Guia de Montanha – Manual Técnico de Montanhismo I
Guia de Montanha – Manual Técnico de Montanhismo I
O Sentimento da Montanha
Montanhismo enquanto metáfora de busca espiritual

Foi apresentado na Casa do Fauno (Sintra) em 10 de Abril de 2015.
A apresentação do livro Guia de Montanha – Manual Técnico de Montanhismo, sobre a arte de subir montanhas, serve como mote para abordar o sentido simbólico e sagrado dessa actividade e do meio onde esta se desenvolve.
O conceito tradicional do divino associado às montanhas e ao próprio montanhismo, motivo de atracção por parte de inúmeros autores (mormente Julius Evola e Aleister Crowley).
A par da vertente vulgar, expressa nas técnicas de montanhismo, oculta-se uma outra face que se traduz numa ascensão ao cume, como ritual iniciático, que poderá assumir características de ordálio…
«O montanhismo, tal como a escalada [clássica ou tradicional], para além da componente física, será também uma profunda experiência emocional, uma atracção pela liberdade dos vastos espaços verticais, pela grandiosa beleza do mundo mineral, pela simplicidade e rusticidade. Subir montanhas será igualmente um meio de (re)ligação à natureza, uma forma de transcendência… (…) “Um fraco desejo de regressar lá ao alto surge um dia em nós. Assim recomeça o encantamento” (Bonatti, 1962).»

Fonte: http://andarencantado.blogspot.pt/2015/03/o-sentimento-da-montanha.html
O Sentimento da Montanha
Montanhismo enquanto metáfora de busca espiritual

Foi apresentado na Casa do Fauno (Sintra) em 10 de Abril de 2015.
A apresentação do livro Guia de Montanha – Manual Técnico de Montanhismo, sobre a arte de subir montanhas, serve como mote para abordar o sentido simbólico e sagrado dessa actividade e do meio onde esta se desenvolve.
O conceito tradicional do divino associado às montanhas e ao próprio montanhismo, motivo de atracção por parte de inúmeros autores (mormente Julius Evola e Aleister Crowley).
A par da vertente vulgar, expressa nas técnicas de montanhismo, oculta-se uma outra face que se traduz numa ascensão ao cume, como ritual iniciático, que poderá assumir características de ordálio…
«O montanhismo, tal como a escalada [clássica ou tradicional], para além da componente física, será também uma profunda experiência emocional, uma atracção pela liberdade dos vastos espaços verticais, pela grandiosa beleza do mundo mineral, pela simplicidade e rusticidade. Subir montanhas será igualmente um meio de (re)ligação à natureza, uma forma de transcendência… (…) “Um fraco desejo de regressar lá ao alto surge um dia em nós. Assim recomeça o encantamento” (Bonatti, 1962).»

Fonte: http://andarencantado.blogspot.pt/2015/03/o-sentimento-da-montanha.html
