Post: #3 a quinta 15 ago 2019, 15:38
por viperbruninho@gmail.com
Pois... Mas já apanhei registos a caches minhas onde na foto com o meu container, estão miúdos. E agora? Obviamente que pode ser os pais a tirar a foto, mas duvido... Também podem ter pedido autorização aos pais, sendo que em Portugal, sempre que um pai autorize, é possível aceder a eventos catalogados como para maiores de 18, como por exemplo certos espectáculos de Stand-up. Assim, pode enquadrar-se na cláusula que colocaste em citação...
Quanto à publicidade é que é tenho mais dúvidas. Até porque lembro-me do célebre caso dos passeios de barco em que, se fosse eu ou tu a criar um evento com o pacote de viagens levas a talhada, se for alguém ligado à empresa, já pode. Vá-se lá entender. E lembro-me que na antiga versão das guidelines, ainda "Groundspeak", estava lá mesmo essa menção.
No entanto, e de modo a adequar à legislação portuguesa, um evento com custo associado precisa obrigatoriamente de seguro. O mesmo devia ser exigido a quem queira publicar um evento deste tipo.
Vamos supor o caso de museus... Eu queria marcar um evento num museu tantos. Em vez de estar com a treta de "30 minutos" no GZ e depois desse horario "quem quiser, opcionalmente, iremos visitar o museu XPTO".
Pergunta: um museu seja gratuito ou não, enquadrar-se como "Geocaching"?
Acho que não diferença de relevância para uma Igreja ou um sítio arqueológico, como ponto de interesse. Até porque já temos 3 virtuais em Lisboa que "convidam" à entrada (e num dos casos a pagamento). Voltando à pergunta inicial, qual a diferença dessas virtuais para um evento?