. A toda a volta foi alinhado um círculo de lajes deitadas, com cinco metros de diâmetro, contra o qual foram construídas rampas de blocos de pedra. Ambos foram depois cobertos com terra, com lajes de pedra no topo e de novo com terra. No exterior foi construído um pátio de pequenas pedras sobre o qual se construiu uma espécie de altar circular.
Mais tarde o monumento foi abandonado, mas há cerca de 6.500 anos, o momento foi reconstruído e, a toda a volta foi construído um círculo (caim) de pequenas lajes intervaladas por grandes seixos de quartzo e quartzito. Graças aos seixos, quando fazia sol a anta brilhava, destacando-se ainda mais no vale.
Os mortos que aqui foram enterrados, ao longo de quase 3000 anos, eram acompanhados de vasos machados, facas, flechas, placas de xisto e outros objectos em pedra, cerâmica, osso e madeira. Estes objectos podem ser vistos no Centro de Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar e no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR), em Vila Nova da Barquinha.
Fonte: Tomar TV

