Geocacher Muito Viciado
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2011 - Melhores momentos em Fotografias
Este é o desafio que vos coloco. Partilhem connosco os melhores que o Geocaching gravou na memória em 2011 e façam-no vibrar com algumas fotografias dos mesmos.
Começo eu:
2011 não foi muito farto de momentos no Geocaching mas os poucos foram mesmo extraordinários.
Logo no início do ano fomos viver um extraordinário dia para os lados de Ermidas do Sado com mais três bons amigos, a Sónia, o Nuno e o Filipe que fizemos no Geocaching e com quem já partilhamos outras aventuras, outros momentos de diversão.

Na cache a Aventura Continua, pela minha fama como desajeitado e azarado, todos agoiravam para que eu escorregasse, porque não, fosse dar um mergulho no Sado mas, por incrível que pudesse parecer, a Sónia é que ia direitinha não fosse um poder especial do Filipe.
Apesar do dia iniciar com um terrível nevoeiro e o Discovery se queixar das pernas, no final ficou mesmo a vontade de repetir uma nova aventura num outro amendoim qualquer.

Na Páscoa temos por hábito fazer uma semana de férias com os nossos rebentos (os que ainda nos querem acompanhar). Este ano a escolha foi a Madeira, a terra da Golfinha.
Saídos do aeroporto não queríamos desperdiçar um momento que fosse e rumamos logo a oeste para vencer a Ponta de São Lourenço e conhecer um verdadeiro Oásis numa paisagem árida, selvagem e extraordinariamente bonita – um perfeito cartão de visita dos contrastes da pérola do atlântico.



Visitar a Madeira e não penetrar na Floresta Laurissilva é como ir a Roma e não ver o Papa. As caches Nomeadas aos Prémios GPS eram o nosso roteiro de visita pelo que seria mesmo impossível não visitar este Bosque Mágico. Tivemos uma sorte extraordinária. Fizemos um piq-nic nas calmas com um sol magnífico e no momento de explorar o local somos abençoados por uma neblina que deu jus ao nome do local. Foi algo que não se consegue explicar por palavras, momentos memoráveis.
Vários outros momentos ficaram na nossa memória, como a descoberta dum extraordinário restaurante graças a uma cache, a Ponta do Sargo ou a pequena levada dos Balcões mas, como que em jeito de encerramento das férias com chave de ouro, o nosso último dia foi vivido na Levada do Caldeirão Verde.
Três adultos, duas crianças (destas, uma menina com oito anos), treze quilómetros de trilho totalmente em floresta, uma pesadona mochila às minhas costas com o nosso almoço e lanche, três túneis, várias cascatas, e muita, muita aventura.
São coisas como estas que nos fazem gritar bem alto “ESTAMOS FELIZES”




Em 2011 apenas publicamos um projeto de Geocaching, um percurso TT ao longo da margem esquerda do Guadiana inspirado nos safaris nas terras do Masai. Vários foram os bons momentos vividos em volta deste projeto dos quais destacamos o primeiro levantamento do terreno com Nuno e a Sónia numa altura em que o Guadiana se apresentava com um enorme caudal e nos obrigou a fazer verdadeiras manobras TT.

Já no Verão este projeto marcou novamente as nossas vivências quando acompanhamos novamente o Nuno e a Sónia, os BTT e o Wolfraider.

Ainda o ano ia a meio e em Junho novamente com os nossos amigos Nuno e Sónia, rumamos à Suíça de onde trazemos memórias de momento que nunca mais se apagarão como o momento que viajávamos de Lucerna para Realp e a pouco mais de cinco km desta localidade, a única que no poderia valer, numa subida do pior o computador de bordo vai incessantemente apresentando a autonomia - 5 km… 4km… 3km… e avistávamos a localidade… 1km e o gps indicava a estação de serviço a 1000 metros até ao momento que paramos junto à bomba e a autonomia indica 0km… Bom, do melhor, quer dizer, do pior porque pagamos a gasolina mais cara de sempre 2,00 CHF (+/- 1,75 €).

Esta foi apenas uma passagem entre muitas como me dar uma pancada e colocar-me em pelo (só o tronco, entenda-se) ao final da tarde a 2000 metros de altitude com tempo de nevoeiro e 2ºC de temperatura ou o momento que quase dava uma valente cacetada num veado que fugiu do rebanho e se atravessou à nossa frente num momento que atravessávamos os Alpes às 22:00 porque tivemos de dar uma enorme volta por causa dum incêndio que deflagrou nessa manha no tunel de Simplon quando regressávamos de Ascona.

Quase no final do verão vivemos aquela que provavelmente será a melhor cache que encontramos até ao momento num cenário extraordinário tendo como pano de fundo a Costa Vicentina. Falo da GreenShades, uma cache que, não tanto pela sua dificuldade, mas porque nos leva psicologicamente ao limite. Não quero amaciar o perigo que se enfrenta, que é bem real, mas quem quer que seja que tenha problemas de vertigens, precipícios ou alturas certamente irá viver aqui um pesadelo no qual vai desejar rapidamente sair. Enquanto a Golfinha ficou no carro impotente a qualquer coisa que nos pudesse acontecer, novamente o Nuno, um companheiro destas aventuras, foi o meu grande encorajador. Sem ele, provavelmente não teria conseguido.


Já no final de 2011 abraço um novo projeto no geocaching, este nosso espaço no GeoPT, com o qual encontrei um novo entusiasmo nesta nossa atividade dos tempos livres.
Já neste último mês de 2011, o Staff do GeoPT encontra-se em Tomar para um dia de convívio e almoço Natalício e com ele novas recordações ficaram gravadas com a cache do Aqueduto dos Pegões, a SnipperSpot e KAOS que ainda não escrevi os logs ou publiquei fotografias dos momentos mas que por muita crise que o país possa me obrigar a viver, estes momentos já ninguém os tirará.
Feliz 2012
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