300 bicicletas de uso partilhado
Espalhadas por doze estações, as 300 "biclas" são parte do objectivo de ligar o Parque das Nações ao Guincho, em Cascais.
A partir da Primavera de 2014, Lisboa vai acolher um sistema de bicicletas partilhadas para serem usadas num itinerário de onze quilómetros.
O objectivo é ligar, progressivamente, o Parque das Nações ao Guincho, em Cascais, através do “bike-sharing”.
Para aceder às biclas, os utilizadores vão ter duas opções.
A primeira é através de um registo no site do projecto, indicada para quem quiser fazer um uso mais regular.
“Depois de se registar, o utilizador recebe um cartão.
Além disso, vai poder também fazer ‘download’ de uma aplicação que permite aceder ao sistema através do "smartphone".
Quando me dirijo a uma estação, encosto o cartão a uma doca de parqueamento, para a libertar [a bicicleta]”, explicou Martim Mayer, da empresa, à Lusa.
Para os ciclistas ocasionais que não queiram fazer o registo "online", as estações vão estar equipadas com postes com leitor de cartões de crédito e débito.
Após o pagamento, o utilizador fica com um talão que permite desbloquear bicicletas em qualquer uma das doze estações de recolha (Santa Apolónia, Terreiro do Paço, Cais do Sodré, junto ao bar Meninos do Rio, docas do Espanhol, de Santo Amaro — duas —, de Belém e do Bom Sucesso — duas —, Estação Fluvial de Belém e Fundação Champalimaud).
O preço de aluguer começa em alguns cêntimos, para os ciclistas recorrentes, e pode chegar aos 15 euros por dia para utilizadores ocasionais.
Fonte: Público P3
A partir da Primavera de 2014, Lisboa vai acolher um sistema de bicicletas partilhadas para serem usadas num itinerário de onze quilómetros.
O objectivo é ligar, progressivamente, o Parque das Nações ao Guincho, em Cascais, através do “bike-sharing”.
Para aceder às biclas, os utilizadores vão ter duas opções.
A primeira é através de um registo no site do projecto, indicada para quem quiser fazer um uso mais regular.
“Depois de se registar, o utilizador recebe um cartão.
Além disso, vai poder também fazer ‘download’ de uma aplicação que permite aceder ao sistema através do "smartphone".
Quando me dirijo a uma estação, encosto o cartão a uma doca de parqueamento, para a libertar [a bicicleta]”, explicou Martim Mayer, da empresa, à Lusa.
Para os ciclistas ocasionais que não queiram fazer o registo "online", as estações vão estar equipadas com postes com leitor de cartões de crédito e débito.
Após o pagamento, o utilizador fica com um talão que permite desbloquear bicicletas em qualquer uma das doze estações de recolha (Santa Apolónia, Terreiro do Paço, Cais do Sodré, junto ao bar Meninos do Rio, docas do Espanhol, de Santo Amaro — duas —, de Belém e do Bom Sucesso — duas —, Estação Fluvial de Belém e Fundação Champalimaud).
O preço de aluguer começa em alguns cêntimos, para os ciclistas recorrentes, e pode chegar aos 15 euros por dia para utilizadores ocasionais.
Fonte: Público P3