Grandes Rotas (GR) Um Património Cultural Europeu
Introdução
O iluminismo teve um papel essencial na origem do “pedestrianismo”.
Jean-Jacques Rousseau (séc. XVIII) ao escrever "Les Rêveries d’un Promeneur Solitaire", uma obra autobiográfica na qual celebra a harmonia da natureza e a magnificência das montanhas; fontes, para ele, de contemplação e de felicidade, criou a “moda” de andar a pé.

A marcha (la marche), pelo simples prazer de andar, implementa-se plenamente no século XIX.
Nessa altura ainda não se falava de “pedestrianismo” em Portugal nem, por exemplo, de “randonnée” em França.
Pedestrianismo não é andar a pé por necessidade mas por gosto…

«A marcha tem qualquer coisa que anima e aviva os meus pensamentos.»
Jean-Jacques Rousseau (séc. XVIII)
Para saber mais: http://www.apambiente.pt/_zdata/Divulgacao/Projectos/exARH_Tejo/Sessoes_Debate/Tejo_a_Pe/4_Pedro_Cuica.pdf
O iluminismo teve um papel essencial na origem do “pedestrianismo”.
Jean-Jacques Rousseau (séc. XVIII) ao escrever "Les Rêveries d’un Promeneur Solitaire", uma obra autobiográfica na qual celebra a harmonia da natureza e a magnificência das montanhas; fontes, para ele, de contemplação e de felicidade, criou a “moda” de andar a pé.

A marcha (la marche), pelo simples prazer de andar, implementa-se plenamente no século XIX.
Nessa altura ainda não se falava de “pedestrianismo” em Portugal nem, por exemplo, de “randonnée” em França.
Pedestrianismo não é andar a pé por necessidade mas por gosto…

«A marcha tem qualquer coisa que anima e aviva os meus pensamentos.»
Jean-Jacques Rousseau (séc. XVIII)
Para saber mais: http://www.apambiente.pt/_zdata/Divulgacao/Projectos/exARH_Tejo/Sessoes_Debate/Tejo_a_Pe/4_Pedro_Cuica.pdf